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Mosaic Abre Inscrições para Programa de Estágio Técnico com Vagas em 5 Estados

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A Mosaic, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, está com inscrições abertas para seu programa de estágio técnico remunerado. As candidaturas podem ser realizadas até 3 de novembro pelo aplicativo ou site do CIEE.

Vagas distribuídas em operações de cinco estados

As oportunidades estão disponíveis nas unidades da Mosaic em:

  • Araxá (MG)
  • Tapira (MG)
  • Uberaba (MG)
  • Cajati (SP)
  • Candeias (BA)
  • Rosário do Catete (SE)
  • Paranaguá (PR)
Áreas de atuação e requisitos

O programa é direcionado a estudantes de cursos técnicos nas seguintes áreas: Automação, Elétrica, Eletrotécnica, Enfermagem, Logística, Manutenção – Técnico Mecânico, Meio Ambiente/Gestão Ambiental, Mineração, Mineroquímico, Química e Segurança do Trabalho.

Os candidatos devem ter previsão de conclusão do curso a partir de dezembro de 2027 e disponibilidade para estágio presencial de seis horas diárias, de segunda a sexta-feira. O início está previsto para fevereiro de 2026.

Benefícios oferecidos

Os estagiários da Mosaic terão direito a bolsa auxílio e benefícios que incluem:

  • Assistência médica
  • Seguro de vida
  • Vale transporte ou fretado (dependendo da localidade)
  • Refeitório
  • Acesso à academia e atividades físicas
  • Programa de Assistência ao Empregado (EAP)
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Experiência prática e desenvolvimento profissional

Segundo Flávia Angelon, gerente de Talent Acquisition da Mosaic, “o estágio técnico oferece aos estudantes a oportunidade de vivenciar os desafios reais da profissão, ampliar seus conhecimentos e se desenvolver em uma das maiores empresas de agromineração do país. É uma chance de construir conexões significativas com especialistas e investir em um futuro promissor”.

Estágio técnico da Mosaic

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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MPA participa da 3ª Cúpula da Pesca de Pequena Escala em Roma

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou, neste domingo (6), da 3ª Cúpula da Pesca Artesanal (SSF Summit 2026), realizada na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, Itália. O encontro reuniu governos, organizações de pescadores e pescadoras, sociedade civil e organismos internacionais para discutir a implementação das Diretrizes Voluntárias para a Sustentabilidade da Pesca em Pequena Escala.

O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou da mesa de alto nível ao lado do diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, e de ministros de outros países. Em sua intervenção, destacou que a sustentabilidade da pesca deve caminhar junto com a conservação dos recursos pesqueiros e a garantia de condições dignas de vida para as comunidades que vivem da atividade.

Edipo apresentou iniciativas brasileiras voltadas à pesca artesanal, incluindo o reconhecimento dos territórios pesqueiros tradicionais, políticas para mulheres e jovens, a integração entre conhecimentos científico e tradicional, a extensão pesqueira e a ampliação do acesso ao crédito. Também ressaltou a importância do pescado para a segurança alimentar e nutricional e o combate à fome.

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“Não existe futuro para a pesca sem a conservação dos recursos pesqueiros, assim como não existe pesca sustentável sem garantir condições de vida dignas para as mulheres e os homens que vivem das águas. Incentivar o consumo de pescado é também uma estratégia de segurança alimentar e de combate à fome”, afirmou.

Plano Nacional da Pesca Artesanal

O diretor do Departamento de Territórios Pesqueiros e Ordenamento do MPA, Cristiano Quaresma, apresentou o Plano Nacional da Pesca Artesanal (PNPA) como principal instrumento brasileiro para transformar as Diretrizes-SSF em políticas públicas. Construído com a participação de pescadores e pescadoras de diferentes regiões do país, o Plano estabelece uma estratégia para os próximos dez anos e contempla temas como territórios tradicionais, gestão sustentável dos recursos pesqueiros, trabalho digno, igualdade de gênero, juventudes e mudanças climáticas.

“A nossa experiência demonstra que as Diretrizes tornam-se mais fortes quando transformamos participação em decisão, direitos em políticas públicas e pescadores e pescadoras em protagonistas de seu próprio futuro”, destacou Quaresma.

Reuniões bilaterais

Paralelamente à Cúpula da Pesca de Pequena Escala, a delegação realizou reuniões bilaterais com a Representação Permanente do Brasil e com a Direção de Pesca e Aquicultura da FAO. Entre os temas abordados, destacaram-se a reconstrução da estatística pesqueira marinha brasileira, projetos de cooperação internacional, mecanismos de financiamento e implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto (PSMA), voltado ao combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.

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A participação brasileira reforça a estratégia do MPA de ampliar a cooperação internacional e fortalecer a presença do Brasil nos debates globais sobre pesca, aquicultura, segurança alimentar e sustentabilidade.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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