Mato Grosso

Polícia Civil prende casal que aplicava golpes do falso representante do SUS em idosos

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Uma investigação realizada pela Polícia Civil culminou na prisão de um casal, oriundo do Rio de Janeiro, que estaria aplicando golpes do “falso representante do SUS” em idosos residentes em Mato Grosso. A prisão do casal foi realizada, em flagrante, nessa terça-feira (16.12), em uma propriedade rural, situada na Comunidade Ninho das Águias, em Várzea Grande.

A investigação, desencadeada pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, apurou que a dupla se passava por servidores do Sistema Único de Saúde (SUS), vinculado ao Ministério da Saúde, e fazia a promessa de cadastro das vítimas, geralmente pessoas idosas, para receberem cestas básicas (popularmente conhecido como sacolão) e obterem descontos na conta de energia elétrica.

De acordo com a investigação, os fatos começaram a ser praticados na última sexta-feira (12.12) e se estenderam até segunda-feira (16.12), quando ocorreu a prisão. Os criminosos teriam conseguido criar contas bancárias, realizar empréstimos financeiros, em nome dos idosos. Uma das vítimas teria 69 anos de idade e vivia em condições de vulnerabilidade social.

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Com a prisão em flagrante do casal, a Polícia Civil conseguiu bloquear cerca de R$ 7 mil reais junto aos bancos utilizados pelos criminosos, bem como está sendo providenciada a devolução do valor à vítima.

Segundo o delegado responsável pela condução da investigação, Ruy Guilherne Peral da Silva, há possibilidade de o casal ter feito outras vítimas na região de Sinop. “Nós seguimos com a investigação. Já temos fortes indícios de que os dois criminosos estiveram em Sinop e que podem ter feito outras vítimas naquela região”, disse Ruy.

Conforme o delegado, o casal foi autuado pelos crimes de estelionato contra idoso, em concurso material com associação criminosa, desobediência e lavagem de dinheiro Art. 171, §4º c.c. Arts. 288 e 330, ambos do C.P. c.c. Art. 1º, §1º, inciso II, da Lei nº 9.613/98, na forma do Art. 69, do CP). Sendo que a autoridade policial também representou pela conversão da prisão em flagrante pela preventiva para que se interrompa a prática criminosa bem como para se evitar a fuga do distrito da culpa.

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Outras providências

Segundo o delegado, além da prisão, a Polícia Civil representou judicialmente, de forma apartada, para que o Poder Judiciário determine ao INSS e às instituições financeiras a imediata suspensão dos contratos de empréstimos fraudulentos, evitando prejuízos à vítima.

“Nós nos empenhamos muito aqui para reverter essa covardia praticada contra a senhora humilde que vive sozinha com a mãe dela de 90 anos”, enfatizou Ruy sobre o trabalho policial desencadeado e que culminou na prisão do casal.

Segundo o delegado, o golpe comprometeria aproximadamente um ano de aposentadoria da idosa.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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