Cuiabá

Cuiabá reduz filas nas UPAs e melhora fluxo de atendimento mesmo com alta na demanda

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), tem registrado avanços significativos na redução do tempo de espera nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital. Mesmo com o aumento expressivo na demanda por atendimentos, a rede municipal conseguiu reorganizar o fluxo de pacientes e reduzir o tempo médio de espera, especialmente nos casos classificados como não urgentes.

As melhorias na rede de urgência e emergência também tiveram reconhecimento institucional. O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 7ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva da Saúde de Cuiabá, decidiu arquivar o inquérito civil que investigava a superlotação nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital, após avaliar as medidas adotadas pela atual gestão para reorganizar o fluxo assistencial, ampliar a rotatividade de leitos e reduzir o tempo de permanência de pacientes nas unidades.

A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destacou que os resultados são fruto de uma reorganização do fluxo da rede e do alinhamento entre as unidades de urgência e os hospitais da capital.

“Nosso objetivo é garantir atendimento mais ágil para a população. Mesmo com o aumento significativo no número de atendimentos nas UPAs, conseguimos reduzir o tempo de espera e melhorar o fluxo entre as unidades e os hospitais. Isso é resultado de planejamento, diálogo com as equipes e organização da rede para que cada paciente receba o atendimento adequado no tempo certo”, afirmou.

Segundo a secretária, a estratégia envolveu alinhamentos diretos com os gestores das UPAs, do Hospital São Benedito, do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), do Hospital e Pronto-Socorro Municipal e da Central de Regulação Estadual, com o objetivo de destravar os fluxos de transferências e garantir maior rotatividade de leitos.

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De acordo com a Secretaria Adjunta de Atenção Secundária, quando a atual gestão assumiu, em janeiro de 2025, a média de espera para pacientes classificados com pulseira verde, casos sem urgência, chegava a seis horas ou mais em algumas unidades. Atualmente, há registros de dias em que o atendimento ocorre em pouco menos de duas horas.

A classificação de risco adotada nas UPAs segue o protocolo do Ministério da Saúde e organiza os atendimentos conforme a gravidade de cada caso. Pacientes classificados com pulseira verde são considerados de baixa urgência, como casos de gripe, dor de garganta, dores musculares, pequenas infecções, febre moderada ou outros sintomas que necessitam de avaliação médica, mas que não apresentam risco imediato à vida.

Já pacientes classificados como amarelo ou laranja, considerados de urgência ou emergência, recebem atendimento imediato.

Outro avanço importante foi a redução no número de pacientes que permaneciam internados nas UPAs aguardando leitos hospitalares. Situações que não fazem parte do protocolo assistencial chegaram a registrar casos de pessoas aguardando transferência por até 30 dias nas unidades. Com a reorganização do fluxo assistencial, esse número foi reduzido para cerca de seis dias, em média, entre os meses de dezembro de 2025 e janeiro de 2026, permitindo dar vazão às transferências para outras unidades hospitalares.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendonsa, explicou que as melhorias ocorreram mesmo diante do aumento da procura pelos serviços.

“Quando assumimos, havia uma média de espera que chegava a seis horas para pacientes classificados como verdes. Hoje conseguimos reduzir para cerca de três horas e quarenta minutos, com dias em que essa espera cai para duas horas. E isso aconteceu mesmo com o aumento no número de atendimentos. Ou seja, conseguimos dar mais fluidez ao atendimento e melhorar a assistência ao usuário”, destacou.

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Um exemplo dessa evolução é a UPA Leblon. Em 2025, a unidade registrava uma média mensal de 11 mil atendimentos, com tempo de espera que podia chegar a seis horas para pacientes sem urgência. Já em fevereiro de 2026, a média mensal subiu para 14 mil atendimentos, enquanto o tempo de espera para casos classificados como pulseira verde caiu para cerca de duas horas.

Na unidade, a Prefeitura de Cuiabá implantou no dia 24 de fevereiro o atendimento Fast Track, voltado para pacientes com quadros clínicos de menor gravidade. Em pouco mais de duas semanas de funcionamento, a estratégia já demonstra resultados positivos na organização do fluxo de pacientes e na redução das filas.

Até o dia 10 de março, o novo modelo de atendimento já havia realizado 406 atendimentos, contribuindo para desafogar a unidade e garantir mais agilidade no serviço.

Mesmo diante de períodos de superlotação, a Secretaria Municipal de Saúde destaca que o trabalho de reorganização da rede tem permitido melhorar o fluxo de atendimento e reduzir significativamente a insatisfação dos usuários, especialmente entre os pacientes classificados como não urgentes, que representam a maior parte da demanda nas UPAs da capital.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Playground da Orla do Porto funciona junto ao Museu do Rio e Aquário Municipal

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As famílias que desejam visitar o novo playground instalado na Orla do Porto devem ficar atentas aos horários de funcionamento do espaço. O equipamento acompanha o expediente do Complexo Biocultural do Porto e está aberto ao público de terça-feira a domingo, das 9h às 18h. Às segundas-feiras, o local permanece fechado para manutenção.

O playground integra o projeto Brincar com Raízes e está localizado dentro do Complexo Biocultural do Porto, que reúne também o Museu do Rio e o Aquário Municipal. Por esse motivo, o acesso ao espaço infantil ocorre obrigatoriamente pelo museu, sendo necessário que a unidade esteja aberta para a entrada dos visitantes.

A coordenadora do Complexo Biocultural do Porto, Luana da Cruz Burema, explica que o equipamento foi planejado para complementar a experiência dos visitantes que frequentam o local.

O playground é um importante espaço de lazer infantil que torna a visitação ao Complexo Biocultural do Porto muito mais proveitosa e completa. Longe de ser uma estrutura isolada, sua relevância está diretamente ligada à integração do espaço, já que o acesso tanto ao playground quanto ao Aquário se dá obrigatoriamente por dentro do Museu do Rio”, disse.

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Com entrada gratuita, o playground foi projetado para atender crianças de diferentes idades e conta com brinquedos interativos, áreas de convivência e equipamentos acessíveis para crianças com deficiência. Entre os atrativos estão os brinquedos com jatos d’água, que têm atraído a atenção do público infantil.

A diretora técnica de Projetos e Planejamento (SDTA) da Prefeitura de Cuiabá, Maryana Paixão, destaca que o espaço integra uma política pública voltada à ocupação qualificada dos espaços públicos.

“O playground amplia as opções de lazer para as famílias e fortalece o Complexo Biocultural do Porto como um ambiente de convivência, turismo e educação ambiental. É um espaço pensado para acolher diferentes públicos e incentivar a utilização dos equipamentos públicos”, contou.

A orientação para os responsáveis é que as crianças utilizem os brinquedos sempre acompanhadas por um adulto. Como parte das atrações envolve brincadeiras com água, a recomendação é levar uma troca de roupa e toalha para maior conforto após a visita.

Serviço

  • 📍 O que: Playground do projeto Brincar com Raízes
  • 📍 Onde: Complexo Biocultural do Porto (acesso pelo Museu do Rio), na Orla do Porto, em Cuiabá
  • 🕘 Funcionamento: Terça-feira a domingo, das 9h às 18h
  • 🚫 Fechado: Segundas-feiras para manutenção
  • 🎟️ Entrada: Gratuita
  • 👨‍👩‍👧‍👦 Público: Crianças acompanhadas pelos responsáveis
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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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