Mato Grosso

Projeto da Escola Técnica Estadual de Cáceres é finalista na maior feira de ciências e engenharia do País

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O trabalho científico desenvolvido na Escola Técnica Estadual (ETEC) de Cáceres foi selecionado como um dos finalistas da 24ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace). A lista divulgada, nesta sexta-feira (19.12), apresenta os estudantes que serão avaliados de forma presencial durante a mostra de projetos realizada entre 16 e 20 de março de 2026, em São Paulo.

O projeto intitulado “Bioplástico: uma alternativa sustentável ao plástico tradicional”, foi desenvolvido pelas estudantes Anna Clara Ribeiro de França e Sandra Beatriz de Oliveira Campos. Com a orientação da professora Luana Kateryne Carvalho Ferreira e coorientação de Karolyne Sebastiane Da Silva.

A pesquisa demonstrou que os plásticos biodegradáveis podem se decompor naturalmente por ação de microrganismos presentes no ambiente, retornando à natureza em um período relativamente curto de tempo. Podendo ser produzidos usando materiais simples e naturais, reduzindo o impacto ambiental do plástico comum.

O trabalho havia participado da XVII Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI), realizada juntamente com a 22ª Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Mato Grosso (SNCT/MT), em Cuiabá. Na ocasião, a ETEC recebeu 3 prêmios, a professora e orientadora do Bioplástico, Luana Kateryne, parabenizou os alunos e colegas professores que fizeram parte dessa jornada.

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“Cada esforço, cada ideia, cada experimento valeram a pena. E seguimos firmes representando a nossa cidade mostrando o potencial da educação pública da ciência”, afirmou Luana.

A aluna representante do projeto, Ana Clara agradeceu a orientadora e o diretor da instituição, Douglas Alexandre, por todo apoio e incentivo.

ETEC Cáceres

A Escola Técnica Estadual de Cáceres, inaugurada em 29 de março de 2022, está vocacionada para cursos na área da saúde, ofertando cursos técnicos em Enfermagem, Farmácia, Saúde Bucal, Análises Clínicas, além de cursos técnicos de interesse da economia regional, tais como Técnico em Administração, Guia de Turismo, dentre outros.

A oferta ocorre através da modalidade concomitante intercomplementar para estudantes do Ensino Médio, com uma parceria coma Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e na modalidade concomitante subsequente no período noturno para estudantes que estejam cursando 2º ano do Ensino Médio ou que já tenham concluído o Ensino Médio. Também são ofertados diversos cursos livres e de formação inicial continuada na sede ou em cidades e distritos próximos.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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