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Corinthians conquista o Hexacampeonato da Libertadores Feminina nos Pênaltis

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O Corinthians reafirmou sua hegemonia no futebol feminino sul-americano ao levantar a taça da Copa Libertadores Feminina pela sexta vez. Em uma final eletrizante neste sábado (18.10), as Brabas do Timão superaram o Deportivo Cali (COL) em uma disputa de pênaltis, após um empate sem gols no tempo regulamentar, no Estádio Florencio Sola.

A decisão foi marcada pela intensidade e pela cautela de ambas as equipes. Durante os 90 minutos, o placar não foi alterado, apesar de um momento de esperança para as corintianas. Aos 45 do primeiro tempo, um gol de Érika, após rebote de uma cabeçada de Vic Albuquerque, chegou a ser comemorado, mas foi anulado pelo VAR, que identificou impedimento na jogada que antecedeu o arremate final.

Com o 0 a 0 persistindo, a taça foi decidida na marca da cal. Na série de penalidades, o Corinthians mostrou precisão impecável, convertendo todas as suas cinco cobranças. A vitória foi selada após a goleira corintiana defender a cobrança da jogadora Ibarguen, garantindo o triunfo por 5 a 3 e a celebração do título continental.

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Este título não apenas adiciona mais uma estrela à galeria do Corinthians, mas solidifica sua posição como o maior campeão da Libertadores Feminina. O clube agora soma seis conquistas (2017, 2019, 2021, 2023, 2024), ampliando a distância para o São José, que detém três títulos e é o segundo maior vencedor da competição. A dominância alvinegra no cenário sul-americano é inquestionável, fruto de um projeto consolidado e de um elenco de alto nível.

Ferroviária garante o terceiro lugar

Mais cedo, no mesmo estádio, a Ferroviária, outra potência do futebol feminino brasileiro, também fez bonito. As Guerreiras Grenás enfrentaram o Colo-Colo (CHI) na disputa pelo terceiro lugar e garantiram a vitória por 1 a 0. O gol decisivo foi marcado por Katiuscia, assegurando a medalha de bronze para a equipe bicampeã continental.

Próximo desafio

Com a glória continental recém-conquistada, o Corinthians já se prepara para o próximo desafio. A equipe entra em campo pela 11ª rodada do Campeonato Paulista, enfrentando o São Paulo no dia 1º de novembro (sábado), às 11h (horário de Brasília).

Fonte: Esportes

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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