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Embrapa realiza seminário sobre aproveitamento sustentável de dejetos suínos em Concórdia (SC)

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A Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia (SC), promoverá no dia 24 de outubro o seminário “Aproveitamento sustentável dos dejetos suínos: aspectos técnicos e legais”. O evento tem como objetivo discutir soluções, desafios e orientações para o uso adequado dos dejetos da suinocultura, destacando seu potencial na produção de biogás e geração de energia como práticas sustentáveis.

Programação inclui palestras e visitas técnicas

O seminário contará com palestras de especialistas do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), da empresa Ekodata Tecnologia e Saneamento Ambiental, além de pesquisadores e analistas da Embrapa.

O público também terá a oportunidade de realizar visitas técnicas à Estação de Tratamento de Dejetos de Suínos (ETDS) e ao Sistema de Compostagem e Desidratação de Animais Mortos (TEC-DAM), instalados na unidade da Embrapa.

Público-alvo e inscrições

O evento é direcionado a:

  • Profissionais do setor agropecuário e ambiental
  • Técnicos do CREA-SC
  • Entidades parceiras
  • Produtores rurais

O seminário será presencial e com vagas limitadas. As inscrições estão abertas até 20 de outubro por meio do link: forms.gle/uLd76iLXVd8Cg3oPA.

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Importância do evento para o setor

Para Valdir Ávila, pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, o seminário é uma oportunidade de integrar diferentes agentes do setor em torno de soluções sustentáveis e aplicáveis.

“O aproveitamento adequado dos dejetos suínos é um desafio técnico e ambiental que exige conhecimento e cooperação. Nosso objetivo é promover o diálogo entre pesquisa, órgãos reguladores, empresas e produtores para que as tecnologias sejam aplicadas de forma eficiente, garantindo ganhos ambientais e econômicos para toda a cadeia produtiva”, afirmou Ávila.

Realização e apoio institucional

O seminário é promovido pela Embrapa Suínos e Aves e pela Agrocon, com o apoio de instituições parceiras, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e inovação no setor suinícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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