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Revista da ENIT conquista Qualis A4 e reforça excelência acadêmica da Inspeção do Trabalho

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A Revista da Escola Nacional da Inspeção do Trabalho (ENIT) conquistou a classificação Qualis A4 na avaliação trienal 2021–2024 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O resultado certifica a qualidade da produção científica publicada pela Revista e a reconhece como um periódico de alto impacto acadêmico em âmbito nacional.

A conquista é motivo de celebração, especialmente em 2026, ano em que a Revista completa 10 anos de existência. A classificação A4 reforça o papel do periódico como um espaço qualificado para o debate acadêmico e para a difusão do conhecimento relacionado à Inspeção do Trabalho.

Entenda o Qualis

O Qualis é o sistema brasileiro de avaliação de periódicos científicos, mantido pela CAPES, que classifica as revistas de acordo com critérios de qualidade e impacto acadêmico. Embora as classificações da faixa B já indiquem relevância científica, os estratos da faixa A representam periódicos de alto nível, amplamente buscados por pesquisadoras e pesquisadores com elevada titulação acadêmica.

A obtenção do Qualis A4 tende a ampliar a visibilidade acadêmica da Revista da ENIT e a fortalecer ainda mais a carreira da Auditoria Fiscal do Trabalho no meio científico.

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Sobre a Revista da ENIT

A Revista da ENIT é uma publicação anual que recebe artigos científicos e relatos de boas práticas produzidos por auditores-fiscais do Trabalho, em diálogo com a comunidade acadêmica. Todos os trabalhos passam por rigoroso processo de avaliação dupla cega.

Em 2026, será publicada a edição comemorativa dos 10 anos da Revista.

Acesse o site da Revista da ENIT: https://revistaenit.trabalho.gov.br

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Nacional

Paraná recebe projeto Defensoras Populares e conclui implementação da iniciativa em dez estados

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Curitiba, 27/6/2026 – O projeto Defensoras Populares será lançado neste sábado (27), em Curitiba (PR), marcando a conclusão do ciclo de implementação da iniciativa em dez estados brasileiros. Promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o projeto fortalece a educação em direitos, amplia o acesso à Justiça e contribui para a prevenção da violência de gênero por meio da formação de lideranças femininas em seus territórios.

O projeto integra o programa Antes que Aconteça, da Secretaria Nacional de Acesso à Justiça (Saju), e o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. Desenvolvido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), tem como objetivo fortalecer redes comunitárias de proteção e ampliar o acesso das mulheres aos serviços de Justiça e assistência.

A cerimônia contará com a presença de deputadas federais, vereadoras, representantes do sistema de Justiça e do Governo Federal. Também participará da mesa de abertura a ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçando o compromisso interinstitucional com o enfrentamento à violência contra as mulheres.

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O lançamento ocorre em um contexto de agravamento da violência doméstica e familiar no estado. Segundo dados da Divisão de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do Paraná, mais de 70 mil denúncias foram registradas no último ano. No mesmo período, cerca de 32 mil medidas protetivas foram solicitadas. Embora os números tenham aumentado em relação ao ano anterior, especialistas apontam que esse crescimento também reflete uma maior disposição das vítimas em denunciar as agressões.

Para a secretária nacional de Acesso à Justiça do MJSP, Sheila de Carvalho, os indicadores reforçam a necessidade de fortalecer as redes de proteção e garantir que as mulheres conheçam seus direitos e os mecanismos disponíveis para romper o ciclo da violência.

“A violência contra as mulheres não é um problema privado, é uma grave violação de direitos humanos que exige respostas coletivas e permanentes do Estado e da sociedade. O crescimento das denúncias também mostra que mais mulheres estão encontrando alternativas para pedir ajuda, e o projeto Defensoras Populares nasce justamente para ampliar esses caminhos, formando mulheres que se tornam pontes de informação, acolhimento e acesso à Justiça em suas comunidades”, afirma.

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Com a conclusão da implementação nos dez estados contemplados, o projeto consolida uma estratégia nacional de prevenção baseada no fortalecimento de lideranças femininas, na promoção da cidadania e na construção de redes comunitárias capazes de identificar situações de violência, orientar mulheres sobre seus direitos e ampliar o acesso aos serviços de proteção.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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