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Ministério dos Transportes destaca avanços em concessões rodoviárias no Fórum Nacional de PPPs

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O Ministério dos Transportes marcou presença, nesta segunda-feira (24), na abertura da primeira edição do Fórum Nacional de PPPs e Concessões, em Brasília (DF). Representando a pasta, a secretária nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse, destacou a importância da articulação com o setor privado e os avanços recentes na carteira de ativos logísticos.

“Para termos uma ideia do impacto dessas parcerias, realizamos 12 leilões neste ano e, no dia 11 de dezembro, será o 13º leilão de rodovias. Entre o primeiro leilão, na década de 1990, e 2022, a iniciativa privada já executou R$ 129 bilhões no Brasil. De 2023 até hoje, foram 21, totalizando R$ 232 bilhões em investimentos contratados”, afirmou a secretária.

Carteira de projetos
Nesta terça-feira (25), o ministro Renan Filho anunciará a Política Nacional de Concessões Ferroviárias, abrindo um novo ciclo de modernização da infraestrutura nacional. Para 2026, estão previstos 8 leilões de ferrovias e 14 de rodovias, que juntos devem atrair mais de R$ 800 bilhões em investimentos.

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“Infraestrutura é a base de tudo. Devemos nos orgulhar do momento que vivemos. Esse é um trabalho coletivo, que envolve a agência reguladora, o PPI, os estruturadores de projeto, o Tribunal de Contas, o Legislativo e toda a equipe envolvida”, finalizou Viviane Esse.

Fórum Nacional
Promovido pela Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil e pelo Banco do Brasil, com apoio da ApexBrasil, o fórum segue até esta terça-feira (25). O evento reúne representantes do Governo Federal, investidores nacionais e internacionais, organismos multilaterais e especialistas para debater o papel estratégico das PPPs na expansão da infraestrutura e na melhoria dos serviços prestados à população.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Nacional

Alexandre Silveira reafirma que o Brasil não abrirá mão da soberania sobre seus minerais estratégicos

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, reafirmou nesta terça-feira (30/6) que o Brasil não abrirá mão da soberania sobre seus minerais críticos e estratégicos e defendeu que a riqueza mineral do país seja utilizada para impulsionar a industrialização, a inovação tecnológica e a geração de empregos de qualidade. A declaração foi feita durante o CNN Talks “A Nova Era da Mineração”, em São Paulo, evento que reuniu autoridades, setor produtivo e especialistas para discutir o papel da mineração na transição energética e na geopolítica global.

Segundo o ministro, o cenário internacional, marcado pela crescente demanda por minerais críticos utilizados na transição energética, na indústria de alta tecnologia e na inteligência artificial, representa uma oportunidade histórica para que o Brasil deixe de ser apenas fornecedor de matéria-prima e assuma posição estratégica nas cadeias globais de valor, sempre com foco na defesa do interesse nacional.

Ao defender uma política mineral voltada para o desenvolvimento do país, Silveira ressaltou que a soberania sobre os recursos naturais brasileiros deve ser o princípio que orienta esse processo.

“Precisamos defender a soberania sobre o nosso subsolo, sobre as nossas riquezas, para que elas se voltem tanto empresarialmente, como socialmente e ambientalmente, a favor da nação brasileira. E nós defendemos essa soberania”, disse Silveira.

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Na sequência, o ministro reforçou que esse conceito precisa se traduzir em benefícios concretos para a população brasileira.

“As nossas riquezas têm que se voltar à nossa soberania. Não é uma soberania de discurso, é uma soberania efetiva”, completou.

Silveira destacou que o Brasil possui uma das maiores reservas de minerais críticos do mundo, incluindo cerca de 25% das reservas conhecidas de terras raras, insumos estratégicos para a fabricação de veículos elétricos, turbinas eólicas, equipamentos eletrônicos, semicondutores e sistemas de defesa. Para o ministro, esse patrimônio deve impulsionar a industrialização nacional e ampliar a participação brasileira nas etapas de maior valor agregado da cadeia mineral.

Como exemplo desse desafio, Alexandre Silveira citou o cobre, considerado um dos principais minerais para a transição energética e para a indústria de novas tecnologias.

“Nós sabemos que temos uma demanda infinita pelo cobre hoje. Tudo que produzimos teria mercado internacional e nacional. E nós sequer temos aqui a industrialização suficiente do cobre para a transição energética no Brasil”, explicou.

Durante sua participação, Alexandre Silveira destacou ainda que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estruturou uma nova governança para o setor mineral com a criação do Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM), responsável por coordenar ações estratégicas voltadas ao fortalecimento da segurança jurídica, da competitividade e da industrialização dos minerais críticos.

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O ministro lembrou que o potencial mineral brasileiro é ainda maior do que o atualmente conhecido, uma vez que grande parte do território nacional ainda não foi completamente estudada do ponto de vista geológico, demonstrando que o país reúne condições de ampliar a sua produção.

“É importante destacar que a maior parte dos países das grandes potências já tem um mapeamento geológico de 100% do seu território e o Brasil tem apenas 30%”, finalizou.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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