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Parceria entre Datagro e SpotSat cria hub global de inteligência agroambiental e promete revolucionar o agronegócio brasileiro

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Datagro e SpotSat unem forças para impulsionar a transformação digital do agronegócio

O setor agropecuário brasileiro ganha um novo marco tecnológico com a criação de uma joint venture entre a Datagro e a SpotSat, que une mais de quatro décadas de experiência em inteligência de mercado à liderança em monitoramento por satélite e inteligência artificial. A parceria visa consolidar o maior hub de inteligência agroambiental do mundo, integrando dados estratégicos, análises econômicas e imagens orbitais de alta precisão.

O novo empreendimento cobrirá mais de 600 milhões de hectares monitorados no Brasil, oferecendo aos agentes do setor informações em tempo real sobre produção, sustentabilidade, crédito e comércio internacional. A iniciativa promete aumentar a eficiência, a rastreabilidade e a segurança das operações agrícolas, beneficiando produtores, indústrias, instituições financeiras e governos.

Monitoramento orbital e dados de mercado em um único sistema

A nova empresa vai combinar dados de mercado e projeções globais de oferta e demanda com imagens de satélite de alta resolução, integrando informações sobre precificação internacional, políticas públicas e indicadores climáticos. Essa convergência de informações permitirá decisões mais assertivas em toda a cadeia produtiva, do campo à mesa.

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De acordo com José Renato da Costa Alberto, fundador e CEO da SpotSat, a parceria marca o início de uma nova era:

“Estamos construindo o que pode ser o maior hub de inteligência agroambiental do mundo. A união entre a visão global da Datagro e a capacidade científica e tecnológica da SpotSat é única. Vamos mudar o jogo e abrir um novo capítulo para o agronegócio brasileiro.”

Impacto direto na gestão, crédito e sustentabilidade do agronegócio

Com o novo sistema, produtores rurais poderão planejar o plantio, a colheita e a comercialização com base em relatórios orbitais e análises de mercado integradas, reduzindo riscos e otimizando recursos.

Para instituições financeiras e fundos de investimento, a tecnologia oferecerá um lastro científico e mercadológico mais sólido, facilitando a liberação de crédito e diminuindo o risco de inadimplência.

Projetos ligados à sustentabilidade, carbono e ESG também serão beneficiados. A rastreabilidade completa — do campo à floresta — trará mais transparência aos mercados de créditos ambientais, garantindo credibilidade internacional e facilitando a certificação de práticas sustentáveis.

Solução estratégica diante das novas exigências do crédito rural

A iniciativa surge em um momento crucial para o setor. A partir de 2026, o Banco Central suspenderá o crédito rural para propriedades com registros de desmatamento apontados pelo PRODES. A nova empresa terá capacidade de validar laudos oficiais do INPE, corrigindo possíveis erros e restaurando o acesso ao crédito para milhares de produtores afetados indevidamente.

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Um dos marcos do projeto será o lançamento do satélite Odail Spot One, o primeiro 100% brasileiro, que permitirá imagens atualizadas a cada 90 minutos com resolução de até 3 metros. Isso reduzirá significativamente os custos operacionais e eliminará a dependência cambial em tecnologias estrangeiras.

Brasil na vanguarda da tecnologia agroambiental

Mais do que uma fusão empresarial, a união entre Datagro e SpotSat representa um salto tecnológico e estratégico para o agronegócio brasileiro. A parceria reforça o papel do país como líder global em inovação, produtividade e sustentabilidade no campo.

Segundo José Renato da Costa Alberto, a missão é clara:

“Queremos transformar ciência e tecnologia em poder de mercado, elevando o agro brasileiro a um novo patamar de credibilidade e competitividade, consolidando o Brasil na vanguarda mundial em inteligência agroambiental.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño: dados do Observatório da Torre Alta da Amazônia para planejamento no setor da pesca e aquicultura

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O boletim de monitoramento do Observatório de Torre Alta da Amazônia (ATTO, sigla em inglês) também é uma das formas de preparação dos gestores de municípios em relação aos impactos do El Niño no setor pesqueiro e aquícola. O responsável pelo monitoramento é o pesquisador Cléo Quaresma, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) reforça que gestores e trabalhadores do setor também observem as análises. 

Segundo dados divulgados pelo MCTI, a precipitação reduziu 73% em julho, quando choveu somente 21 mm, comparado com a média de 92 mm. Em agosto, a chuva se manteve em 21 mm, uma redução de 36,6% em relação à média histórica de 58 mm. Em setembro, até o momento, foram apenas 2 mm de chuva, uma redução de quase 66%.

O que é precipitação? 

Considera-se precipitação todas as formas de água, líquida ou sólida, que caem das nuvens alcançando o solo: garoa, garoa gelada, chuva fria, granizo, cristais de gelo, bolas de gelo, chuva, neve, bolas de neve e partículas de neve. Seu volume é expresso geralmente em polegadas, referindo-se ao estado da água – se líquida ou sólida – que cai sobre uma determinada região e por um determinado período de tempo.

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Indicadores 

 

Entre os indicadores para acompanhamento estão: precipitação, temperatura e umidade do ar, e temperatura e teor de água no solo. Estes dados são fundamentais para entender os efeitos do El Niño na região.

 

A torre possui 325 metros de altura e está situada a cerca de 150 km de Manaus (AM), na área da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Uatumã. A influência do efeito climático na Amazônia, onde está instalado o Observatório, foi monitorada em outros momentos, como 2015-2016 e 2023-2024.

 

Acesse aqui as orientações do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), visando à preparação dos municípios em relação aos impactos do El Niño no setor.

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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