Tribunal de Justiça de MT

Comarca de Lucas do Rio Verde abre credenciamento para psicólogos

Publicado

A Comarca de Lucas do Rio Verde publicou o Edital nº 02/2026 para formação de cadastro de reserva de profissionais da área de Psicologia que desejam atuar junto ao Poder Judiciário.

O processo seletivo é promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso e tem como objetivo credenciar pessoas físicas para prestação de serviços técnicos em unidades judiciais da comarca, conforme as regras do Provimento nº 61/2020.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente de forma eletrônica, no período de 3 a 16 de março de 2026, por meio do Protocolo Administrativo Virtual (PAV), com a seleção da comarca de Lucas do Rio Verde.

O edital prevê apenas uma inscrição por candidato e estabelece que a seleção será realizada por análise documental e de títulos, considerando tempo de serviço público, experiência profissional e formação acadêmica, com pontuação máxima de dez pontos.

Para participar, é necessário possuir graduação em Psicologia, registro no conselho profissional, idade mínima de 21 anos, além de atender aos demais requisitos previstos no edital, como apresentação de certidões negativas e documentação comprobatória.

Leia mais:  Empréstimos em nome de pessoa incapaz são anulados pelo TJMT

O certame é coordenado pela Comissão de Apoio ao Processo Seletivo, presidida pelo juiz diretor do foro da comarca, Evandro Juarez Rodrigues, e terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.

Confira o edital completo,com a relação de documentos exigidos, critérios de pontuação e atribuições doprofissional credenciado.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
publicidade

Tribunal de Justiça de MT

Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

Publicado

“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

Leia mais:  Empréstimos em nome de pessoa incapaz são anulados pelo TJMT

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana