Política Nacional

Cleitinho defende Gás do Povo e critica vistoria periódica de veículos

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Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (3), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) destacou a aprovação pelo Senado da medida provisória do Programa Gás do Povo (MP 1.313/2025). O parlamentar afirmou que, apesar de se declarar oposição ao governo federal, vota favoravelmente a propostas que, segundo ele, beneficiem diretamente a população.

— Eu não sou aliado do presidente Lula, não serei aliado dele; sou oposição, mas não sou oposição ao Brasil. Tudo que for a favor do povo, em benefício do povo, eu vou votar — declarou o senador, ao justificar seu posicionamento favorável à MP.

Cleitinho argumentou que não considera legítimo que agentes públicos critiquem benefícios sociais enquanto persistirem auxílios e vantagens concedidos a integrantes dos três Poderes. Para o senador, esse contexto reforça a necessidade de o Congresso apoiar políticas voltadas à população de baixa renda.

O parlamentar também criticou um projeto de lei da Câmara que trata da obrigatoriedade de vistoria periódica em veículos com mais de cinco anos de uso. Segundo ele, se o PL 3.507/2025 se tornar lei, os custos para os proprietários de automóveis aumentarão, somando-se a despesas como impostos, taxas de licenciamento, pedágios e seguros. O senador defendeu que a matéria seja barrada nas comissões e que o Legislativo concentre esforços na redução de impostos e encargos.

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O senador fez ainda um relato pessoal sobre a volta da leucemia de seu irmão Matheus e pediu compreensão para se afastar temporariamente de debates eleitorais.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Comissão aprova projeto que amplia iniciativas de apoio psicológico aos profissionais da segurança pública

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que amplia e aprimora as ações de saúde mental para profissionais da segurança pública e agentes do sistema socioeducativo.

A proposta prevê atendimento psicológico para profissionais em atividade ou aposentados. Também incentiva a criação de ouvidorias internas e independentes para acolher demandas de saúde mental, emocionais e comportamentais, com sigilo garantido.

O texto ainda determina a capacitação permanente dos profissionais de saúde e de assistência social que atuam nesse atendimento. Para agentes do sistema socioeducativo, a proposta assegura acesso a programas de promoção da saúde mental e de prevenção da automutilação e do suicídio.

Versão do relator
O texto aprovado é a versão do relator, deputado Dr. Francisco (PT-PI) , para o Projeto de Lei 1966/25, do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ). O relator apresentou nova redação, incorporando as ideias do autor às normas vigentes.

“O projeto original criaria uma duplicidade de programas, com ineficiência administrativa e insegurança jurídica, assim, a melhor solução é, portanto, aprimorar as leis já existentes”, disse o relator no parecer aprovado.

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O substitutivo altera a Lei 13.675/18, que institui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), e a Lei 13.819/19, que criou estratégias para promover a saúde mental da população, garantir assistência psicológica e monitorar casos.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem/RM
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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