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Remates mantêm estabilidade em 2025 mesmo com desafios climáticos e de mercado

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Clima e tarifas externas desafiaram o setor em 2025

O ano de 2025 foi marcado por desafios significativos para o agronegócio, segundo o diretor da Trajano Silva Remates, Marcelo Silva. Ele descreve o período como “um ano de sobressaltos”, destacando a sequência de fenômenos climáticos — da seca ao excesso de chuvas — e o impacto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos.

De acordo com Silva, a medida norte-americana provocou oscilações nos preços de diversas commodities, exigindo adaptação e cautela por parte dos produtores e investidores do setor.

Mercado de bovinos mantém bons preços, apesar de menor volume

Mesmo diante do cenário adverso, os remates de bovinos para reprodução registraram preços médios satisfatórios ao longo do ano. Contudo, houve uma redução no número de animais comercializados, reflexo direto das incertezas climáticas e econômicas.

“De uma maneira geral, as coisas parecem estar se encaminhando. Tivemos, especialmente na metade do inverno, um aumento no consumo de carne, que ainda se mantém elevado”, afirmou Silva.

Cavalo Crioulo segue em expansão com novos compradores

Um dos destaques de 2025, segundo o diretor, foi o desempenho do mercado do Cavalo Crioulo, que continua em franca expansão. O número de exemplares vendidos em leilões surpreendeu até os mais experientes do setor.

“É inacreditável a quantidade de animais comercializados, e novas modalidades estão surgindo a todo momento. Também temos observado mais pessoas se engajando nesse universo”, ressaltou Silva, demonstrando otimismo para 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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