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VPJ Alimentos estreia no mercado internacional com exportação de carne Angus brasileira para a Guiana

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A VPJ Alimentos, parceira da Associação Brasileira de Angus e Ultrablack, atingiu um marco histórico ao realizar sua primeira exportação de carne bovina para a Guiana, ampliando a presença da carne Angus brasileira no mercado internacional.

A operação marca também a estreia da carne Angus Certificada no país sul-americano. Atualmente, a empresa envia 27 toneladas de carne por mês, sendo 42% compostas por produtos Angus Certificados, o que reforça o reconhecimento da qualidade da produção nacional e a expansão da marca para novos destinos.

Expansão internacional e reconhecimento da qualidade

O proprietário do grupo, Valdomiro Poliselli Júnior, destacou que a VPJ vem se preparando há cerca de três anos para ingressar no mercado exportador de carne bovina e ovina. Durante esse período, foram realizadas negociações com diferentes regiões, incluindo a Guiana e ilhas caribenhas da América Central.

Segundo ele, o interesse internacional pela carne brasileira tem crescido, especialmente devido ao alto padrão de qualidade e rastreabilidade dos produtos. “Novos países estão demonstrando interesse principalmente pelo grau de padronização e pela carne prime certificada pelo Programa Carne Angus Certificada, avaliada pela Brazil Beef Quality em 15 critérios, o que assegura confiança e segurança aos compradores”, ressaltou Poliselli.

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Carne Halal e novos mercados em vista

A VPJ vem ampliando seu portfólio e diversificando os processos produtivos para atender às exigências de diferentes mercados. Um dos destaques é o abate Halal, método que segue as tradições religiosas islâmicas.

“O cordeiro Halal já é uma realidade na VPJ e está sendo produzido para exportação a partir de nossa planta de abate e desossa em Jundiaí (SP), recentemente homologada”, explicou Poliselli.

O executivo acrescentou que a carne Angus Halal também está em fase de homologação. “Estamos confiantes na abertura desses novos mercados, que certamente trarão novos volumes de produção e desafios para a empresa”, completou.

Primeiro contrato internacional surgiu por indicações

De acordo com a gerente de marketing técnico da VPJ, Lenise Mueller, o primeiro contato com o cliente da Guiana ocorreu por meio de indicações no setor. “Até então, a VPJ nunca havia exportado. Nosso foco era o mercado interno. Porém, começaram a surgir clientes interessados em carnes premium, fora do padrão de commodities, e foi assim que chegamos ao nosso primeiro comprador internacional”, relatou.

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Inicialmente, o cliente buscava carne para fornecimento a hospitais e redes de alimentação institucional. No entanto, ao conhecer o padrão da carne Angus brasileira, decidiu ampliar o pedido, incluindo cortes nobres e produtos certificados.

Carne Angus conquista novos espaços

Mueller explica que a negociação superou as expectativas: “Foi uma quebra de paradigma. O comprador veio em busca de produtos simples, mas acabou levando carnes refinadas e hambúrgueres 100% Angus. Esse passo é importante não apenas para a VPJ, mas também para consolidar a carne Angus brasileira como referência de qualidade no exterior.”

Com a entrada no mercado guianense e novas oportunidades em negociação, a VPJ Alimentos se firma como uma das principais exportadoras de carne premium do Brasil, destacando-se pela inovação e pelo compromisso com a excelência.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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