Mato Grosso

Dois homens com mandados em aberto são presos por reconhecimento facial em Chapada dos Guimarães

Publicado

Na madrugada desta terça-feira (30.12), dois homens com mandados de prisão em aberto foram presos em Chapada dos Guimarães(65 km de Cuiabá), durante show da programação das festas de fim de ano.

As prisões ocorreram por reconhecimento facial, por meio de câmeras da Plataforma de Observação Elevada (POE), sistema de videomonitoramento em segurança vinculado ao Ciosp (Centro de Operações Integradas) da Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT).

Os dois suspeitos, de 22 e 30 anos, tinham mandados civis de prisão, por dívidas com pensão alimentícia, cadastrados no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), órgão do Conselho Nacional de Justiça. As duas prisões foram decretadas pela justiça mato-grossense.

Em Chapada dos Guimarães, assim como em todos os municípios mato-grossenses, as forças de segurança reforçaram suas ações com a presença de mais policiais e auxílio da tecnologia.

Em Chapada, por exemplo, o reforço inclui equipes do Regimento Montado (Cavalaria), Força Tática, Companhia Raio de Motopatrulhamento, Batalhões Rotam e de Trânsito, entre outras unidades do policiamento ostensivo.

Leia mais:  Escola de Governo abre inscrições para capacitação em gestão por processos com ferramenta Bizagi Modeler

Fonte: Governo MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Publicado

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia mais:  Nota MT premia mil torcedores com ingressos para jogo entre Cuiabá e Flamengo; confira resultado

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia mais:  Corpo de Bombeiros intensifica busca por homem desaparecido em zona rural de Luciara

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana