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Caravana da Inovação Portuária promove debates para fortalecer sustentabilidade e tecnologia em portos brasileiros

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A 4ª edição da Caravana da Inovação Portuária foi realizada nesta quinta-feira (18), em Fortaleza (CE), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). O evento contou com quatro painéis que debateram diversos temas voltados para a cultura de inovação no setor portuário.

As discussões sobre tecnologia e inovação abordaram a necessidade de novas competências para os trabalhadores portuários, em resposta às exigências do mercado. Cristina Castro, da Superintendência de Estudos e Pesquisas da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), enfatizou a importância de investir em capacitação profissional. “Quando falamos de terminais de contêineres, por exemplo, estamos falando de mais digitalização, mais tecnologia e necessidade de capacitação. São pessoas que precisam ser formadas de uma maneira diferente do que era no passado, e para isso é necessário investimento educacional”, pontuou.

Guilherme Muchale, do Observatório da Indústria da FIEC, discutiu os desafios portuários atuais sob a perspectiva do ecossistema cearense de inovação e da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Diretor Tetsu Koike no evento
Diretor Tetsu Koike no evento
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No painel sobre “A proteção da propriedade intelectual como parte da estratégia das autoridades portuárias inovadoras”, Elton Ferreira, assistente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), declarou: “Já temos autoridades portuárias públicas que possuem sua própria política de propriedade intelectual, como o Porto de Suape, no Recife, que registrou um software de gestão portuária e, com isso, poderá vendê-lo e compartilhá-lo com outros complexos portuários”. Ele destacou a importância desse avanço para o conhecimento e o aumento da receita. Francisco Fábio Cavalcante, chefe do escritório regional do INPI no Ceará, também participou da conversa.

A secretária de Desenvolvimento Econômico do Ceará, Márcia Noronha, destacou o papel das políticas públicas no estímulo à inovação. Ela citou a criação de uma linha de financiamento com condições especiais para indústrias em complexos portuários e Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) na região Nordeste. A secretária também mencionou o lançamento de editais para impulsionar o desempenho industrial exportador e conceder incentivos econômicos para projetos de inovação de pequenas e médias empresas voltados às soluções para o setor portuário.

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Encerrando a 4ª edição da Caravana, os painelistas falaram sobre a inserção de startups no mercado de inovações portuárias. O diretor de Políticas Setoriais, Planejamento e Inovação do Ministério de Portos e Aeroportos, Tetsu Koike, resumiu os objetivos do evento. “Encerramos este evento com muita riqueza, com muitas boas ideias e projetos que vão surgir a partir de agora”, disse ele.

Sobre a iniciativa
A Caravana da Inovação é uma iniciativa itinerante organizada pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em parceria com a Antaq e o Hub de Inovação Brasil Export. O objetivo é fortalecer parcerias e promover melhorias operacionais nos portos brasileiros.

Recife (PE), Salvador (BA) e Maranhão (MA) já receberam a ação. Em outubro, será a vez do Rio de Janeiro (RJ) sediar o evento.

Saiba mais em: www.gov.br/portos-e-aeroportos/pt-br/caravanas-da-inovacao-portuaria

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MTE lança novo site do Observatório do Trabalho e revista com dados estratégicos sobre o mercado brasileiro

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Ao participar, nesta segunda-feira (15), do lançamento do novo site do Observatório Nacional do Mercado de Trabalho e da 5ª edição da revista Observatório do Trabalho Brasileiro, durante o 3º Encontro Nacional da Rede de Observatórios do Trabalho, em Brasília, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou a importância da iniciativa para ampliar a produção e o acesso a informações estratégicas sobre o mercado de trabalho brasileiro.

Segundo o ministro, os dados produzidos pelo Observatório são fundamentais para orientar a formulação de políticas públicas mais eficientes. “Como pensar em política pública se não tenho dados, um histórico para projetar o futuro? Precisamos conhecer para propor mudanças”, afirmou.

O novo site disponibiliza o Painel de Indicadores da Rede de Observatórios do Trabalho, uma ferramenta que reúne, em um único ambiente digital, dados atualizados sobre o mercado de trabalho brasileiro, incluindo informações sobre emprego formal e informal, com o objetivo de ampliar o acesso público à informação e qualificar a formulação de políticas públicas.

Escola do Trabalhador 4.0

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Durante o encontro, o ministro chamou a atenção dos superintendentes Regionais do Trabalho e Emprego dos diversos estados presentes para a importância de priorizar, em suas gestões, políticas de qualificação e formação profissional, inserção de trabalhadores e apoio a iniciativas solidárias. Ele destacou programas como o Caminho Digital, parceria entre o MTE e a Microsoft, que tem como objetivo promover iniciativas de qualificação voltadas ao desenvolvimento de habilidades digitais e à inserção profissional no contexto da Economia 4.0.

“Eu acredito no potencial da Escola do Trabalhador 4.0. São milhões de vagas gratuitas na área de tecnologia, com mais de 140 cursos em diferentes trilhas do conhecimento, que vão do letramento digital ao nível mais avançado, disponíveis aos trabalhadores em todos os estados. Temos de priorizar essas iniciativas”, afirmou Luiz Marinho.

A 5ª edição da revista Observatório do Trabalho Brasileiro, que estará disponível a partir da próxima semana no site do MTE, aborda temas centrais do mercado de trabalho brasileiro e seus dilemas estruturais, como rotatividade, participação e heterogeneidade; pleno emprego; informalidade; trabalho doméstico; intermediação de mão de obra; participação feminina no mercado formal; sofrimento psíquico e prazer laboral; produtividade; e assédio no trabalho.

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O novo site do Observatório está disponível no Painel de Indicadores da Rede de Observatórios do Trabalho.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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