Agro News

EuroChem abre mais de 100 vagas de emprego em manutenção no Complexo de Serra do Salitre (MG)

Publicado

A EuroChem, uma das maiores produtoras de fertilizantes do país, anunciou a abertura de mais de 100 oportunidades de trabalho na área de manutenção em seu Complexo Mineroindustrial, localizado em Serra do Salitre, no interior de Minas Gerais.

Oportunidades para diferentes funções

As vagas contemplam diversas funções ligadas à manutenção industrial, incluindo mecânicos, soldadores, instrumentistas e eletricistas. Esses profissionais são considerados essenciais para a operação da unidade, que é um dos maiores investimentos do setor no Brasil.

Requisitos para candidatura

Para participar do processo seletivo, os candidatos devem ter Ensino Médio completo e experiência prévia em atividades industriais. A empresa destaca ainda que cursos técnicos e especializações em áreas relacionadas serão diferenciais durante a seleção.

Impacto regional e geração de empregos

As oportunidades são direcionadas especialmente para moradores de Serra do Salitre, Patrocínio, Araxá e distritos próximos. Segundo a EuroChem, a iniciativa reforça o compromisso da companhia em contribuir para o desenvolvimento social, estimular a economia regional e atrair mão de obra qualificada.

Leia mais:  Mato Grosso do Sul faz balanço positivo do setor agrícola em 2024
Investimento bilionário em Minas Gerais

Inaugurada em 2024, a planta recebeu aporte de US$ 1 bilhão e tem capacidade para produzir até 1 milhão de toneladas de fertilizantes fosfatados por ano. Atualmente, a unidade já conta com 830 colaboradores diretos.

Como se candidatar às vagas

Os interessados em participar da seleção podem enviar o currículo para o e-mail [email protected] ou se inscrever pelo link de carreiras disponível na plataforma Gupy.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

Publicado

A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

Leia mais:  Exportações de ovos caem em julho, mas seguem muito acima do registrado em 2024

Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

Leia mais:  Brasil lança plano para ampliar arborização em áreas urbanas

Fonte: Pensar Agro

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana