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Exportações somam quase R$ 3 trilhões no ano; agro lidera com alta de 12,7% na média diária

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A balança comercial do Brasil segue firme no azul, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Só na terceira semana de outubro, as exportações somaram R$ 39 bilhões, enquanto as importações totalizaram R$ 33 bilhões, assegurando um saldo comercial positivo de R$ 6 bilhões e uma movimentação semanal de R$ 72 bilhões.

No acumulado do mês, o Brasil já vendeu R$ 101 bilhões para o exterior e comprou R$ 83 bilhões, mantendo um saldo favorável de R$ 18 bilhões. A corrente de comércio já passa de R$ 183 bilhões só em outubro.

De janeiro até meados de outubro, o comércio internacional brasileiro atingiu uma marca histórica: quase R$ 2,8 trilhões em transações externas, com exportações de R$ 1,52 trilhão e importações de R$ 1,25 trilhão. O saldo positivo até agora já chega a R$ 268 bilhões.

Além do volume bruto, chama atenção o crescimento das bases. Comparando outubro deste ano com o mesmo período de 2024, as exportações diárias subiram 6%, atingindo R$ 7,76 bilhões. Importações também avançaram (1,1%), chegando a R$ 6,36 bilhões de média por dia.

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O setor produtivo rural é destaque: agropecuária puxou o desempenho das exportações com alta de 12,7% na média diária, enquanto a indústria extrativa cresceu 23,4%. O produtor viu seus embarques ganharem espaço no mundo, com o Brasil consolidando sua posição dominante nas vendas de commodities agrícolas. Por outro lado, a indústria de transformação teve queda de 2,5% nas exportações médias diárias.

No lado das importações, a indústria de transformação aumentou suas compras em 2,6%, mas a agropecuária reduziu levemente (-0,5%), e a indústria extrativa recuou 22%.

Esses dados mostram a resiliência e o protagonismo do agro, sustentando o saldo comercial mesmo com oscilações no mercado internacional. Para o produtor, esses resultados indicam boas oportunidades de exportação, mas também sugerem atenção às tendências de preços e ao ritmo global das commodities agrícolas.

Fonte: Pensar Agro

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Ampliação das cotas para captura da tainha: embarcações autorizadas a desembarcar

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Com a reabertura da temporada de pesca da tainha (Mugil Liza), o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) também divulgou a relação das embarcações autorizadas a desembarcar o pescado. A informação foi disponibilizada no Sistema PesqBrasil – Monitoramento, para as modalidades de permissionamento de arrasto de praia 6.8, 6.9, 6.10 e 6.11, previstas na matriz de permissionamento da Instrução Normativa Interministerial MPA/MMA nº 10/2011, no Mar Territorial adjacente ao estado de Santa Catarina.  

A comercialização da tainha somente pode acontecer quando vinculada à produção regularmente desembarcada por embarcação constante na lista disponibilizada no sistema. Além disso, é necessário respeitar os limites de captura, os municípios autorizados para desembarque e as demais regras de monitoramento, controle da produção e encerramento da temporada estabelecidas nas Portarias Interministeriais MPA/MMA nº 51 e nº 63, de 2026. 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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