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Cantares de Salomão apresenta rádio e faculdade em visita

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A Fundação Cantares de Salomão recebeu na quarta-feira (22) a oitava visita do projeto Fundações de Portas Abertas promovido pelo Ministério Público de Mato Grosso. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a rede de fundações do estado promovendo integração, troca de experiências e valorização do papel social dessas instituições.Durante a visita os participantes conheceram as duas frentes de atuação da fundação, a Rádio Nazareno e a Faculdade Cantares de Salomão. Ambas foram criadas com o propósito de comunicar, educar e transformar a realidade local por meio da fé e do conhecimento. Os visitantes foram recebidos pelos pastores Gesiel Silva Costa, diretor da fundação, Mauro Márcio de Brito, diretor da faculdade, e Neocimar Martins, diretor financeiro da faculdade.Os pastores explicaram que a Fundação Cantares de Salomão surgiu com a concessão da Rádio Nazareno no ano 2000 e que a Faculdade Cantares de Salomão foi efetivamente implantada em 2011. Atualmente a rádio encontra-se consolidada por sua audiência e programação voltada à comunidade evangélica, e a faculdade oferece o curso de graduação em Teologia, quatro especializações e um curso básico voltado a pessoas sem ensino médio. O próximo passo da fundação é buscar a aprovação de um curso de mestrado.A Fundação nasceu por causa do rádio. Foi o desejo de comunicar e incluir a comunidade que impulsionou tudo, contou o pastor Gesiel Silva Costa. Já o pastor Mauro Márcio de Brito destacou que mais do que um centro de ensino a instituição quer ser uma resposta à sociedade oferecendo oportunidades de formação a quem não teria acesso à educação superior.O professor doutor José Jaconias da Silva, diretor-geral da Uniselva, se colocou à disposição para auxiliar na aprovação do mestrado. Tem muito espaço para o mestrado. É uma ótima oportunidade para a fundação e um caminho a ser percorrido. Nossa equipe está à disposição para compartilhar os relatórios e aprendizados que nos permitiram aprovar três programas de mestrado, afirmou.O promotor de Justiça Renee do Ó Souza sugeriu que as fundações participantes sejam entrevistadas pela Rádio Nazareno aproveitando sua audiência para divulgar ações e fortalecer o setor fundacional em Mato Grosso. A Fundação CDL demonstrou interesse na proposta especialmente para promover cursos de capacitação voltados ao primeiro emprego de jovens.A partir do ano que vem vamos iniciar treinamentos para jovens ingressarem no mercado de trabalho. A rádio será essencial para divulgar esses cursos e atrair os participantes, apontou Maria Cândida Silva Camargo, diretora institucional da Fundação CDL Cuiabá.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Penas de sete faccionados condenados pelo Júri somam 192 anos

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O Tribunal do Júri de Água Boa (a 730 km de Cuiabá) condenou sete integrantes de uma facção criminosa por homicídio qualificado e participação em organização criminosa. Parte dos réus também foi condenada pelos crimes de cárcere privado, tortura e ocultação de cadáver. Somadas, as penas totalizam 192 anos e quatro meses de reclusão, além de 116 dias-multa. O julgamento foi realizado nos dias 16 e 17 de junho, com apoio do Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).De acordo com denúncia da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Água Boa, Jonatha Fernando Moraes Mata, Natália Galvão Alves, Ana Julia Xavier Morais, Yara Yasmin Vilava Alves, Eduardo Ribeiro da Silva, Diego Oliveira dos Santos e Mathias Xavier Campos integravam uma organização criminosa com atuação na região. Conforme a investigação, o grupo planejou e executou o assassinato de Allan Davi Andrade Sousa, em fevereiro de 2024, em uma residência localizada no município de Nova Nazaré. A vítima foi atraída para uma emboscada, morta por motivo torpe e submetida a meio cruel de execução.Antes do homicídio, Allan Davi e o amigo Lucas Orescio Dias foram mantidos em cárcere privado por várias horas. Segundo o Ministério Público, os dois foram atraídos para a residência sob o pretexto de um encontro com integrantes da facção. Após chegarem ao local e consumirem entorpecentes com algumas das acusadas, foram surpreendidos por outros integrantes do grupo, que chegaram armados, tomaram seus celulares e os impediram de deixar o imóvel.As investigações apontaram que a execução foi motivada pela suspeita de que Allan integrasse uma facção rival. A desconfiança surgiu após uma publicação feita pela vítima em uma rede social. A partir daí, integrantes da organização criminosa passaram a monitorar Allan, planejaram uma emboscada e acionaram lideranças da facção para decidir o destino da vítima. Durante horas, Allan e Lucas foram submetidos a ameaças e intensa pressão psicológica enquanto os acusados analisavam o conteúdo de seus aparelhos celulares e buscavam obter uma suposta confissão.Ainda conforme a denúncia, após a autorização para a execução, Allan Davi foi asfixiado com um lençol por integrantes do grupo. Em seguida, parte dos envolvidos transportou o corpo para uma área de mata na zona rural de Nova Nazaré, onde o cadáver foi enterrado em uma cova rasa. A vítima foi decapitada no local, circunstância que embasou o reconhecimento da qualificadora do meio cruel. Enquanto isso, Lucas Orescio permaneceu sob vigilância dos criminosos e, ao ser liberado, teria sido ameaçado para não revelar o que havia ocorrido.Entre os condenados, Jonatha Fernando Moraes Mata recebeu a maior pena, de 35 anos e oito meses de reclusão, além de 16 dias-multa, pelos crimes de homicídio qualificado, dois crimes de cárcere privado, dois crimes de tortura e organização criminosa com função de comando. Natália Galvão Alves foi condenada a 29 anos de reclusão e 20 dias-multa; Yara Yasmin Vilava Alves, a 28 anos de reclusão e 10 dias-multa; Diego Oliveira dos Santos, a 28 anos e oito meses de reclusão e 20 dias-multa; Ana Julia Xavier Morais, a 26 anos de reclusão e 20 dias-multa; Eduardo Ribeiro da Silva, a 25 anos de reclusão e 10 dias-multa; e Mathias Xavier Campos, a 20 anos de reclusão e 20 dias-multa.Todos os condenados deverão cumprir a pena em regime inicial fechado. O juiz presidente do Tribunal do Júri negou o direito de recorrer em liberdade e manteve as prisões preventivas dos réus.Processo 1001338-09.2024.8.11.0021.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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