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Wolf Sementes lança Mavuno Grafitek®: nova versão grafitada da braquiária híbrida líder em produtividade

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A Wolf Sementes anunciou o lançamento do Mavuno Grafitek®, nova versão da Brachiaria Híbrida Mavuno (Urochloa brizantha x Urochloa ruziziensis cv. Mixe Drwn 12). Reconhecida nacionalmente por sua alta produtividade, vigor e eficiência nutricional, a cultivar passa agora a ser disponibilizada na versão grafitada, desenvolvida para produtores que buscam mais praticidade, uniformidade e precisão no plantio, especialmente em operações com drones.

Semente grafitada garante plantabilidade superior e fluxo uniforme

O revestimento do Mavuno Grafitek® é 100% natural, livre de polímeros, e foi projetado para oferecer plantabilidade superior e fluxo mais uniforme nas semeadoras, preservando integralmente a pureza genética da semente original.

Segundo a empresa, o tratamento garante uma semeadura mais limpa e eficiente, mantendo os diferenciais que consolidaram o Mavuno como referência em produtividade e desempenho no campo.

O híbrido é conhecido por proporcionar até 50% mais ganho de massa (GMD), 21% de proteína bruta e capacidade de suporte de até 6 unidades animais (UA) por hectare, resultando em maior produção de carne e leite por área e excelente relação custo-benefício.

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Uso de drones impulsiona demanda por sementes grafitadas

De acordo com Tiago Pontes, gerente técnico da Wolf Sementes, o lançamento acompanha a tendência crescente do uso de drones para o plantio de precisão.

“O avanço dos drones no campo já é uma realidade, e as sementes grafitadas têm papel fundamental nesse processo. O revestimento garante fluxo mais uniforme, melhora a distribuição e aumenta a taxa de germinação”, explica Pontes.

O especialista destaca que o uso de drones facilita o plantio em áreas de difícil acesso, como terrenos inclinados, e permite semeadura sobre a soja, otimizando as janelas de plantio e assegurando melhor cobertura do solo, sem causar compactação e com controle preciso das taxas de semeadura.

Tecnologia Grafitek® amplia possibilidades de manejo

Pontes reforça que o Mavuno Grafitek® foi desenvolvido para acompanhar o avanço tecnológico do agronegócio.

“A grafitação torna a semente mais homogênea, melhora o escoamento e dá ao produtor mais controle sobre o plantio. A combinação entre o Mavuno, líder em produtividade, e a tecnologia Grafitek® abre novas possibilidades para quem busca eficiência máxima, seja no plantio tradicional ou com drones”, afirma.

Linha Mavuno oferece soluções para diferentes perfis de produtores

O lançamento integra a estratégia de ampliação do portfólio da Wolf Sementes, que passa a oferecer quatro versões da linha Mavuno:

  • Alta Pureza VC 76
  • VC 51
  • Incrustada
  • Grafitada (Grafitek®)
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Com isso, a empresa disponibiliza opções adaptadas a diferentes níveis tecnológicos, ambientes de produção e estratégias de manejo, ampliando as alternativas para produtores rurais de todo o país.

O Mavuno Grafitek® chega ao mercado em fase de lançamento, com condições comerciais especiais para os primeiros lotes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Lideranças alertam que crédito recorde é ineficiente sem juros menores e seguro rural

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O anúncio do Plano Safra 2026/27, marcado para a próxima terça-feira (30.06), chega ao produtor rural em meio a um clima de ceticismo. Enquanto o governo federal projeta um volume recorde entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões, as lideranças do setor alertam que, em um cenário de juros elevados e margens de lucro espremidas, o montante nominal importa menos do que a efetividade das taxas de equalização. O que o campo busca não é apenas liquidez, mas uma estratégia de sobrevivência que contemple o endividamento acumulado nos últimos ciclos.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o plano precisa ir além do anúncio de “recordes” orçamentários. A crítica central das bancadas é que o governo carece de uma visão estrutural de longo prazo: enquanto o custo de capital subiu, a subvenção ao seguro rural foi tratada como variável de ajuste orçamentário. Sem proteção contra intempéries, o crédito acaba financiando o risco, e não a produtividade, perpetuando o ciclo de inadimplência que já preocupa o Banco Central.

A Aprosoja Mato Grosso ecoa o descontentamento com a falta de previsibilidade. Para a entidade, de nada adianta um volume robusto se as linhas de investimento — essenciais para armazenagem e modernização — permanecerem travadas ou de difícil acesso para o médio produtor. O setor produtivo aponta que a paridade de importação e os custos de produção em patamares históricos exigem que o Plano Safra seja, antes de tudo, um instrumento de competitividade internacional, e não uma peça de marketing político que ignora a realidade técnica das fazendas.

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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Engenheiro Agrônomo Isan Rezende (foto), o setor está diante de uma encruzilhada. “O governo insiste em focar no volume total de crédito como se isso, por si só, garantisse a estabilidade da safra, mas esquece que o custo desse dinheiro tornou-se proibitivo para grande parte dos produtores. Não precisamos de um recorde de bilhões disponíveis se as taxas de juros não forem condizentes com a realidade de um setor que, nos últimos dois anos, foi duramente atingido por quebras climáticas sucessivas e pela volatilidade dos preços internacionais. O produtor hoje precisa de fôlego, não de novos passivos impagáveis”, afirmou Rezende.

“O agronegócio não pode ser tratado como um setor auxiliar que recebe atenção apenas quando a balança comercial precisa de socorro. Precisamos que o Plano Safra 2026/27 venha acompanhado de uma política clara de renegociação de dívidas e de um comprometimento real com o Seguro Rural. Sem isso, estamos apenas postergando um colapso financeiro que vai atingir desde o pequeno produtor até a economia das cidades que dependem diretamente do sucesso da nossa safra”, disse Isan.

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“A nossa expectativa é de que, no dia 30, o anúncio não seja apenas um conjunto de números desenhado pela Fazenda para cumprir calendário. Queremos ver, de fato, a implementação de uma estratégia que proteja a nossa capacidade de investimento. Se o governo continuar tratando a equalização como um gasto primário e não como o investimento estratégico que é, estaremos condenando o próximo ciclo a uma estagnação perigosa. O agronegócio é o motor que mantém o Brasil respirando, e ele exige o respeito de ser tratado com política econômica técnica, e não com medidas paliativas que não resolvem o gargalo do custo do crédito na ponta”, concluiu o presidente do Instituto do Agronegócio.

Fonte: Pensar Agro

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