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MME reforça papel estratégico das hidrelétricas na transição energética do Brasil

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quinta-feira (25/09), do evento “O Papel das Hidrelétricas na Transição Energética” que abordou temas fundamentais para a agenda de descarbonização sob a perspectiva do setor público e de agentes privados. Participando do painel de abertura, o secretário Nacional de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho, destacou o papel estratégico das hidrelétricas para garantir mais flexibilidade, segurança e otimização da gestão dos usos múltiplos da água.

“Precisamos valorizar cada vez mais nossas hidrelétricas, pela flexibilidade que oferecem ao sistema e pelo papel que desempenham na gestão múltipla do uso da água. O fortalecimento da governança, por meio do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico em articulação com a ANA e o IBAMA, é essencial para garantir previsibilidade e diálogo com a sociedade na recuperação dos nossos reservatórios. Ao mesmo tempo, é fundamental retomar os investimentos no setor, com a contratação de novas usinas e pequenas centrais hidrelétricas, desenvolvimento de potenciais reversíveis e a correta valoração da flexibilidade que essas fontes oferecem. Esse é o compromisso do MME, assegurar que as hidrelétricas continuem exercendo um papel central e estratégico na transição energética do país”, disse.

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Foram discutidas, ainda, questões importantes sobre a capacidade das usinas hidrelétricas em fornecer maior flexibilidade e confiabilidade na geração e no consumo de energia elétrica, a retomada do planejamento e desenvolvimento de projetos, os cortes de geração, o aprimoramento de novas tecnologias para garantir mais segurança energética no país, a formação de preços e a governança dos modelos computacionais do setor.

Participando da mesa de debate sobre a visão do setor público em relação ao papel das hidrelétricas, o secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento, Gustavo Ataíde, apresentou diversas ações que o Governo Federal tem realizado de relevante para o setor, como o leilão de reserva de capacidade e a repotencialização e modernização do parque hidrelétrico nacional.

“Também tivemos recentemente um leilão de Pequenas Centrais Hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidrelétricas com vários empreendimentos contratados e isso gera desenvolvimento regional com aumento de empregos. E mais especificamente em um âmbito de formulação de políticas e transição energética, na discussão de mudanças climáticas, estamos atuando no Plano Clima em favor das hidrelétricas, que são fundamentais para renovação da matriz elétrica e a expansão da fonte hidráulica no país”, destacou o secretário.

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O evento contou com a participação de autoridades do Governo Federal, dirigentes de órgãos públicos e associações, CEOs e especialistas do setor, além de representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da Itaipu Binacional, da Auren Energia, da Copel, da Eletrobras e da Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica (ABRAGE).

O papel das hidrelétricas na transição energética (25/09/2025)

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Nacional

Operação Brasil Contra o Crime Organizado prende 76 pessoas e provoca prejuízo superior a R$ 45 milhões às facções

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Brasília, 22/5/2026 – A Operação Brasil Contra o Crime Organizado, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), divulgou, nesta sexta-feira (22), o balanço operacional consolidado das atividades realizadas entre 17 e 22 de maio nas regiões de fronteira e divisas do País. O prejuízo estimado ao crime organizado ultrapassa R$ 45,7 milhões.

As ações foram coordenadas pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), por meio da Coordenação-Geral de Fronteiras e Amazônia (CGFRON), e ocorreram de forma integrada nas 27 unidades da Federação. A iniciativa ampliou significativamente o alcance da operação em relação a 2025, quando as atividades foram realizadas em sete estados.

Balanço parcial da semana

• 76 prisões e apreensões, sendo 51 prisões em flagrante, 19 por mandado judicial e 6 apreensões de adolescentes;
• cumprimento de 8 mandados de busca e apreensão;
• instauração de 12 inquéritos e conclusão de 2;
• realização de 32 operações com resultado de inteligência;
• realização de 70 bloqueios, barreiras e blitz policiais.

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As operações também impactaram a logística do crime organizado, principalmente no tráfico de drogas, armas e contrabando. Entre os materiais apreendidos no período, estão:

• 8,3 toneladas de maconha;
• mais de 613 kg de cocaína e pasta base;
• 373 kg de skunk;
• 2 metralhadoras, 3 fuzis, 14 espingardas, 4 pistolas e 3 revólveres;
• mais de 89 mil munições;
• cigarros contrabandeados, agrotóxicos ilegais e veículos utilizados pelas organizações criminosas.

Brasil Contra o Crime Organizado
Operação Brasil Contra o Crime Organizado prende 76 pessoas e provoca prejuízo superior a R$ 45 milhões às facções. foto: Divulgação

Os resultados consolidados entre 11 e 22 de maio demonstram o impacto da atuação integrada das forças de segurança pública em todo o Brasil, com prejuízo superior a R$ 213 milhões ao crime organizado. Até o momento, as ações contabilizam 242 prisões, mais de 60 toneladas de drogas apreendidas, armamentos de grosso calibre — incluindo fuzis e metralhadoras — e mais de 89 mil munições retiradas de circulação.

Segundo o diretor de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp, Anchieta Nery, a ampliação nacional da operação fortalece o enfrentamento qualificado às organizações criminosas. “A expansão da operação para todas as unidades federativas representa um avanço importante na integração das forças de segurança pública. Estamos ampliando o compartilhamento de inteligência, fortalecendo a atuação nas fronteiras e atingindo diretamente a estrutura financeira e logística das facções criminosas em todo o território nacional”, afirmou.

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Além das medidas repressivas, a operação também intensificou a presença do Estado em áreas estratégicas de fronteira e divisas, com fiscalizações, visitas preventivas e abordagens policiais. Durante a semana, mais de 2,4 mil pessoas e mais de mil veículos foram abordados pelas equipes policiais.

A Operação Brasil Contra o Crime Organizado integra a estratégia nacional do Governo Federal voltada ao enfrentamento qualificado das organizações criminosas, ao combate aos crimes transfronteiriços e à descapitalização financeira das facções.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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