Nacional

MME atualiza prazos dos Leilões de Reserva de Capacidade de 2026

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O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, nesta segunda-feira (22/12), as Portarias Normativas nº 122 e nº 123, de 19 de dezembro de 2025, que promovem ajustes nos prazos para a declaração do Custo Variável Unitário (CVU) e dos parâmetros de flexibilidade operativa dos Leilões de Reserva de Capacidade na Forma de Potência de 2026 (LRCAPs 2026).

As portarias estabelecem que os empreendedores devem informar dados técnicos e econômicos de suas usinas até às doze horas do dia 5 de janeiro de 2026, por meio do sistema de Acompanhamento de Empreendimentos Geradores de Energia Elétrica (AEGE).

A Portaria nº 122 trata do leilão destinado às usinas termelétricas a gás natural, novas e existentes, às usinas a carvão mineral já em operação e às ampliações de empreendimentos hidrelétricos. Já a Portaria nº 123 traz as alterações que se aplicam aos empreendimentos existentes de geração termelétrica a óleo combustível, óleo diesel e biodiesel, que participam do leilão específico voltado a essas fontes.

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Leilões de Reserva de Capacidade de 2026
Os demais prazos do certame permanecem inalterados. Os leilões ocorrerão conforme o cronograma definido nas Portarias Normativas MME nº 118 e nº 119, de 23 de outubro de 2025. O primeiro leilão será realizado em 18 de março de 2026, para contratação de usinas termelétricas a gás natural, carvão mineral e hidrelétricas. O segundo ocorrerá em 20 de março de 2026, destinado à contratação de usinas termelétricas a óleo e biodiesel.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Nacional

Wellington Lima defende cooperação regional como resposta ao crime organizado em reunião do Mercosul

Publicado

Assunção, 29/5/2026 — O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou nesta sexta-feira (29) da plenária da 55ª Reunião de Ministros do Interior e Segurança do Mercosul (RMIS) e da 63ª Reunião de Ministros da Justiça do bloco (RMJ), em Assunção, sob a Presidência Pro Tempore do Paraguai. A abertura foi feita pelo presidente do Paraguai, Santiago Peña: “O desafio não é saber que país é mais seguro na América do Sul, mas fazer da América do Sul o lugar mais seguro do mundo.”

A delegação brasileira foi composta pela secretária nacional de Justiça, Maria Rosa Guimarães Loula; pelo embaixador do Brasil no Paraguai, José Marcondes de Carvalho; e pelo assessor especial para Assuntos Internacionais, João Ernesto Christófolo.

Programa Brasil Contra o Crime Organizado no centro do discurso

No pronunciamento, Wellington Lima apresentou o Programa Brasil Contra o Crime Organizado — lançado pelo presidente Lula com investimentos vultosos — como contribuição concreta do Brasil à segurança regional. O programa estrutura-se em quatro eixos: asfixia financeira das organizações criminosas; fortalecimento do sistema prisional; qualificação técnica das investigações de homicídios; e combate ao tráfico de armas.

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“Quanto mais forte a capacidade de cada Estado-Parte, mais resiliente será nossa região frente às ameaças comuns”, afirmou o ministro.

O que foi aprovado na reunião:

• Observatório de Criminalidade e Violência do Mercosul (OCVME) — novo instrumento regional para análise criminal e geração de estatísticas comparáveis entre os países
• Declaração sobre crime organizado transnacional — compromisso coletivo dos ministros no enfrentamento ao COT
• Declaração sobre análise criminal e indicadores de violência — cooperação para harmonizar metodologias e dados de segurança na região

CIN é aprovado como documento de trânsito entre países

Um dos principais documentos assinados foi a inclusão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) brasileira como documento válido para o trânsito em todos os países do Mercosul, sem necessidade de passaporte.

Wellington Lima destacou a aprovação: “Com essa mudança, os cidadãos brasileiros poderão utilizar nossa nova Carteira de Identificação Nacional para viajar pelos países do bloco.”

“Somente por meio do diálogo franco, da cooperação permanente e da confiança recíproca seremos capazes de avançar para uma região mais segura, mais justa e mais integrada”, concluiu o ministro.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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