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18º leilão de sucesso: Ministério dos Transportes concede mais um lote de rodovias paranaenses à iniciativa privada

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A população paranaense novamente sai ganhando com o leilão realizado pelo Ministério dos Transportes nesta quinta-feira (23), na B3, em São Paulo.

Com um desconto de 21,3% sobre a tarifa básica de pedágio, o Consórcio Infraestrutura PR arrematou o Lote 4 das Rodovias Integradas do Paraná e irá administrar um trecho de 627 quilômetros de estradas, que inclui as BRs 272/369/376 e as PRs 182/272/317/323/444/862/897/986. O contrato prevê investimentos de R$18,17 bilhões ao longo dos próximos 30 anos.

“No passado, o paranaense pagava caro e não levava as obras. Era um trauma que existia no Paraná, mas estamos demonstrando o contrário. Quando as coisas são feitas com transparência e correção, existem condições de selecionar parceiros privados capazes de realizar o investimento a menores preços para o cidadão. Com esse leilão, simplesmente aumentamos a média de desconto, que chega a 52% em relação às tarifas pagas anteriormente”, afirmou o ministro Renan Filho.

Somando este leilão, já foram promovidos nesta gestão do Governo Federal 18 novos certames de rodovias, que trouxeram R$200 bilhões em novos aportes da iniciativa privada para modernizar a infraestrutura nacional.

“É algo muito significativo, porque o país fez 24 leilões entre 1998 e 2022. E agora nós vamos terminar o ano com 22 leilões e fazer outros 14 no ano que vem. Significa dizer que nesses quatro anos nós teremos feito um volume de leilão maior do que o país fez desde o início das concessões lá no ano de 98, ainda no século passado”, detalhou o ministro dos Transportes.

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Estradas para os piás

As obras nas estradas são esperadas pela população e pelo setor produtivo local, que aguardam melhores condições logísticas, tanto para o deslocamento de pessoas quanto para o transporte do grande volume de mercadorias que circulam pela região. O Paraná é o segundo maior produtor de grãos do país.

A nova concessão foi elaborada em parceria com o Governo do Paraná e abrange corredores logísticos estratégicos, que interligam o Paraná a São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraguai. 39 cidades serão diretamente beneficiadas e 156 mil empregos gerados.

“Essa parceria proporcionará um novo patamar de mobilidade nas conexões regionais e interestaduais, beneficiando até a ligação internacional na fronteira com o Paraguai, com muito foco em segurança das viagens e em maior eficiência dos transportes”, afirmou José Carlos Cassaniga, diretor-presidente da EPR, empresa que integra o Consórcio Infraestrutura PR.

Na próxima semana será a vez do Lote 5 de rodovias paranaenses ser concedido à iniciativa privada. A série de leilões promovida pelo Governo Federal, em parceria com o governo estadual, se consolida como o maior programa de concessões rodoviárias da América Latina.

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“A questão do assunto ‘pedágio’ no Paraná, de concessões, por muito tempo foi uma grande chaga no nosso estado. E aí nós construímos, com o Governo Federal, uma proposta para juntar as rodovias estaduais e federais, pela primeira vez na história. Um modelo para atrair grupos que são respeitados, que têm capacidade financeira, que têm conhecimento técnico. E esse leilão de hoje é a comprovação de que é um modelo vencedor”, afirmou o governador do Paraná, Ratinho Junior.

Os investimentos em mais de 3 mil quilômetros de estradas do Paraná irão ultrapassar R$60 bilhões, ao longo dos próximos 30 anos.

“No programa de concessões anterior, o Paraná recebeu cerca de R$7 bilhões em investimentos. Com esses cinco leilões, são R$96 bilhões, fora o que vai ser feito na semana que vem. É a maior agenda de infraestrutura da história do estado, que vai elevar o patamar do Paraná”, finalizou Renan Filho.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Como a energia chega até sua casa: conheça as etapas do setor elétrico brasileiro

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A energia elétrica é um serviço essencial para a sociedade e está presente em praticamente todas as atividades do dia a dia dos brasileiros. Seu fornecimento depende de uma ampla estrutura que conecta usinas, linhas de transmissão e redes de distribuição em todo o país. Para garantir que a energia chegue aos consumidores de forma segura e contínua, o setor elétrico brasileiro é organizado em etapas que envolvem geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia.

O funcionamento integrado dessas atividades garante que a energia produzida nas usinas seja entregue com segurança aos consumidores.

Da usina às linhas de transmissão

O primeiro passo é a geração de energia. No Brasil, a eletricidade é produzida por diferentes fontes, como hídrica, solar, eólica e térmica. Após a geração, a energia é transportada pelas linhas de transmissão em alta tensão, que conectam as usinas aos centros consumidores.
A transmissão é responsável por transportar grandes volumes de energia por longas distâncias, aproveitando o potencial energético de todas as regiões do país.

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A etapa mais próxima do consumidor

Quando a energia elétrica chega às cidades, entra em ação o sistema de distribuição. As distribuidoras recebem a energia das redes de transmissão, reduzem a tensão em subestações e realizam a entrega para residências, comércios, indústrias, propriedades rurais, enfim, para toda a sociedade.

Além da distribuição física da energia, existem empresas responsáveis pela comercialização, atividade que envolve a compra e venda de energia elétrica entre agentes do setor.

O conjunto dessas etapas forma a cadeia responsável por garantir que a energia produzida nas usinas chegue aos consumidores em todo o território nacional.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


Fonte: Ministério de Minas e Energia

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