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Ministro Fávaro representa governo brasileiro na celebração dos 50 anos de independência de Angola

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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, representou o Governo do Brasil nesta terça-feira (11), em Brasília, na cerimônia que marcou os 50 anos de independência da República de Angola. Promovido pela Embaixada de Angola, o evento reuniu autoridades brasileiras e estrangeiras, diplomatas e membros da comunidade angolana no país para celebrar o Jubileu de Ouro da independência, sob o lema “Preservar e valorizar as conquistas alcançadas, construindo um futuro melhor”.

Durante a solenidade, o ministro Fávaro destacou a amizade histórica que une Brasil e Angola e o simbolismo da data para os dois povos.

“Recebo com honra a missão do presidente Lula de representá-lo neste evento, que Angola celebra meio século de independência. Nossos países compartilham uma história marcada por laços culturais, de amizade e de cooperação. Celebrar este jubileu é também reafirmar o compromisso com um futuro de prosperidade conjunta”, afirmou Fávaro.

O ministro ressaltou a cooperação técnica e o intercâmbio de conhecimento como pilares do desenvolvimento sustentável entre os dois países. Segundo ele, a transferência de tecnologia agrícola tem promovido avanços importantes em produtividade, sustentabilidade e segurança alimentar.

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“O Brasil tem muito a contribuir com sua experiência em pesquisa agropecuária, em tecnologias de baixo carbono e em políticas de apoio à agricultura familiar. É uma parceria que beneficia ambos os países, promovendo inovação e oportunidades para os nossos produtores”, completou.

Fávaro também destacou o crescimento expressivo da relação comercial entre Brasil e Angola, que vem se fortalecendo desde 2023.

“Quero destacar também a nossa relação comercial, que cresceu muito a partir da iniciativa dos nossos mandatários, a partir de 2023. Um fluxo comercial de 1,6 bilhão de dólares, 40% maior que 2023, que nós tivemos em 2024, mas ainda é pouco perto das nossas potencialidades”, observou o ministro.

O embaixador extraordinário e plenipotenciário da República de Angola no Brasil, Manuel Eduardo Bravo, lembrou o papel pioneiro do Brasil no reconhecimento do Estado angolano e celebrou cinco décadas de cooperação.

“Há exatos 50 anos, essa ligação foi selada com um gesto histórico, um ato político que se revestiu de singularidade própria nas relações internacionais da época. O Brasil tornou-se o primeiro país do planeta a reconhecer o Estado angolano”, destacou o embaixador.

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“Celebramos, portanto, não apenas os nossos 50 anos de independência, mas também cinco décadas de relações diplomáticas e de cooperação bilateral mutuamente vantajosa, que tem privilegiado setores-chave da vida nacional de cada um dos nossos países, como a agricultura, a saúde, a defesa, a educação e a ciência e tecnologia”, completou.

Bravo também reforçou o compromisso assumido recentemente pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e João Lourenço de ampliar e diversificar a parceria estratégica.

“Angola e o Brasil são parceiros naturais e estratégicos, cujos chefes de Estado reafirmaram a importância de consolidar e ampliar os laços históricos, culturais e de amizade entre os nossos povos, elevando as relações de cooperação para um novo patamar”, concluiu o diplomata.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

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Em média, o brasileiro consome 12 quilos de pescado por ano. O número é ainda maior em alguns estados como Ceará, Pernambuco e Amazonas, onde o consumo pode passar de 40 quilos por pessoa ao ano. Esse consumo só é possível porque contamos com uma longa cadeia produtiva, que envolve pescadores industriais e artesanais, armadores de pesca, aquicultores e uma indústria robusta, responsável pelo beneficiamento.

Atualmente, são mais de 1 milhão de pescadores profissionais registrados, sendo que mais de 507 mil mulheres. Na aquicultura, apenas em Águas da União, são 1.422 contratos vigentes, que geral 4.126 empregos diretos e outros mais de 16 mil indiretos.

Esses trabalhadores são responsáveis por mais de 1.780 milhão de toneladas de pescado ao ano (águas continentais e marinhas). Na aquicultura, são mais de 3,1 milhões de toneladas ao ano. Entre os produtos mais procurados estão o camarão, a tilápia, o tambaqui e outras espécies de peixes.

Mas o setor ainda pode ser fortalecido e gerar ainda mais empregos por meio do aumento do consumo. Em entrevista recente ao programa “Bom Dia, Ministro”, do Canal Gov, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, ressaltou a importância de incentivar o consumo pescado pelos brasileiros. “Estamos trabalhando para que a população deixe de comer peixe apenas no Natal e na Semana Santa, datas em que o consumo é principalmente de espécies estrangeiras, como o bacalhau”.

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Ele também destacou a necessidade de políticas públicas para melhorar a rastreabilidade e a confiabilidade dos produtos de origem da pesca e aquicultura. “A gente precisa garantir que o pescado chegue com qualidade na mesa do nosso consumidor”.

Para o secretário Nacional da Pesca Artesanal, Cristiano Ramalho, a atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura tem contribuído para o reconhecimento e a valorização dos trabalhadores do setor pesqueiro. “As nossas ações se conectam para ampliar a potencialidade do mundo do trabalho da pesca artesanal, que é associado ao modo de vida, à segurança alimentar e aos aspectos éticos e raciais nos territórios pesqueiros”, declarou.

A diretora do Departamento de Aquicultura em Águas da União, Juliana Lopes, exaltou o trabalho e a dedicação de todos que trabalham na pesca e aquicultura. “Neste Dia do Trabalhador, vamos celebrar quem faz das águas o seu sustento e a sua missão. Homens e mulheres que movimentam a economia, que alimentam o Brasil e que mantêm viva a tradição da pesca e da aquicultura. Por trás de cada produção, existe dedicação, resistência, resiliência e muito amor pelo que se faz”.

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Acesse nosso Boletim e Painel da Estatística Pesqueira e Aquícola e saiba mais sobre o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras das águas do Brasil.

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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