Agro News

Convenção Integra CMR reúne especialistas em MS para debater sanidade, produtividade e sustentabilidade na pecuária

Publicado

Evento celebra 40 anos do Grupo Real e promove troca de conhecimento

Nos dias 22, 23 e 24 de outubro, Campo Grande recebe a Convenção Integra CMR, um encontro internacional que reúne veterinários, pesquisadores, produtores e lideranças do agronegócio para discutir sanidade, produtividade e sustentabilidade na pecuária moderna.

O evento faz parte das comemorações dos 40 anos do Grupo Real, empresa sul-mato-grossense que busca fortalecer a conexão entre ciência, mercado e gestão. A programação ocorrerá em diversos locais da capital, incluindo Ondara Buffet, Fazenda Churrascada e a matriz do Grupo Real, atraindo profissionais de diferentes regiões do Brasil, além de representantes do Paraguai e da Bolívia.

Palestrantes de destaque e abordagens inovadoras

Entre os especialistas confirmados estão nomes reconhecidos na pesquisa e produção agropecuária, como:

  • Amanda Quintal (Fazu/UFMG)
  • José Renato Chiari (Associação Brasileira dos Criadores de Girolando)
  • José Antônio Dias Garcia (Unicamp)
  • Leopoldo Pereira (FEBRAPDP)
  • Edson Laroca Filho (Agropecuária Guapira)

O evento também contará com a participação do atleta paralímpico Fernando Rufino, que abordará foco e determinação como valores aplicáveis ao campo.

Leia mais:  Roubo de cargas avança para o Norte e Nordeste e muda rotas da criminalidade no Brasil

Para Marcelo Renck Real, diretor comercial do Grupo Real, a convenção representa um momento de celebração e aprendizado coletivo:

“A Convenção Integra CMR é uma oportunidade de unir ciência, prática e propósito. Estamos celebrando quatro décadas de trabalho com foco em excelência, e nada melhor do que fazer isso promovendo a troca de conhecimento com os melhores profissionais do país.”

Agenda técnica inclui sustentabilidade, controle de parasitas e bem-estar animal

O evento apresentará detalhes do “Ciclos”, programa de sustentabilidade do Grupo Real, reconhecido como caso de sucesso do Mato Grosso do Sul na COP30, iniciativa do Sistema FIEMS.

A programação prevê ainda palestras e debates sobre:

  • Controle biológico de parasitas
  • Homeopatia aplicada à pecuária
  • Bem-estar animal
  • Rastreabilidade na produção de carne e leite

Além das palestras, os participantes terão visitas técnicas, painéis de discussão e gravações de podcast, ampliando o alcance do conteúdo técnico e promovendo aprendizado contínuo para produtores e profissionais de todo o país.

Lideranças do setor reforçam papel da inovação e sustentabilidade

O encontro contará com a presença de Sérgio Longen, presidente da FIEMS, e Robson Del Casale, diretor de Sustentabilidade do Sistema Indústria, que discutirão o papel do setor produtivo nas agendas de inovação, carbono e ESG, reforçando a importância de práticas sustentáveis na pecuária moderna.

Leia mais:  Volta dos EUA às compras anima exportações de carne

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

Publicado

Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

Leia mais:  PIB da cadeia de óleos e biodiesel deverá crescer 11% em 2025 impulsionado por supersafra

Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

Leia mais:  Leite movimenta a economia e fortalece o agronegócio no Brasil

“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana