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Mercado em Alerta: Dólar Sobe e Ibovespa Cede Após BC Liquidar Banco Master e PF Prender Presidente

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O mercado financeiro brasileiro opera sob cautela e apreensão nesta terça-feira (18), refletindo os impactos da liquidação extrajudicial do Banco Master, determinada pelo Banco Central (BC), e a prisão do seu presidente, Daniel Vorcaro, pela Polícia Federal. Os eventos trouxeram instabilidade e alimentaram a aversão ao risco doméstico.

Câmbio: Dólar Reage com Alta e Reflete Incerteza

O dólar comercial (R$/US$) abriu o pregão em leve alta de 0,12%, cotado a R$ 5,3377. Essa valorização é um sinal de que os investidores buscam ativos mais seguros em momentos de turbulência interna no setor financeiro.

Na véspera, a moeda americana já havia demonstrado força, avançando 0,66% e encerrando a sessão em R$ 5,3314. No acumulado da semana, o dólar registra alta de +0,66%. Apesar disso, o acumulado do mês ainda é negativo em -0,90%, e a queda no ano é expressiva, alcançando -13,73%.

Bolsa de Valores: Ibovespa sob Pressão e Queda

O Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores do Brasil), inicia as negociações (às 10h) sob pressão. O índice segue o clima de cautela e a realização de lucros, abrindo o dia com a tendência de baixa vista no fechamento anterior.

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Na segunda-feira, o índice recuou 0,47%, fechando aos 156.993 pontos. No acumulado da semana, essa queda se mantém em -0,47%. No entanto, a perspectiva de longo prazo do índice permanece positiva, com alta de +4,98% no acumulado do mês e um robusto ganho de +30,52% no acumulado do ano.

Destaque Atualizado: Cotações em Tempo Real

O mercado segue monitorando de perto a situação. No momento da publicação (por volta das 10h48, hora de Brasília), o dólar mantém-se em patamar elevado, negociado em torno de R$ 5,3284. Já o Ibovespa opera em queda, situado aproximadamente nos 156.668,84 pontos, refletindo a cautela generalizada no cenário financeiro. As bolsas internacionais também influenciam negativamente, com quedas generalizadas na Europa e nos Estados Unidos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Avicultura lidera geração de empregos na pecuária e cresce 7% em 2025, aponta Cepea/CNA

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A avicultura brasileira se destacou como um dos principais motores da geração de empregos no agronegócio em 2025. Segundo o Boletim Mercado de Trabalho do Agronegócio Brasileiro, elaborado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o segmento registrou crescimento de 7,0% na população ocupada.

O número de trabalhadores na atividade chegou a 207.046 pessoas, representando um acréscimo de 13.562 ocupados em comparação com 2024.

Os dados foram compilados a partir dos microdados da PNAD Contínua Trimestral do IBGE.

Avicultura sustenta avanço da pecuária mesmo com retração no setor primário

O desempenho positivo da avicultura contribuiu diretamente para o avanço de 0,2% no segmento primário da pecuária, que encerrou 2025 com 2,709 milhões de trabalhadores ocupados.

O resultado ganha relevância diante da retração geral de 1,1% registrada no segmento primário agropecuário brasileiro.

Além da avicultura, outras atividades também apresentaram forte expansão no emprego rural, como a aquicultura, com alta de 12,1%, e a criação de outros animais de grande porte, que avançou 12,6%.

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Por outro lado, alguns segmentos registraram recuo, caso da pesca, com queda de 3,0%, e da criação de caprinos e ovinos, que teve retração de 5,7%.

Agronegócio brasileiro bate recorde histórico de empregos

O levantamento aponta ainda que o mercado de trabalho do agronegócio brasileiro atingiu recorde anual em 2025, totalizando 28,4 milhões de trabalhadores ocupados.

O número representa crescimento de 2,2% frente a 2024, com a criação de 601.806 novos postos de trabalho no setor.

Com isso, o agronegócio superou o crescimento médio nacional da ocupação, que ficou em 1,7% no período.

Segundo o boletim, o agro passou a responder por 26,3% de toda a força de trabalho ocupada no Brasil.

Agroindústria e agrosserviços também avançam em 2025

Além do desempenho positivo da pecuária, outros segmentos da cadeia agropecuária também registraram crescimento no mercado de trabalho.

O setor de insumos avançou 3,4%, enquanto a agroindústria teve expansão de 1,4%. Já os agrosserviços apresentaram crescimento expressivo de 6,1%.

O levantamento também mostra melhora no perfil da mão de obra empregada no agronegócio brasileiro.

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Houve aumento de 4,6% no número de trabalhadores com carteira assinada, além da ampliação da participação de profissionais com ensino médio e superior.

Renda do trabalhador do agro registra ganho real

Os rendimentos médios dos trabalhadores do agronegócio também apresentaram evolução em 2025.

Entre os empregados do setor, a renda média mensal chegou a R$ 2.776, alta real de 3,9% em relação ao ano anterior.

Já os trabalhadores por conta própria registraram rendimento médio de R$ 2.393, avanço real de 8,9%.

Os dados reforçam o papel do agronegócio como um dos principais geradores de emprego e renda da economia brasileira, com destaque para a força da avicultura na sustentação do mercado de trabalho pecuário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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