Agro News

Controle biológico e manejo inteligente impulsionam produtividade nos canaviais durante a Coplacampo 2026

Publicado

Coplacampo 2026 destaca inovações para o setor sucroenergético

Entre os dias 23 e 27 de fevereiro, a cidade de Piracicaba recebe a Coplacampo 2026, um dos eventos mais relevantes do setor sucroenergético do Centro-Sul do Brasil. Promovida pela Coplacana, a feira reúne cooperados, produtores e empresas do agronegócio em torno de soluções tecnológicas e sustentáveis voltadas ao cultivo de cana-de-açúcar.

Entre as presenças de destaque está a Sipcam Nichino Brasil, que apresenta seu portfólio de produtos voltados à proteção e bioestimulação de canaviais, com foco em eficiência produtiva e manejo sustentável.

Controle eficaz da broca-da-cana garante melhor produtividade

Um dos principais temas abordados pela Sipcam Nichino na Coplacampo é o controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis) — uma das pragas mais destrutivas para o setor.

O inseticida Takumi®, destaque da empresa, tem se mostrado altamente eficaz na redução de colmos brocados, minimizando perdas de peso e qualidade na matéria-prima.

Segundo o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, coordenador de marketing da companhia, o produto apresenta resultados consistentes também contra outras lagartas de difícil controle, tornando-se um aliado estratégico para o produtor que busca maior rentabilidade e sanidade no canavial.

Leia mais:  Chuvas favorecem trigo no Sul e impulsionam início da safra de verão, aponta Conab
Bioestimulação: tecnologia que fortalece o desenvolvimento da cana

Outro foco da participação da Sipcam Nichino é a bioestimulação vegetal, prática que vem ganhando espaço nas lavouras de cana. A empresa foi pioneira na criação de uma plataforma de bioestimulantes no Brasil, reunindo produtos como Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde.

De acordo com Palazim, o bioestimulante Abyss® tem se destacado por favorecer o desenvolvimento radicular e o perfilhamento da cana planta, além de proporcionar maior resistência a estresses climáticos. “Os resultados de campo comprovam o ganho em produtividade e rentabilidade, principalmente sob condições ambientais adversas”, destaca o especialista.

Manejo eficiente de plantas daninhas com o herbicida Ancosar®

Para o manejo de invasoras, a empresa apresenta o herbicida Ancosar®, amplamente utilizado em pós-emergência e indicado para o controle de ervas monocotiledôneas e dicotiledôneas de difícil manejo — entre elas, capim-colchão, capim-marmelada, carrapicho-de-carneiro, serralha e picão-preto.

O produto deve ser aplicado conforme o estágio de desenvolvimento das plantas: entre um e dois perfilhos nas monocotiledôneas e quatro a seis folhas nas dicotiledôneas.

Nas lavouras de cana planta, a aplicação é recomendada logo após o plantio; já na cana soca, deve ser feita após o corte.

Leia mais:  Açúcar despenca nas bolsas internacionais com aumento da oferta e tensões comerciais entre EUA e China

Segundo Palazim, o Ancosar® alia eficiência agronômica e seletividade à cultura, sendo uma ferramenta essencial para o controle sustentável de invasoras sem comprometer o desenvolvimento da cana-de-açúcar.

Sustentabilidade e inovação guiando o futuro do setor

A Coplacampo reforça o papel da inovação e da sustentabilidade no futuro do setor sucroenergético brasileiro.

Com foco em soluções biotecnológicas e manejo integrado, o evento destaca o esforço das cooperativas e indústrias em promover práticas agrícolas mais eficientes, seguras e ambientalmente responsáveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
publicidade

Agro News

Cota de arrasto de praia da tainha é ampliada para 430 toneladas em Santa Catarina

Publicado

Foi publicado hoje (11), em edição extra do Diário Oficial da União, a portaria que amplia as cotas da tainha na modalidade de arrasto de praia em Santa Catarina para 430 toneladas. Essas cotas foram ampliadas após um processo de escuta da sociedade, por meio do Grupo de Trabalho de Acompanhamento da Safra, e com base em dados científicos.

Após o relato dos pescadores do estado de que, apesar do peixe ter sido abundante em algumas regiões, em outras a tainha não havia chegado devido às condições oceanográficas, o MPA realizou uma análise comparando a produção de tainha, neste ano, com dados históricos de produção.

Nessa avaliação, observou-se que dos 25 municípios costeiros, apenas três haviam atingido a produção de anos anteriores. Ou seja, os dados mostraram o que a população de Santa Catarina trazia nos relatos: muitos pescadores não conseguiram pescar.

Neste contexto, o Litoral Norte do estado foi o mais prejudicado, sem qualquer registro de produção de pescado em 12 municípios, dos 14 da região neste ano.

Leia mais:  Chuvas favorecem lavouras e sustentam preços do café, mas mercado segue atento às tarifas e à oferta global

Por conta disso, a partir da média entre as diferenças de produção atuais e dos dados históricos e, além disso, considerando o Rendimento Máximo Sustentável estabelecido na avaliação de estoque, foi estipulado o valor de cota adicional de:

230 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Araquari, Balneário Barra do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Barra Velha, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Itajaí, Itapema, Itapoá, Joinville, Navegantes, Penha, Porto Belo e São Francisco do Sul.

200 toneladas de cotas de captura para o litoral centro norte de Santa Catarina, abrangendo os municípios de Biguaçu, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

Essa medida estabelece uma cota compartimentada para a região centro-norte e centro-sul de Santa Catarina, com o objetivo que garantir uma distribuição justa do recurso, com cotas maiores para aqueles que não pescaram, além de cotas para aqueles que ainda não atingiram uma produção suficiente neste ano.

Leia mais:  Agro mantém a expectativa de que tensões entre EUA e China impulsionem as exportações

“Devido às condições climáticas, a tainha não chegou à mesa de muitos catarinenses. O Governo do presidente Lula tem compromisso com a participação social, com a escuta. Por isso, o governo tomou a decisão de ampliar as cotas. Vale reforçar que não se trata de uma medida politica. A nova cota foi baseada em informações técnicas.
Agora, para termos uma pesca sustentável, precisamos da colaboração de todos”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo.

Este ano, a quantidade pescada em algumas regiões foi tão grande que o mercado sentiu os impactos: os preços caíram e houve relatos de desperdício.

Por conta disso é importante a sensibilização dos pescadores e pescadoras para que pesquem com responsabilidade e que aqueles que já capturaram permitam que a safra também seja farta para os outros profissionais.

O Ministério da Pesca e Aquicultura segue trabalhando para garantir a sustentabilidade da pescaria, a justiça social e o respeito a tradição da pesca da tainha no estado.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana