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Rabobank e Grupo Botuverá lançam operação inédita de preservação florestal na Amazônia e no Cerrado

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O Rabobank, banco global especializado em soluções financeiras para o agronegócio, concluiu uma operação pioneira com o Grupo Botuverá voltada para a aquisição e preservação de mais de 9,5 mil hectares de florestas nativas nos biomas Amazônia e Cerrado. Com prazo de 20 anos, a iniciativa é a primeira do tipo realizada pelo banco no setor, reforçando seu compromisso com práticas sustentáveis e economicamente viáveis.

Antecipação da regularização ambiental e preservação adicional

O projeto tem como objetivo acelerar a adequação dos produtores às exigências do Código Florestal, garantindo que a reserva legal e áreas de preservação permanente estejam regularizadas de forma planejada. Além disso, a operação prevê uma adicionalidade de mais de 400 hectares, preservando áreas além do exigido por lei.

Segundo o banco, essa abordagem permite unir impacto ambiental positivo à inteligência financeira, ao proporcionar aos produtores a regularização ambiental sem comprometer o fluxo de caixa das operações.

Grupo Botuverá como referência em sustentabilidade

Cliente tradicional do Rabobank, o Grupo Botuverá é reconhecido por sua atuação pioneira em sustentabilidade, sendo um dos primeiros a emitir créditos de carbono provenientes do plantio de árvores. O relacionamento entre banco e grupo é pautado por práticas agrícolas responsáveis e inovação ambiental, consolidando a parceria como modelo de desenvolvimento sustentável no agronegócio.

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Estrutura financeira e alinhamento ESG

A operação é bilateral, com participação exclusiva do Rabobank, que atuou como estruturador e financiador. Classificada como uma linha de esforço para a aceleração da regularização do Código Florestal, a iniciativa está totalmente alinhada às diretrizes ESG do banco, reforçando a estratégia de fomentar práticas agrícolas responsáveis e proteger os biomas brasileiros.

De acordo com Ricardo Silva, Head Regional de Rural do Rabobank para a América do Sul, “essa estrutura de financiamento de longo prazo viabiliza a regularização ambiental dos nossos clientes de forma antecipada, mas com prazo estendido para pagamento, conciliando sustentabilidade com saúde financeira das operações”.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Caravana do Agro Exportador debate acesso de vinhos e cachaças brasileiras ao mercado internacional

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A 32ª edição da Caravana do Agro Exportador reuniu, em São Paulo, representantes dos setores vitivinícola e da cachaça para discutir oportunidades e estratégias de acesso ao mercado internacional.

Realizado no Expo Center Norte, durante a Wine São Paulo Trade Fair e a Cachaça Trade Fair, o encontro contou com a participação de vinícolas, alambiques, empresários, técnicos e representantes dos setores público e privado. A programação abordou temas relacionados à exportação de vinhos, espumantes, sucos de uva, cachaças e derivados.

O foco nos dois segmentos acompanha o potencial da produção brasileira e a busca por maior presença no comércio exterior. Em 2025, o Brasil produziu 280 milhões de litros de vinho e exportou vinhos e espumantes para cerca de 63 países, com receita de US$ 13,3 milhões. Na cadeia da cachaça, os estabelecimentos registrados no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) declararam a produção de 292,5 milhões de litros em 2024. As exportações do segmento alcançaram US$ 17,1 milhões em 2025.

Durante a Caravana, representantes do Mapa apresentaram ações da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) voltadas à promoção comercial e ao apoio aos exportadores. Entre elas, destacam-se a participação em feiras internacionais e as ferramentas AgroInsight, ConectAgro e Passaporte Agro.

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As questões relacionadas ao registro de estabelecimentos produtores e de bebidas, às certificações e às exigências dos países importadores foram esclarecidas por técnicos do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov/SDA).

O Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac) e o Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul (Consevitis-RS) apresentaram iniciativas de promoção comercial e capacitação. Entre os destaques, estão os projetos “Cachaça: Taste the New, Taste Brasil” e “Wines of Brazil”, realizados em parceria com a ApexBrasil.

Também participaram da programação, de forma virtual, os adidos agrícolas do Brasil na União Europeia, nos Estados Unidos e no México, que apresentaram panoramas sobre acesso a mercados, tendências de consumo e exigências para esses produtos. No caso europeu, foram discutidas ainda as perspectivas relacionadas ao Acordo Mercosul-União Europeia.

A programação contou ainda com a participação de Fernanda Spinelli, delegada científica brasileira de Enologia e presidente da Subcomissão de Métodos de Análises da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Ela abordou mudanças no mercado internacional, como a crescente demanda por produtos desalcoolizados, com menor teor de açúcar e de origem orgânica, além da adaptação da produção às mudanças climáticas e da incorporação de novas tecnologias.

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Sobre a Caravana do Agro Exportador

Coordenada pela SCRI, a Caravana do Agro Exportador leva a diferentes regiões do país informações sobre acesso a mercados, promoção comercial, certificações e exigências para exportação. A programação é construída de acordo com as características e demandas de cada cadeia produtiva e reúne representantes do governo, do setor privado e de entidades parceiras.

Entidades representativas, cooperativas, associações e instituições interessadas em receber uma edição da Caravana podem encaminhar solicitação à Coordenação-Geral de Apoio ao Exportador da SCRI pelo e-mail [email protected]. Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone (61) 3218-2528.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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