As inscrições para a nova edição do Casamento Abençoado em Cuiabá, executado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, começaram e seguem até sexta-feira (31.10). A cerimônia será realizada no Ginásio Aecim Tocantins, no dia 7 de dezembro, na Capital mato-grossense.
Os casais interessados devem procurar o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Cuiabá, ou dos municípios da baixada cuiabana, onde residem. O projeto tem como objetivo proporcionar a regularização civil matrimonial gratuita a casais que ainda não tiveram a oportunidade de oficializar a união.
Para realizar a inscrição, é necessário apresentar certidão de nascimento original e atualizada (emitida há no máximo 90 dias), documento oficial com foto (RG, CNH ou Passaporte) e comprovante de endereço do município onde reside. Além disso, o casal deve comparecer acompanhado de duas testemunhas maiores de 18 anos, portando RG, CPF e comprovante de endereço, exceto pai e mãe.
A iniciativa é voltada a casais de todas as religiões, pessoas com deficiência e famílias em situação de vulnerabilidade social, com renda total de até três salários mínimos e inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).
“É uma grande alegria participar novamente da organização deste evento que celebra o amor e realiza o sonho de tantos casais. Sabemos que muitos desejam oficializar o matrimônio, mas enfrentam dificuldades com os custos. A parceria do Governo do Estado com os órgãos envolvidos tem sido um sucesso, e seguimos ampliando o alcance do Casamento Abençoado”, ressaltou a primeira-dama Virginia Mendes.
O Casamento Abençoado conta com a parceria da Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso (Anoreg-MT), da Associação de Registradores de Pessoas Naturais de Mato Grosso (Arpen-MT), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio da Corregedoria de Justiça e da Justiça Comunitária, do Ministério Público do Estado (MPMT), dos Tabelionatos Civis Municipais e das Secretarias Municipais de Assistência Social.
Responsável por implantar a cirurgia robótica no Sistema Único de Saúde (SUS) do estado, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso fechou o mês de maio com outro importante marco para a saúde pública mato-grossense. Desde o dia 30, o robô começou a ser usado também em cirurgias ginecológicas, ampliando o acesso à tecnologia.
De 30 de maio a 1º de junho, o hospital do Governo de Mato Grosso fez um mutirão de procedimentos robóticos ginecológicos, supervisionado pelo Programa de Cirurgia Robótica do Einstein Hospital Israelita – organização filantrópica que administra a unidade em Cuiabá.
Quatro pacientes fizeram os procedimentos em 30 de maio e outras quatro no dia 31. Em 1º de junho, foram três pacientes. “Foi tudo ótimo, fomos muito bem atendidos. Minha esposa já está em casa, sem nenhuma intercorrência. Agora, é só fazer o repouso”, comemorou o marido de uma das pacientes operadas no domingo, D. M. Sua esposa fez uma cirurgia de retirada do útero e das trompas. “Já está com o retorno marcado”, acrescentou.
O coordenador do centro cirúrgico do Hospital Central, Iuri Tamasauskas, explicou que a cirurgia robótica traz vantagens para o paciente. “Usando o robô, o cirurgião tem um acesso mais preciso à pelve. Com isso, a ação é delimitada, favorecendo a recuperação, que se torna mais rápida e com menos dor”, observou.
Em abril, a unidade realizou o primeiro mutirão de cirurgias robóticas, feitas para o tratamento de câncer de próstata. Também foram três dias de procedimentos. Ao todo, desde que começou a funcionar, o hospital realizou 22 cirurgias robóticas pelo SUS em Mato Grosso.
Fazer procedimentos sofisticados, que demandam o uso de tecnologia, é uma das características da unidade de alta complexidade, afirmou Alessandra Bokor, diretora do Hospital Central. “E as cirurgias robóticas são um bom exemplo disso. Nosso vínculo com o Einstein tem nos permitido qualificar profissionais e expandir o acesso do robô aos usuários do SUS em Mato Grosso”.
Essa ampliação faz parte do planejamento de operação do Hospital Central, que começou a atender em janeiro deste ano. Voltada para casos de alta complexidade, com ênfase em cirurgias, a unidade opera 100% pelo SUS.
Em agosto, o hospital alcançará a atividade plena com 12 especialidades cirúrgicas: cirurgia pediátrica, cirurgia urológica, cirurgia ortopédica, cirurgia geral, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia ginecológica, cirurgia vascular, cirurgia cardiovascular, cirurgia torácica, mastologia, cirurgia oncológica e neurocirurgia. Devido a esse perfil, a unidade atende exclusivamente pacientes encaminhados pela Central Estadual de Regulação.
O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista¿Newsweek em parceria com a¿empresa de dados¿Statista¿Inc.¿ Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social. Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.
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