Política Nacional

Damares Alves critica condenação de ex-presidente e defende pauta da anistia

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Em pronunciamento nesta terça-feira (18), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) defendeu a anistia para o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado em setembro pelo Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes. A parlamentar mencionou a precariedade das instalações do complexo penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, onde esteve nesta segunda-feira (17) para visita técnica. Os senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Márcio Bittar (PL-AC) e Izalci Lucas (PL-DF) também estiveram presentes na visita. 

A senadora disse que discorda das decisões do STF e apontou a necessidade de melhores condições de alojamento e conforto em razão da saúde frágil do ex-presidente.

– Ora, se o presidente Bolsonaro tem aderência de intestino, se o presidente Bolsonaro tem uma dieta específica, como é que se coloca esse homem numa ala de idosos que não tem uma dieta específica e que não fornece aos idosos uma dieta específica?

Para Damares, a condenação poderia ter sido evitada, se o Congresso tivesse insistido na votação da matéria da anistia. 

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– Nós esperamos o que para discutir a anistia, para votar a anistia? Nós nos acomodamos, nós nos distraímos com outros temas, mas o tema principal agora é a anistia e a gente vai ter que voltar para esse foco — defendeu.

Por Bruno Augusto, sob supervisão de Patrícia Oliveira.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Izalci critica acordo para salvar BRB e cobra apuração de prejuízos

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (9), o senador Izalci Lucas (PL-DF) criticou o acordo para salvar o BRB (Banco de Brasília) e afirmou que os custos da operação serão transferidos à população do Distrito Federal. De acordo com o senador, o Governo do Distrito Federal assumirá obrigações financeiras por até 15 anos para fazer frente aos prejuízos decorrentes de investimentos realizados pela instituição na tentativa de compra do Banco Master, barrada pelo Banco Central.

Segundo Izalci, o acordo prevê um aporte de R$ 8,8 bilhões no banco, valor que, segundo seus cálculos, é incompatível com o patrimônio atual do BRB. O senador também afirmou que ainda existem incertezas sobre a recuperação de parte dos ativos envolvidos na operação e questionou a falta de acesso a relatórios de auditoria produzidos para analisar as operações do banco.

— Estamos investindo R$ 8 bilhões num patrimônio que hoje vale R$ 3 bilhões. Isso sem considerar, ou considerando, que realmente os R$ 8 bilhões vão resolver o problema, e não vão, vão simplesmente pagar o prejuízo dessa roubalheira toda que foi feita — declarou.

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O senador também criticou a utilização de recursos públicos para viabilizar o acordo e afirmou que o comprometimento de receitas futuras poderá impactar investimentos em áreas como saúde, educação e segurança pública no Distrito Federal. Na avaliação de Izalci, a destinação de recursos para cobrir os prejuízos poderá restringir a capacidade do governo local de ampliar gastos e investimentos nessas áreas nos próximos anos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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