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Espírito Madeira 2025 apresenta Casa Montagna: projeto une design, conforto e inovação no uso da madeira

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A Espírito Madeira 2025, marcada para os dias 11 a 13 de setembro, no Centro de Eventos Padre Cleto Caliman, o “Polentão”, em Venda Nova do Imigrante (ES), se consolida como um dos maiores encontros do setor madeireiro no Brasil. O evento reunirá empresas e profissionais da cadeia produtiva para três dias de negócios, networking e troca de experiências, com foco em diversidade e inovação.

Casa Montagna é destaque da feira

Entre as atrações, ganha destaque a Casa Montagna, projeto que alia modernidade, conforto e versatilidade no uso da madeira. Instalado em um espaço de 100 m², o conceito apresenta uma residência modular de 28 m², composta por dois módulos de 2,50m x 6,00m. Os ambientes internos são totalmente integrados, contemplando estar, cozinha, dormitório, closet, banheiro e espaço de trabalho.

A marcenaria de alto padrão e a decoração diferenciada reforçam o caráter sofisticado e funcional da proposta.

Estrutura moderna e funcional

O interior da Casa Montagna conta com quarto equipado com cama de casal, closet com bancada de trabalho, banheiro completo e cozinha planejada para atender até mesmo os amantes da gastronomia. A área de estar dispõe de TV, adega e sofá reversível em cama.

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Do lado externo, um deck de 72 m² em madeira amplia o espaço, oferecendo área de descanso, jardim e fogo de chão para recepcionar visitantes. O projeto ainda integra um carro, reforçando a ideia de estilo de vida contemporâneo e conectado.

Parceria entre arquitetura e marcenaria

A Casa Montagna é assinada pelo arquiteto Heliomar Venancio, em parceria com a Marcenaria Nicola, a Locares Modular e a CVC. Segundo os organizadores, a proposta une design, praticidade e inovação, dialogando com sustentabilidade, eficiência e qualidade de vida.

Inspiração em projetos anteriores

O novo conceito nasceu do sucesso da Casa Loft, apresentada em julho na feira ES Construção Brasil, em Carapina. O projeto, também desenvolvido por Venancio em parceria com Antonio Nicola e a Locares, foi vendido em tempo recorde logo nas primeiras horas do evento.

Diante da grande expectativa para a Espírito Madeira, a equipe desenvolveu a Casa Montagna com um conceito ainda mais ousado, reforçando o compromisso da feira em lançar tendências e surpreender o público.

Organização e apoios institucionais

A Espírito Madeira 2025 é organizada pelo Montanhas Capixabas Convention & Visitors Bureau (MCC&VB) e Interação, com patrocínio master da Placas do Brasil, além de Sicoob, Laguna e Far East Máquinas e Ferramentas.

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O evento também conta com o apoio de instituições como Aderes, Idaf, Governo do Estado do Espírito Santo, Sebrae, Findes, Senai, Sesi, Amunes, Prefeitura de Venda Nova do Imigrante, Nuqmad Ufes, Sistema Faes/Senar/Sindicatos, VP Madeiras, Asbea, Aseflor, Sbag, Renabi e IJSN.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançam US$ 5,8 bilhões e mantêm estado entre líderes nacionais

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As exportações do agronegócio de Minas Gerais somaram US$ 5,8 bilhões entre janeiro e abril de 2026, consolidando o estado entre os três maiores exportadores do setor no Brasil. No período, foram embarcadas 4,8 milhões de toneladas de produtos agropecuários para mais de 160 países.

Apesar da retração de 11,9% no valor exportado e de 9,3% no volume em comparação ao mesmo período de 2025, Minas Gerais respondeu por 10,6% das exportações do agronegócio brasileiro, mantendo posição de destaque no comércio exterior nacional.

Segundo análise da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), a redução está concentrada em segmentos específicos de grande representatividade, especialmente café e complexo sucroalcooleiro, enquanto diversas outras cadeias produtivas apresentaram crescimento.

Diversificação fortalece desempenho do agro mineiro

De acordo com a assessora técnica da Seapa, Manoela Teixeira, o resultado evidencia o avanço da diversificação das exportações do estado.

Segmentos como carnes, sementes, algodão, papel, animais vivos, couros, frutas e bebidas registraram desempenho positivo, contribuindo para ampliar a presença de Minas Gerais em diferentes mercados internacionais.

O estado também mantém liderança em importantes cadeias exportadoras. No primeiro quadrimestre, Minas respondeu por:

  • 71% das exportações brasileiras de café;
  • 30,5% dos produtos apícolas;
  • 20,4% dos lácteos;
  • 12,8% das rações para animais;
  • 11,9% dos produtos hortícolas, leguminosas, raízes e tubérculos.

Ao todo, mais de 500 produtos diferentes foram comercializados no mercado internacional durante o período.

Café continua liderando exportações

O café permaneceu como principal produto da pauta exportadora mineira, gerando receita de US$ 3,2 bilhões.

Foram embarcadas aproximadamente 7,4 milhões de sacas ao exterior, porém o segmento registrou retração de 17,5% em valor e de 26% em volume na comparação com o primeiro quadrimestre do ano anterior.

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Mesmo com a queda, o produto continua sendo o principal responsável pelo desempenho do agronegócio estadual e pela forte presença mineira no comércio internacional.

Complexo soja mantém segunda posição

O complexo soja, formado por grãos, farelo e óleo, ocupou a segunda colocação entre os produtos mais exportados pelo estado.

As vendas externas totalizaram US$ 1,14 bilhão, com embarques de 2,71 milhões de toneladas.

Em relação ao mesmo período de 2025, houve redução de 2,8% na receita e de 8,9% no volume exportado.

Carnes lideram crescimento entre os principais setores

O grande destaque positivo do quadrimestre foi o segmento de carnes bovina, suína e de frango.

As exportações do setor alcançaram US$ 576,7 milhões e 160 mil toneladas, representando crescimento de 8,2% em valor e de 0,7% em volume.

A valorização da carne bovina no mercado internacional foi um dos principais fatores responsáveis pelo avanço da receita, reforçando a importância do segmento na pauta exportadora mineira.

Complexo sucroalcooleiro registra retração

As exportações do complexo sucroalcooleiro somaram US$ 268,7 milhões entre janeiro e abril.

O resultado representa queda de 22,9% na receita e recuo de 2,7% no volume embarcado em comparação ao mesmo período do ano passado.

A redução do valor médio da tonelada exportada foi um dos fatores que mais contribuíram para o desempenho negativo do setor.

União Europeia permanece principal destino

A União Europeia consolidou-se como o principal mercado para os produtos do agronegócio mineiro.

O bloco econômico importou US$ 1,7 bilhão em produtos do estado no primeiro quadrimestre, equivalente a 29,6% de toda a pauta exportadora do agro mineiro.

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Na comparação anual, houve queda moderada de 2,9% no valor e de 2,5% no volume embarcado.

O café continua dominando as vendas para o mercado europeu, representando 94,4% do valor exportado ao bloco.

Por outro lado, alguns segmentos vêm ampliando sua participação. Os produtos florestais registraram crescimento de 42,8% na receita, enquanto as exportações de carnes mais que dobraram, indicando oportunidades de diversificação e agregação de valor.

Mercosul amplia volume importado

Os países do Mercosul — Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia — adquiriram US$ 82 milhões em produtos do agronegócio mineiro no período.

Embora a receita tenha recuado 2,1%, o volume exportado cresceu 10,1%, refletindo ajustes nos preços médios dos produtos comercializados.

A Argentina respondeu por 63,2% das compras do bloco, seguida por Uruguai, Paraguai e Bolívia.

Diferentemente da União Europeia, a pauta exportadora para o Mercosul apresenta maior diversidade. O café representa 38,3% das vendas, seguido por cacau e derivados, carnes, produtos vegetais, hortaliças, tubérculos, produtos florestais e alimentos processados.

Essa característica amplia as oportunidades para a indústria agroalimentar mineira, especialmente em segmentos de maior valor agregado, como bebidas, chocolates, lácteos e cafés especiais.

Perspectiva

Mesmo diante da retração observada no primeiro quadrimestre, Minas Gerais mantém posição estratégica no comércio exterior do agronegócio brasileiro. A força do café, o avanço das exportações de carnes e a crescente diversificação da pauta exportadora reforçam a competitividade do estado e ampliam as oportunidades de crescimento em mercados internacionais cada vez mais exigentes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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