Educação

Inscrições para seleção de experiências em educação integral vão até 13/3

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O Ministério da Educação (MEC) prorrogou, até 13 de março, o período de inscrição de experiências inspiradoras de gestão e de projetos pedagógicos de educação integral em tempo integral desenvolvidas por redes públicas de educação básica em todo o país. A seleção é regida pelo Edital nº 1/2026 e o prazo inicial ia até o dia 26 de fevereiro. A iniciativa integra as ações do programa Escola em Tempo Integral e tem como objetivo valorizar e dar visibilidade a essas práticas.  

A seleção busca identificar experiências que rompem com a fragmentação do conhecimento e buscam transformar a cultura escolar em uma educação plural, participativa e integrada à realidade do território. São práticas que resultam da superação de desafios por parte das escolas ou redes de ensino e que podem ser sistematizadas e disseminadas como referência para outras escolas ou redes de ensino. 

As iniciativas inscritas devem estar relacionadas a eixos estruturantes da educação integral em tempo integral, como gestão democrática; currículo integrado; valorização dos territórios e saberes locais; promoção da equidade e da inclusão; fortalecimento da gestão educacional; e articulação intersetorial com outras políticas públicas. 

As experiências selecionadas serão sistematizadas e divulgadas pelo MEC em diferentes formatos, como publicações, ambientes digitais e ações de intercâmbio entre redes, com o objetivo de fortalecer a troca de conhecimentos e apoiar a consolidação da política de educação integral em tempo integral no Brasil. 

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Participação – De acordo com o edital, podem participar secretarias de educação dos estados, municípios e do Distrito Federal, que poderão inscrever experiências realizadas em creches e escolas da educação básica, abrangendo a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, em suas diferentes modalidades. Não serão consideradas propostas ainda não executadas ou experiências vinculadas a escolas militarizadas. 

A inscrição deverá ser realizada pelo(a) secretário(a) de educação ou por representante oficialmente designado, mediante envio de formulário eletrônico e documentação prevista no edital. As experiências serão analisadas a partir de critérios como relevância pedagógica, consistência da implementação, alinhamento às diretrizes da educação integral e potencial de inspirar outras redes de ensino. 

Confira como ficou o cronograma da iniciativa: 

ETAPA/FASE 

DATA 

Período de inscrição 

26 de janeiro a 13 de março de 2026 

Webinário de lançamento do edital (evento de abertura do período de inscrições) 

26 de janeiro de 2026 

Período de homologação das inscrições – análise documental 

13 a 19 de março de 2026 

Divulgação das inscrições homologadas 

20 de março de 2026 

Período de recurso quanto à homologação das inscrições 

23 e 24 de março de 2026 

Divulgação da lista final de inscrições homologadas 

30 de março de 2026 

Divulgação do resultado preliminar 

12 de maio de 2026 

Período de recurso 

13 e 14 de maio de 2026 

Divulgação do resultado final 

25 de maio de 2026 

Lançamento do Mapa de Experiências atualizado 

novembro de 2026 

Publicação do Caderno de Narrativas 

novembro de 2026 

Rede de Trocas 

novembro de 2026 

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 Escola em tempo integral – O programa Escola em Tempo Integral fomenta a criação de matrículas em tempo integral (igual ou superior a 7 horas diárias ou 35 horas semanais) em todas as etapas e modalidades da educação básica. A medida proporciona a ampliação da jornada de tempo na perspectiva da educação integral e a priorização das escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica. O governo federal fornece assistência técnica e financeira considerando propostas pedagógicas alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).    

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Grupos do PET são orientados sobre uso de recursos

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Durante o webinário, realizado nesta quarta-feira, 3 de junho, grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) foram orientados sobre os pagamentos e o uso de recursos do programa. O encontro, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Banco do Brasil (BB) e Comissão de Prestação de Contas do PET, apresentou as etapas de operacionalização e os procedimentos necessários ao sistema, a fim de ajudar as instituições de ensino superior, as pró-reitorias responsáveis pelo PET e os professores tutores quanto à correta utilização dos recursos. A transmissão está disponível no canal do MEC no YouTube e contou com mais de 400 pessoas acompanhando ao vivo, somando os participantes da live e da plataforma de vídeo. A disponibilização na plataforma do YouTube permitirá que as orientações possam ser revistas pelas instituições, pelos tutores e pelos integrantes da comunidade PET sempre que necessário. 

“Essa gestão tem um profundo reconhecimento pelo PET e sabemos da importância que o programa tem para o processo de formação dos estudantes e de integração de ensino, pesquisa e extensão”, afirmou o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus Vinicius David. “Por conta disso, e respondendo a uma demanda antiga das instituições, nos esforçamos muito neste ano para adiantar o pagamento de custeio do programa, que será feito ainda neste mês, garantindo que as equipes tenham tempo hábil para executar efetivamente os recursos do programa”, anunciou. 

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O webinário contou com a participação dos coordenadores de grupos do PET de várias regiões do Brasil. Na ocasião, foi divulgado o calendário de homologação do custeio pelas instituições e abordados temas como o envio das informações ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE); a disponibilização dos valores por meio do Cartão-Pesquisador; as regras para uso dos recursos; as principais vedações previstas na regulamentação; e os cuidados necessários para a futura prestação de contas. 

Durante o encontro, as equipes esclareceram dúvidas sobre a data real do crédito, comprovada por extrato bancário, que funciona como marco inicial para a utilização dos recursos. Para auxiliar os grupos, o MEC também criou um FAQ com respostas às dúvidas mais comuns sobre o custeio do PET.  

Orçamento – Para 2026, está prevista a distribuição de R$ 7,4 milhões em recursos de custeio a 881 grupos do PET em todo o país. A ação integra o esforço do MEC em garantir a liberação dos recursos ainda no primeiro semestre do ano, fortalecendo o planejamento para as ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelos grupos. 

O custeio deve ser aplicado integralmente nas atividades dos grupos PET, observadas as finalidades previstas na Resolução CD/FNDE nº 36/2013, que estabeleceu os procedimentos para creditar os valores destinados ao custeio das atividades dos grupos aos respectivos professores tutores. A sua utilização só é permitida após a efetivação do crédito no Cartão-Pesquisador.  

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PET – O Programa de Educação Tutorial, criado pela Lei nº 11.180/2005 e regulamentado pela Portaria nº 976/2010, com alterações da Portaria nº 343/2013, fomenta grupos de aprendizagem tutorial. A ação é realizada por meio da concessão de bolsas de iniciação científica a estudantes de graduação, e bolsas de tutoria a professores tutores. O programa contribui para a formação de futuros professores e pesquisadores, visando à qualidade da formação universitária e à consolidação do tripé ensino, pesquisa e extensão nas instituições de educação superior. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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