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MMA participa de audiência pública da Comissão Nacional de Bioeconomia na Câmara dos Deputados

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A construção participativa do Plano Nacional de Bioeconomia (PNDBio) foi tema de audiência pública realizada na última quinta-feira (25/9) na Câmara dos Deputados, em sessão conduzida pela Comissão Nacional de Bioeconomia (CNBio) e pela Frente Parlamentar Mista pela Inovação na Bioeconomia. Na ocasião, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) foi representado pela secretária nacional de Bioeconomia, Carina Pimenta, que destacou o PNDBio como instrumento central para transformar a Estratégia Nacional de Bioeconomia em metas, ações e indicadores com monitoramento público.

A abertura do debate contou ainda com a participação do  o deputado federal Rodrigo Rollemberg; a relatora do projeto de lei complementar que institui a Política Nacional de Bioeconomia (PLP 150/2022), deputada federal Socorro Neri (PP-AC); a secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Julia Cortez da Cunha Cruzo presidente executivo da Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI), Thiago Falda; e o gerente de Recursos Naturais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Mário Cardoso.

Em sua fala, Carina Pimenta reforçou a dimensão estratégica da agenda. “A bioeconomia nos ajuda a cumprir metas climáticas, recuperar áreas degradadas e fazer a transição para uma economia de baixo carbono, valorizando nossos ativos ambientais e a biodiversidade”, afirmou. Segundo ela, pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico “trazem competitividade, industrialização e o uso sustentável da nossa biodiversidade, elementos que precisam caminhar juntos, de forma integrada”.

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Responsável pela condução do debate, Rollemberg ressaltou a importância de construir um plano com a participação ativa da sociedade. “É muito importante realizar essa construção coletiva. Ela exige esforço. É preciso ouvir a sociedade, a comunidade científica, a indústria, os povos tradicionais e o parlamento. Mas isso facilita o processo de tramitação dos instrumentos que precisam ser aprovados pelo Congresso”, afirmou o deputado.

O debate faz parte do trabalho de construção conjunta que tem sido feito em torno do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia, que traçará as diretrizes da bioeconomia brasileira pelos próximos 10 anos, um passo decisivo para transformar a biodiversidade em prosperidade, fortalecer cadeias produtivas sustentáveis e gerar inovação em todo o país. 

O encontro reuniu parlamentares, representantes de ministérios, setor produtivo, academia e sociedade civil. Entre os temas em destaque, estiveram a diversificação de fontes de biomassa para ampliar a base de bioprodutos, a contribuição da bioeconomia para a descarbonização industrial e a importância de um marco legal que acelere investimentos e dê segurança regulatória. Na oportunidade, a relatoria do PLP 150/2022 apontou a intenção de compatibilizar a tramitação com o PNDBio.

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A CNBio, colegiado que reúne 17 ministérios e 17 instituições da sociedade civil, coordena o processo de construção do plano com participação social ampliada. O texto preliminar do PNDBio está em consulta pública até 4 de outubro de 2025 na plataforma Brasil Participativo. Cidadãos e organizações podem enviar contribuições sobre eixos prioritários, metas, indicadores, capítulos transversais e mecanismos de governança.

A sociedade pode contribuir com sugestões sobre eixos prioritários, metas, indicadores, capítulos transversais e mecanismos de governança até 4 de outubro, pela plataforma Brasil Participativo. Acesse: 

Acesse a consulta pública aqui

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Bolsas globais operam sob pressão enquanto Ibovespa tenta recuperação; petróleo, dólar e Fed dominam o mercado

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Os mercados financeiros iniciam esta terça-feira (7) em clima de cautela. As bolsas asiáticas encerraram o pregão majoritariamente em queda, enquanto os mercados europeus apresentam desempenho misto e os índices futuros de Wall Street oscilam sem direção única, refletindo a combinação entre incertezas geopolíticas, expectativa pela política monetária do Federal Reserve (Fed) e a movimentação dos preços do petróleo.

No Brasil, o Ibovespa Futuro abriu em alta, buscando recuperar parte das perdas registradas na sessão anterior, quando o principal índice da B3 recuou 0,93%. O mercado também acompanha a valorização do dólar, os indicadores econômicos domésticos e os desdobramentos das tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos ao Brasil.

Bolsas da Ásia encerram sessão em queda

O pregão asiático foi marcado por aversão ao risco. Na China, o índice CSI 300 recuou 1,03%, enquanto o Shanghai Composite (SSEC) caiu 1,26%, pressionados principalmente pelo desempenho das empresas do setor imobiliário e pela cautela dos investidores antes da divulgação de novos sinais sobre a política monetária norte-americana.

No Japão, o Nikkei 225 fechou com queda de 2,12%. A Coreia do Sul registrou uma das maiores perdas do dia, com o Kospi recuando 4,91%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, encerrou em baixa de 0,51%.

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Europa e Wall Street acompanham petróleo e cenário geopolítico

Na Europa, os principais índices operam próximos da estabilidade, enquanto investidores monitoram os desdobramentos das tensões no Oriente Médio e a evolução das negociações envolvendo Estados Unidos e Irã.

Nos Estados Unidos, os contratos futuros apresentam comportamento misto, com investidores atentos ao início da temporada de balanços corporativos, aos próximos indicadores econômicos e às perspectivas para os juros americanos. A alta recente das ações de tecnologia continua sustentando parte do mercado norte-americano, embora o ambiente permaneça de elevada volatilidade.

Ibovespa tenta recuperação após queda

No mercado brasileiro, o Ibovespa Futuro iniciou o pregão aos 175.510 pontos, sinalizando recuperação após a realização de lucros observada na sessão anterior.

O dólar comercial opera ao redor de R$ 5,13, enquanto investidores acompanham indicadores domésticos, como a queda do IGP-DI, além das repercussões das medidas comerciais dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

Empresas da B3 movimentam o mercado

Entre os principais destaques corporativos desta terça-feira estão:

  • Raízen (RAIZ4) figura entre os destaques positivos do setor de energia.
  • Petrobras (PETR3 e PETR4) acompanha a recuperação do petróleo Brent, negociado próximo de US$ 72 por barril, fator que influencia diretamente o desempenho das ações da companhia.
  • Vale (VALE3) segue monitorando o comportamento do minério de ferro no mercado internacional, além das repercussões da mudança na presidência do Conselho de Administração da empresa.
  • Engie Brasil (EGIE3) protocolou pedido na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para emissão de R$ 700 milhões em debêntures.
  • Gafisa (GFSA3) voltou ao radar após a Redwood Administração de Recursos elevar sua participação acionária para 26,3%.
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Mercado segue sensível aos próximos indicadores

Os investidores permanecem atentos aos próximos dados econômicos nos Estados Unidos, que poderão influenciar as expectativas para a trajetória dos juros pelo Federal Reserve. Ao mesmo tempo, os preços do petróleo, o comportamento do dólar, o desempenho das commodities e o fluxo de capital estrangeiro continuam sendo os principais vetores para os mercados globais e para a Bolsa brasileira ao longo desta semana.

O cenário permanece de elevada volatilidade, exigindo atenção redobrada dos investidores diante das mudanças no ambiente econômico internacional e dos reflexos sobre ativos ligados ao agronegócio, mineração, energia e exportações brasileiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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