Policia Federal

PF combate falsificação de diplomas na Universidade Federal de Rondônia

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Porto Velho/RO. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (24/10), a Operação Loki, com o objetivo de combater a prática de falsificação de documentos públicos, especificamente diplomas de graduação, mestrado e doutorado, utilizados indevidamente para ingresso na carreira docente e obtenção de vantagens funcionais no âmbito da Universidade Federal de Rondônia (UNIR).

A investigação teve início a partir de comunicação oficial encaminhada pela própria Universidade Federal de Rondônia, que identificou indícios de irregularidade em diplomas apresentados por uma ex-servidora durante sua candidatura ao cargo de vice-reitora. As diligências revelaram o uso de, ao menos, cinco diplomas falsificados, além de outros documentos ilegítimos como múltiplos números de CPF e títulos de eleitor, configurando possível fraude continuada ao longo da trajetória funcional da investigada.

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em Porto Velho/RO, expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia, com o objetivo de reunir novos elementos de prova e reforçar os indícios de autoria dos crimes investigados.

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A investigação prossegue com a análise do material apreendido. A investigada poderá responder pelos crimes de uso de documento falso, falsificação de documento público, falsidade ideológica e estelionato.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia

 

Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

Polícia Federal recebe Polícia da Itália para fortalecer cooperação no enfrentamento à criminalidade transnacional

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Brasília/DF. A Polícia Federal, por meio da Diretoria de Cooperação Internacional, recebeu, nesta quarta-feira (22/4), representantes da Polizia di Stato, da Itália, para apresentação do projeto de cooperação internacional denominado “Juntos”.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participou do encontro, que teve como objetivo fortalecer a cooperação no enfrentamento à criminalidade transnacional. O projeto tem como beneficiários, além do Brasil, outros países da América Latina.

A iniciativa é gerida pela Polícia Nacional Italiana, em parceria com a IILA (Organização Ítalo-Latino-Americana), com apoio do Ministério das Relações Exteriores da Itália. A ação integra a estratégia de diplomacia de segurança e terá duração de 24 meses, no período de 2026 a 2028.

A comitiva italiana foi chefiada por Stefano Carvelli, diretor de Cooperação Internacional da Polizia di Stato e membro do Comitê Executivo da INTERPOL, acompanhado do Embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese. Eles foram recebidos, além do diretor-geral, pelo diretor de Cooperação Internacional, Felipe Seixas, e pela chefe da Divisão de Relações Internacionais, Vanessa Souza.

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Na sequência, foram realizadas duas reuniões técnicas para detalhamento do projeto. A primeira contou com a participação de representantes da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (DCIBER), da Diretoria de Polícia Administrativa (DPA) e da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (DICOR). A segunda reuniu representantes da Diretoria de Ensino da Academia Nacional de Polícia (DIREN/ANP) e da Diretoria de Gestão de Pessoas da Polícia Federal (DGP/PF).

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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