Agro News

Copagril promove Dias de Campo e fortalece transferência de tecnologia no Paraná e Mato Grosso do Sul

Publicado

Objetivo dos Dias de Campo

A Copagril – Cooperativa Agroindustrial iniciou, em janeiro de 2026, uma série de Dias de Campo no Paraná e no Mato Grosso do Sul com o propósito de disseminar conhecimento técnico, apresentar inovações e aproximar produtores cooperados e clientes.

Os eventos são uma oportunidade para interação direta entre equipes técnicas, parceiros comerciais e agricultores, permitindo troca de experiências sobre manejo de culturas, posicionamento de híbridos e cultivares, tecnologias em proteção de plantas e estratégias de nutrição e sustentabilidade.

Eventos realizados no Paraná e Mato Grosso do Sul

No Paraná, a programação já passou por:

  • Quatro Pontes – 9 de janeiro
  • Bela Vista (Guaíra) – 24 de janeiro
  • Realeza – 28 de janeiro
  • No Mato Grosso do Sul, o evento inaugural ocorreu em:
  • Dourados – 29 de janeiro

Cada evento contou com estações técnicas, vitrines tecnológicas e orientações práticas, adaptadas às condições de solo e clima de cada região, reforçando a tomada de decisões estratégicas para as safras.

Leia mais:  Exportações brasileiras de grãos devem bater novo recorde em 2026 com foco em soja e milho
Planejamento de safra e tomada de decisão

Segundo o gerente técnico agronômico da Copagril, Douglas Sandrim de Brito, os Dias de Campo são uma ferramenta estratégica para levar informações qualificadas ao produtor, auxiliando na gestão da propriedade, aumento da produtividade e rentabilidade, além de promover práticas agrícolas sustentáveis e adaptadas à realidade local.

“Em todas as ocasiões, os participantes tiveram acesso a orientações práticas alinhadas às condições edafoclimáticas de cada região, fortalecendo o planejamento das safras,” explicou Sandrim de Brito.

Próximos eventos em Mato Grosso do Sul

A programação segue com o próximo Dia de Campo em Itaquiraí (MS), marcado para 12 de fevereiro de 2026, ampliando o alcance das ações da cooperativa e reforçando o compromisso com tecnologia, inovação e desenvolvimento do agronegócio regional.

A Copagril mantém investimentos contínuos em ações técnicas e educativas, consolidando sua posição como parceira estratégica do produtor rural, promovendo inovação, produtividade e resultados sustentáveis no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Carne suína: percepção de oferta confortável pressiona preços e trava mercado no Brasil

Publicado

O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de comportamento misto entre o quilo vivo e os cortes negociados no atacado. A pressão predominante veio da percepção de que a oferta de animais segue confortável, fator que limita reajustes e mantém o setor em ritmo lento de negociações.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a indústria adotou uma postura mais reticente nas compras do suíno vivo em Minas Gerais ao longo da semana. O movimento reflete a percepção de equilíbrio — ou até excesso — na oferta disponível, o que reduz o poder de barganha dos produtores.

Ao mesmo tempo, os frigoríficos monitoram o escoamento da carne suína no mercado interno, que apresenta leve melhora, mas ainda sem força suficiente para sustentar altas mais consistentes nos preços.

Consumo pode ganhar tração na primeira quinzena de julho

De acordo com Maia, as expectativas do setor se concentram na primeira metade de julho, período tradicionalmente associado ao aumento da circulação de renda com o pagamento de salários.

Além disso, o avanço do inverno em diversas regiões do país tende a favorecer o consumo de proteínas, especialmente carnes de preparo doméstico. Outro fator de atenção é a competitividade da carne suína frente à bovina, o que pode ampliar a demanda no varejo.

Leia mais:  Café e soja lideram rentabilidade entre produtores paranaenses, aponta Deral

No cenário externo, as exportações seguem como principal variável positiva para o setor em 2026, funcionando como importante amortecedor para o mercado interno.

Preços do suíno vivo recuam na média nacional

Levantamento da Safras & Mercado apontou que a média do quilo do suíno vivo no Brasil recuou de R$ 5,34 para R$ 5,28 ao longo da semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça ficou em R$ 8,89, enquanto o pernil foi negociado a R$ 11,18.

Cotações variam entre estabilidade e ajustes regionais

No mercado paulista, a arroba suína subiu de R$ 101,00 para R$ 102,00, indicando leve reação pontual.

Em outras regiões, o comportamento foi mais heterogêneo:

  • No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto no interior avançou de R$ 5,10 para R$ 5,15
  • Em Santa Catarina, a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto o interior subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10
  • No Paraná, o mercado livre avançou de R$ 4,90 para R$ 5,00, e a integração manteve R$ 5,60
  • Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou estável em R$ 5,10, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
  • Em Goiás, os preços subiram de R$ 5,40 para R$ 5,50
  • Em Minas Gerais, o interior caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90, enquanto o mercado independente ficou estável em R$ 6,10
  • Em Mato Grosso, Rondonópolis manteve R$ 5,50, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
Leia mais:  Economia circular no agronegócio: Brasil transforma resíduos agrícolas em valor sustentável

O cenário geral reforça um mercado fragmentado, com variações pontuais e ausência de tendência única.

Exportações seguem em queda no comparativo anual

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram US$ 212,827 milhões em junho, considerando 14 dias úteis, com média diária de US$ 15,202 milhões.

O volume embarcado atingiu 84,663 mil toneladas, com média diária de 6,047 mil toneladas, enquanto o preço médio ficou em US$ 2.513,8 por tonelada.

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • queda de 5,2% no valor médio diário
  • recuo de 1% na quantidade média diária
  • redução de 4,3% no preço médio

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e reforçam um cenário de leve perda de ritmo nas exportações, apesar de o setor seguir relevante para o equilíbrio da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana