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Lins Agroindustrial inicia safra 2026/2027 com meta de moer 4,5 milhões de toneladas de cana

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A Lins Agroindustrial deu início oficialmente à safra 2026/2027 nesta terça-feira (10), com expectativa de processar 4,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar ao longo do ciclo produtivo. A data também marca um momento simbólico para a companhia, que comemora 19 anos de atuação no agronegócio brasileiro.

O início da moagem representa a abertura de um novo ciclo de produção e reforça a trajetória construída pela empresa ao longo de quase duas décadas no setor sucroenergético.

Safra 2026/2027 terá cerca de 250 dias de operação

Para o novo ciclo produtivo, a Lins Agroindustrial estima um período de aproximadamente 250 dias de moagem, durante os quais a empresa pretende alcançar metas relevantes de produção.

As projeções para a safra incluem:

  • 359.711 toneladas de açúcar
  • 151.474 metros cúbicos de etanol
  • 4.177 toneladas de levedura seca

Esses volumes fazem parte do planejamento estratégico da companhia para atender às demandas do mercado e manter a eficiência operacional ao longo da temporada.

Operação mobiliza milhares de trabalhadores

O início da safra envolve uma ampla mobilização de equipes em diferentes áreas da operação, desde o campo até a indústria. O objetivo é assegurar produtividade, qualidade e segurança em todas as etapas do processo produtivo.

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Atualmente, a Lins Agroindustrial conta com mais de 2.700 colaboradores, que atuam diretamente nas atividades relacionadas à produção e ao suporte operacional da empresa.

Além de contribuir para o desempenho industrial, a atuação da equipe também impacta positivamente o desenvolvimento econômico das regiões onde a companhia mantém operações.

Início da safra coincide com aniversário da empresa

A escolha da data para iniciar a moagem também possui um significado especial para a companhia. O dia 10 de março marca os 19 anos de história da Lins Agroindustrial, unindo duas ocasiões importantes: a celebração da trajetória empresarial e o começo de um novo ciclo produtivo.

Para a empresa, iniciar a safra no mesmo dia do aniversário simboliza a continuidade de um trabalho construído ao longo dos anos, com foco em produtividade, inovação e geração de valor para colaboradores, parceiros e comunidades.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ministro André de Paula recebe representantes da Abra para discutir avanços do setor de reciclagem animal

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, recebeu, nesta terça-feira (26), representantes da Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra) para discutir o cenário e as perspectivas do setor no Brasil. A reunião foi realizada na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Brasília (DF).

Na ocasião, o ministro destacou a relevância estratégica da reciclagem animal e a importância da construção conjunta de soluções e parcerias para o fortalecimento da atividade. “Esse é um setor importante, e temos buscado, desde o início da gestão, estabelecer parcerias, abrir portas e manter um canal permanente de diálogo para construir os melhores caminhos para o segmento”, afirmou.

O Brasil recicla anualmente 100% dos resíduos derivados de estabelecimentos de abate e do varejo, consolidando-se como uma das indústrias com maior potencial de reciclagem do país. Segundo a Abra, o Brasil é o segundo maior coletor de resíduos animais do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Os resíduos, compostos por partes não destinadas ao consumo humano, como ossos, penas, vísceras, escamas e gordura, são transformados em produtos como farinha de carne e osso, farinha de sangue, proteína hidrolisada de frango, palatabilizantes, sebo bovino e óleo de peixe. Esses insumos são utilizados em setores como biodiesel, alimentação animal, indústria química e produção de fertilizantes.

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O setor responde por 15% da pauta exportadora do segmento. Somente em 2025, foram exportadas mais de 926,5 mil toneladas, de uma produção superior a 6,17 milhões de toneladas. O segmento também foi destaque na abertura de mercados internacionais no último ano.

Durante a reunião, os representantes da Abra apresentaram demandas relacionadas a questões regulatórias e à abertura de novos mercados, especialmente no continente asiático.

O secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Carlos Goulart, destacou os avanços regulatórios conduzidos pelo Ministério e a importância da habilitação sanitária das empresas para consolidar a abertura de mercados internacionais. Segundo ele, a reciclagem animal desempenha papel estratégico para a sustentabilidade e a economia circular, ao transformar resíduos em produtos de valor agregado para diferentes cadeias produtivas.

O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, ressaltou a relevância do setor nas negociações internacionais conduzidas pelo Ministério e reconheceu a atuação organizada da Abra na apresentação de demandas e informações técnicas. Também destacou a mobilização do segmento em torno das pautas de ampliação de mercados e fortalecimento das exportações brasileiras.

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O presidente-executivo da Abra, Décio Coutinho, enfatizou a relevância econômica, ambiental e sanitária do setor para o país. “Não existe nenhum setor mais sustentável do que esse”, afirmou ao apresentar o trabalho desenvolvido pela cadeia de reciclagem animal. Coutinho também destacou a representatividade da associação no setor. “Hoje, a Abra reúne praticamente todas as graxarias e indústrias do segmento. Temos 92% das graxarias existentes no Brasil associadas”, disse.

Fundada em 2006, a Abra atua na promoção de ações voltadas ao segmento e no fomento à geração de negócios. Atualmente, a associação reúne 264 indústrias e 71 grupos associados. O setor gera mais de 57 mil empregos no país.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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