Mais de 90 medalhas da Olímpiadas de Matemática foram entregues oficialmente para estudantes da Escola Estadual José de Mesquita, em Cuiabá, na manhã desta terça-feira (19.8), pelo secretário de Estado de Educação, Alan Porto.
Estudantes da unidade participaram da Olímpiadas Mandacaru de Matemática 2025, da Olímpiada Internacional de Matemática sem Fronteiras 2025 e Olímpiada Brasileira de Matemática Financeira.
O estudante Heitor Teixeira, de 11 anos, do 6º ano, disse que acredita na escola pública para ser o que quiser quando crescer e agradeceu ao secretário de Educação pela oportunidade que tem proporcionado aos estudantes.
“Estou orgulhoso porque consegui duas medalhas de ouro. Acredito muito na minha escola e é nela que estou aprendendo a ser uma pessoa melhor. Lá é tudo de bom. Temos apoio, materiais didáticos e professores excelentes”, disse o estudante.
A Olímpiada Mandacaru de Matemática foi realizada em julho, onde a escola conquistou 76 medalhas, sendo seis ouros, 28 pratas e 30 bronzes, além de 12 menções honrosas. A prova foi aplicada em formato online para estudantes do 4º ano do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio.
Já o resultado da Olímpiada Internacional de Matemática sem Fronteira foi divulgado no dia 5 de agosto. Os principais objetivos são aproximar países estrangeiros através do estudo e promover o interesse pela matemática, além do uso de outros idiomas na solução de problemas matemáticos.
O professor de matemática da escola, Maylson Madigue Guimarães, destacou que, com as medalhas conquistadas, os estudantes ganham grandes oportunidades à vida.
“Essas medalhas mostram que os alunos da rede pública também podem vencer desafios e, mais ainda, mostra que o estado de Mato Grosso vem crescendo na educação. Eu, como filho de escola pública e preto, consegui chegar onde almejava e é isso que quero para os meus alunos”, completou.
O secretário concluiu falando sobre o orgulho que os estudantes deram para Mato Grosso em conquistar 10 medalhas em disputa internacional. Para ele, o apoio dos professores foi fundamental, além do esforço individual de cada estudante.
“Como o Heitor disse, é puro orgulho. Fiz questão de entregar pessoalmente essas medalhas para vocês entendam sobre a importância de se esforçarem e se dedicarem aos estudos. Até 2026 estaremos entre as cinco educações públicas mais bem avaliadas no país, porque vocês estão recebendo a educação que merecem”, finalizou Alan Porto.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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