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Exportações de carne suína crescem em volume e receita até a terceira semana de setembro

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As exportações brasileiras de carne suína fresca, refrigerada ou congelada seguem em alta em setembro de 2025. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (22) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o país já embarcou 92,04 mil toneladas até a terceira semana do mês.

No mesmo período do ano passado, em setembro de 2024, os embarques somaram 107,6 mil toneladas ao longo de 21 dias úteis. Mesmo com um volume acumulado menor, a média diária em 2025 apresentou forte crescimento.

A média diária de exportações até agora está em 6,13 mil toneladas, avanço de 19,7% em relação à média registrada em setembro de 2024, que foi de 5,1 mil toneladas/dia útil.

Receita das exportações registra avanço expressivo

O faturamento acumulado com as vendas externas de carne suína alcançou US$ 236,7 milhões até a terceira semana de setembro de 2025. Para efeito de comparação, em setembro de 2024 o total exportado gerou US$ 269 milhões.

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Apesar do volume financeiro total ainda estar abaixo do ano passado, a média diária de receita mostra evolução significativa. Em 2025, chegou a US$ 16,78 milhões/dia útil, crescimento de 23,2% em relação à média de setembro de 2024 (US$ 12,81 milhões/dia útil).

Preços pagos por tonelada seguem em valorização

Outro ponto positivo para o setor é a valorização dos preços pagos pela carne suína. Até a terceira semana de setembro de 2025, a média foi de US$ 2.571,7 por tonelada, uma alta de 2,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando a carne suína era negociada a US$ 2.499,3 por tonelada.

Esse movimento reforça a tendência de recuperação dos preços no mercado internacional e contribui para o aumento da rentabilidade das exportações brasileiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cacau reage no mercado internacional após avanço no processamento e ajuste de posições

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Mercado de cacau alterna correção e recuperação nas bolsas internacionais

O mercado de cacau passou por uma fase recente de correção, com quedas relevantes nas bolsas de Nova York e Londres, refletindo uma percepção de maior conforto na oferta global no curto prazo.

Segundo análises da StoneX, o movimento foi influenciado por rumores de uma produção acima do esperado na safra 2025/26 da Costa do Marfim, além de condições climáticas favoráveis na região Oeste da África — principal polo produtor mundial.

Esse conjunto de fatores reforçou a expectativa de maior disponibilidade da commodity, sustentada pelo aumento das entregas, crescimento dos estoques e projeções de superávit global tanto para 2025/26 quanto para 2026/27. Esse cenário reduziu o espaço para altas mais consistentes e manteve pressão sobre as cotações internacionais.

Dados de moagem surpreendem e impulsionam reação dos preços

No início desta semana, no entanto, o mercado apresentou forte reação positiva, com alta que chegou a superar 8% durante a manhã.

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Além do impacto do acordo de paz entre Estados Unidos e Irã no sentimento global dos mercados, o movimento também foi influenciado por ajustes de posições de fundos, após a divulgação de novos dados sobre o processamento de cacau.

A moagem na Costa do Marfim avançou 39,7% em maio na comparação anual. No acumulado do ano, o crescimento foi de 1,7%, desempenho que surpreendeu o mercado e sinalizou uma possível recuperação parcial da demanda industrial.

Cenário ainda é de equilíbrio entre pressão e suporte

Apesar da reação positiva recente, o mercado de cacau segue em um ambiente de forças opostas.

De um lado, o avanço da moagem indica maior utilização das amêndoas e algum fortalecimento da demanda no curto prazo. De outro, as projeções de produção elevada, o aumento dos estoques e a perspectiva de superávits globais nos próximos ciclos continuam limitando uma tendência mais consistente de recuperação das cotações.

Assim, o mercado permanece sensível a novos dados de oferta e demanda, com alta volatilidade e ajustes frequentes de posicionamento por parte dos investidores.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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