Nacional

Feira de economia solidária movimenta a II Conferência Nacional do Trabalho

Publicado

Castanhas produzidas por uma cooperativa voltada ao combate do trabalho infantil, geleia de mangaba de uma associação que atua na última reserva urbana extrativista do país reconhecida pela preservação da biodiversidade, esculturas de madeira talhadas por um agricultor que aproveita árvores mortas da Caatinga e porta-moedas feitos com fibra de taboa colhida no Pantanal sergipano estão entre os produtos comercializados durante a II Conferência Nacional do Trabalho.

O evento contou com a participação da Unisol Sergipe, uma rede de empreendimentos de economia solidária que atua com agricultura familiar e artesanato, fortalecendo a geração de renda, a valorização do trabalho local e a preservação ambiental.

“A rede fortalece e viabiliza a participação dos empreendimentos em eventos como este. Ela permite que os produtos cheguem ao consumidor sem intermediários, garantindo que o valor das vendas seja repassado diretamente aos produtores”, afirma a representante da Unisol Sergipe, Cláudia Pereira.

O coletivo de catadores Ciclo Infinito, de Osasco (São Paulo), usa a arte como forma de conscientizar sobre a importância da reciclagem e da economia circular. O grupo cria vasos, quadros e outras peças decorativas com materiais descartados em lixões, agregando valor aos produtos e aumentando a renda dos catadores.

Leia mais:  Concessões no setor de portos somam R$ 30 bilhões em investimentos

“A gente pega flores descartadas de eventos e casamentos e utiliza uma técnica para desidratá-las, o que dá consistência e permite que a flor dure até cinco anos como decoração”, destaca Samantha Alves, representante do coletivo.

Economia Solidária

Ao todo, foram montados 15 estandes para exposição e comercialização de produtos da economia solidária na II CNT, que acontece entre os dias 3 e 5 de março em São Paulo.

São empreendimentos de diversas partes do país, como Bahia, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo. A feira foi coordenada pela Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária (SENAES) e contou com a mobilização das redes UNICOPAS, Fórum Paulista de Economia Solidária e Programa Paul Singer do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

“Organizar uma feira dentro da II CNT aproxima a economia solidária ainda mais da agenda do mundo do trabalho”, ressalta Lidiane Freire, coordenadora-geral de Parcerias e Fomento da SENAES.

A economia solidária é um modelo de produção, consumo e distribuição baseado na cooperação, autogestão, comércio justo e solidariedade, priorizando o ser humano e o meio ambiente sobre o lucro individual. Envolve cooperativas, associações e redes coletivas, atuando como alternativa inclusiva de trabalho e renda, com forte impacto no desenvolvimento local e social.

Leia mais:  Após decisão do STF publicada nesta terça (12), Rodovia do Aço segue administrada pela União

Para Janaína Cristina, que vende produtos com estampas de temas feministas e antirracistas, a participação na conferência é uma oportunidade de alcançar novos públicos.

“Eu fiquei grávida de gêmeos e, na época, fiquei desempregada. Então comecei a estampar camisetas para vender. Comecei em um evento aqui, outro ali, e deu certo. Hoje é uma marca consolidada, e eu vivo dela há oito anos”, comemora.

Sobre a Conferência

A II Conferência Nacional do Trabalho é um espaço de debate democrático e participativo que reúne representantes dos trabalhadores, empregadores e do governo. O objetivo é estabelecer diretrizes para a promoção do trabalho decente no Brasil, fortalecendo o diálogo social e a construção coletiva de políticas públicas.

Saiba mais sobre a Conferência Nacional do Trabalho aqui.

Confira as fotos dos feirantes e dos estandes da feira.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

MPor lança terceira fase da campanha Assédio Não Decola e cartilha de combate à violência contra as mulheres

Publicado

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) lança, nesta segunda-feira (25), no Aeroporto Internacional de Brasília, a terceira fase da campanha Assédio Não Decola. Na ocasião, também será lançada a cartilha Orientações e Apoio para o Combate à Violência contra as Mulheres.

A nova etapa da campanha reforça ações de conscientização, orientação e divulgação de canais de denúncia em aeroportos de todo o país, com foco na prevenção da violência contra as mulheres e no fortalecimento da rede de proteção. Durante a ação no aeroporto, passageiros e trabalhadores do setor aéreo serão orientados sobre como identificar situações de risco, formas de acolhimento e canais de apoio e denúncia.

A cartilha reúne orientações sobre diferentes tipos de violência: física, psicológica, sexual, moral, patrimonial e virtual, além de divulgar canais de atendimento. A iniciativa integra as ações do ministério para promover ambientes mais seguros, respeitosos e acolhedores no setor aeroportuário.

Credenciamento
Profissionais de imprensa interessados na cobertura do evento deverão enviar solicitação de credenciamento para o e-mail: [email protected].

Leia mais:  Ode à memória: MJSP inaugura escultura de Burle Marx nas águas do Palácio da Justiça

Serviço
Evento: Lançamento da terceira fase da campanha Assédio Não Decola
Data: Segunda-feira, 25 de maio
Horário: 10h
Local: Balcão de Informações de Embarque do Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana