Policia Federal

PF coordena ações anti-drone para defesa de instalações sensíveis durante a COP30 em Belém

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Belém/PA. A Polícia Federal coordena as ações de defesa e proteção anti drone das instalações sensíveis, incluindo a segurança do Presidente da República e dos espaços e deslocamentos da comitiva presidencial durante a COP30, realizada em Belém.

As atividades são supervisionadas a partir do Centro Integrado de Controle de Aeronaves Remotamente Pilotadas e Contramedidas (CIC-ARP/CM), coordenado pela Polícia Federal e composto por representantes do Exército, Marinha, Força Aérea e demais órgãos de segurança pública. O centro atua de forma integrada para garantir a segurança das áreas onde ocorrerão as negociações e atividades oficiais da conferência.

O plano de segurança inclui o uso de tecnologia avançada para detecção e neutralização de drones, aplicada no Aeroporto Internacional de Belém, no Parque da Cidade, no Porto Miramar, no Porto Outeiro e em outras instalações sensíveis, além de acompanhar todos os deslocamentos da comitiva presidencial. A Polícia Federal realiza o monitoramento do Aeroporto Internacional de Belém desde o dia 30 de novembro, como parte das ações preventivas para o evento.

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No Parque da Cidade, a segurança abrange tanto a Zona Azul, destinada às delegações oficiais e chefes de Estado, quanto a Zona Verde, que reúne representantes da sociedade civil e de instituições nacionais e internacionais.

Também está prevista a utilização do sistema de detecção e neutralização durante os deslocamentos da comitiva presidencial, com potencial para criar uma bolha de proteção móvel em torno do comboio.

Os equipamentos empregados pela Polícia Federal possuem capacidade de detecção de aeronaves não tripuladas em um raio de até 10 quilômetros e podem neutralizar drones que se aproximem a até 2 quilômetros de distância, reforçando a proteção das autoridades e do público.

Tal tecnologia permite assumir o controle do aparelho, interromper a ameaça de forma direcionada e, quando possível, localizar o operador. É indicada para proteção de áreas e infraestruturas críticas, pois reduz riscos de interferência em comunicações legítimas ao redor.

De forma complementar, são utilizados jammers (interferência/bloqueio), que atuam bloqueando sinais de controle remoto e GPS, fazendo com que o drone perca o comando ou retorne. Trata-se de uma solução mais simples, portátil e com alcance reduzido, com maior potencial de interferir em comunicações próximas e em equipamentos sensíveis.

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O uso irregular de drones é proibido, e os operadores deverão seguir as normas estabelecidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), que incluem cadastro, habilitação e plano de voo autorizado.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará 

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Fonte: Polícia Federal

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Policia Federal

PF reprime continuidade de mineração ilegal e lavagem de dinheiro na Bahia

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Salvador/BA. A Polícia Federal deflagra, nesta quinta-feira (18/6), a Operação Lixiviação II, com o objetivo de cumprir mandados judiciais no âmbito de investigação que apura a continuidade da exploração ilegal de ouro e a prática de lavagem de dinheiro, relacionados a atividades desenvolvidas na Bahia. 

A investigação decorre da instauração de novo inquérito policial que identificou que o principal investigado, mesmo após a deflagração de operações anteriores, incluindo a Operação Lixiviação, permaneceu praticando extração ilegal de ouro, avançando para novas áreas e realizando beneficiamento mineral por processo químico de lixiviação com utilização de cianeto, substância altamente tóxica e controlada por órgãos governamentais.

As apurações indicam que o investigado atua utilizando laboratórios clandestinos para extração de ouro a partir de rejeitos minerais, especialmente por meio do processo de cianetação, técnica capaz de recuperar o chamado “ouro fino” de forma altamente poluente. 

Além disso, foram identificados robustos indícios de lavagem de dinheiro. As investigações também demonstraram a reiteração da atividade criminosa, inclusive após ações policiais anteriores, evidenciando a necessidade de adoção de medidas cautelares para interromper o ciclo delituoso, diante do risco à ordem pública, ao meio ambiente e à saúde coletiva. 

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São sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, em endereços ligados aos investigados nos municípios de Nordestina/BA, Quijingue/BA e em área rural de Cansanção/BA, incluindo locais utilizados para extração e beneficiamento de ouro, residências e empresas vinculadas ao grupo investigado. 

Registra-se que o principal investigado se encontrava foragido da Justiça, em razão de mandado de prisão preventiva expedido no curso das investigações anteriores, o qual foi devidamente cumprido no dia 9 de junho de 2026, reforçando os indícios de reiteração criminosa e a necessidade das medidas cautelares adotadas no âmbito da presente operação. 

Os investigados poderão responder pelos crimes de usurpação de bens da União, extração ilegal de recursos minerais, organização criminosa, posse de artefatos explosivos e lavagem de dinheiro. 

A continuidade das atividades ilícitas, aliada à utilização de substâncias altamente poluentes e ao sofisticado esquema de ocultação patrimonial, evidencia o elevado grau de periculosidade da organização investigada e os graves danos causados ao meio ambiente e à sociedade.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
WhatsApp: (71) 3319-6002
E-mail: [email protected]
www.gov.br/pf

 

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Fonte: Polícia Federal

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