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Últimos dias para inscrição na 4ª turma do curso sobre requisitos higiênico-sanitários em embarcações pesqueiras

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) – Campus Piúma, lembra que o prazo para inscrição na 4ª turma do curso de Formação Continuada “Requisitos Higiênico-Sanitários para Embarcações Pesqueiras de Produção Primária” está chegando ao fim. Os interessados têm até 21 de setembro de 2025, às 23h59 (horário de Brasília) para garantir participação.

Qualificação para profissionais da pesca e aquicultura

Com carga horária de 100 horas e duração prevista de 90 dias, o curso é ofertado totalmente a distância (EaD) e tem início em 6 de outubro de 2025, com encerramento em 20 de fevereiro de 2026.

O curso é voltado a profissionais graduados em áreas como Aquacultura, Ciências Biológicas, Engenharia de Pesca, Medicina Veterinária, Nutrição, Zootecnia, Engenharia de Alimentos, entre outras correlatas à qualidade e segurança do pescado. A capacitação tem como objetivo formar profissionais aptos a atuar no controle de qualidade e na segurança do pescado, assegurando o cumprimento dos critérios higiênico-sanitários previstos em normas nacionais e internacionais.

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SERVIÇO
Curso: Requisitos Higiênico-Sanitários para Embarcações Pesqueiras de Produção Primária
Modalidade de Oferta: a distância (EaD).
Carga Horária Total: 100 horas.
Duração: 90 dias.
Vagas disponibilizadas: 100 vagas por turma.

4ª Turma
Início do curso: 06/10/2025

Término do curso: 20/02/2026

Período de Inscrição: 09 a 21 de setembro de 2025 (até as 23h59 do horário de Brasília).

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo portal do Ifes – Campus Piúma: https://piuma.ifes.edu.br

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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