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Manga tommy recua no Vale do São Francisco, enquanto palmer registra alta

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As movimentações de preço no mercado de mangas refletiram comportamentos distintos entre as variedades na última semana, de acordo com dados do Hortifrúti/Cepea. Enquanto a tommy apresentou queda expressiva no Vale do São Francisco, a palmer registrou valorização impulsionada pela menor oferta e pela demanda externa.

Queda no preço da manga tommy no Vale do São Francisco

Após semanas de valorização, a manga tommy registrou recuo significativo no Vale do São Francisco (PE/BA). Entre os dias 8 e 12 de setembro, o preço médio foi de R$ 2,55/kg, o que representa uma queda de 19% em relação à semana anterior. Segundo o Cepea, o movimento está ligado ao aumento do volume disponível na região, que pressionou as cotações.

Palmer ganha força com exportações e menor oferta

Em contrapartida, a variedade palmer apresentou forte alta na mesma região. O preço médio da fruta chegou a R$ 2,91/kg, avanço de 31% frente ao período anterior. Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea destacam que a menor disponibilidade da palmer no mercado, somada ao aumento dos embarques para a Europa, sustentou essa valorização.

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Preços na Ceagesp também refletem o cenário

Na Ceagesp (SP), as cotações acompanharam a tendência regional. A palmer subiu 12% em uma semana, alcançando R$ 5,22/kg, enquanto a tommy manteve estabilidade, sendo negociada a R$ 5,84/kg.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Massari Fértil e Morro Verde investem R$ 20 milhões e triplicam produção de fosfato natural em Pratápolis (MG)

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Expansão reforça indústria nacional de fertilizantes

A Massari Fértil e a Morro Verde, após a fusão anunciada em janeiro de 2026, consolidaram posição entre as principais empresas brasileiras de fertilizantes naturais. O grupo alcança faturamento estimado de R$ 500 milhões e capacidade produtiva superior a 3 milhões de toneladas por ano.

Como parte do plano de expansão, a companhia concluiu um investimento de R$ 20 milhões na unidade de fosfato localizada em Pratápolis (MG), voltado à ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo (FNR).

Produção de FNR é triplicada com modernização da planta

Com o aporte, a capacidade produtiva da unidade passou de aproximadamente 400 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas anuais, representando um crescimento expressivo e consolidando a empresa entre os principais fornecedores nacionais de fosfatos naturais para o agronegócio.

O projeto foi iniciado em 2025 e faz parte da estratégia de expansão da companhia, com foco em aumentar a competitividade da indústria brasileira de fertilizantes e reduzir a dependência de insumos importados.

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Investimento gera impacto econômico em Minas Gerais

Além dos ganhos industriais, a expansão deve gerar impactos diretos na economia regional. A expectativa é de criação de empregos diretos e indiretos, fortalecimento da cadeia de fornecedores e aumento da movimentação econômica em Pratápolis e municípios do entorno.

A iniciativa também contribui para o desenvolvimento do setor mineral e industrial ligado à cadeia de fertilizantes, considerado estratégico para o agronegócio brasileiro.

Estratégia busca maior autonomia do agronegócio brasileiro

Segundo o CEO da Massari Fértil e Morro Verde, Sérgio Ailton Saurin, o investimento reforça a preparação da companhia para um novo ciclo de crescimento.

“Estruturamos uma operação mais robusta e eficiente, preparada para sustentar nosso crescimento nos próximos anos e atender às necessidades do mercado interno com mais competitividade”, afirmou.

O executivo destaca ainda a importância estratégica do setor de fertilizantes para o país.

“O Brasil ocupa uma posição estratégica no agronegócio global e precisa avançar continuamente em autonomia e eficiência no fornecimento de insumos. Investimentos como este fortalecem a indústria nacional, geram valor para o produtor rural e impulsionam o desenvolvimento econômico das regiões onde atuamos”, completou.

Fertilizantes ganham papel central no agro brasileiro

A ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo reforça o movimento de fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes, um dos pilares estratégicos para a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro.

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Com maior capacidade produtiva interna, o setor busca reduzir gargalos de oferta e ampliar a segurança no abastecimento de insumos essenciais para a produção agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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