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México deve ampliar importação de arroz para 880 mil toneladas na safra 2026/27, projeta USDA

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Produção de arroz no México deve crescer em 2026/27

A produção de arroz beneficiado do México está projetada em 196 mil toneladas na temporada 2026/2027 (outubro de 2026 a setembro de 2027), segundo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

O volume representa um aumento em relação à estimativa revisada da safra 2024/2025, que ficou em 189 mil toneladas, indicando avanço moderado da produção nacional.

Área plantada registra expansão

A área destinada ao cultivo de arroz no país também deve crescer. Para a safra 2026/2027, a projeção é de 42 mil hectares, acima dos 40 mil hectares registrados na temporada 2025/2026.

O aumento da área plantada contribui para a elevação da produção, embora ainda não seja suficiente para atender plenamente à demanda interna.

Importações de arroz seguem elevadas

Mesmo com o crescimento da produção doméstica, o México deve continuar dependente do mercado externo.

As importações de arroz beneficiado estão estimadas em 880 mil toneladas para a safra 2026/2027, acima das 850 mil toneladas registradas na temporada anterior.

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O volume reforça a posição do país como um dos principais importadores globais do grão.

Consumo interno mantém trajetória de alta

A demanda interna mexicana por arroz beneficiado deve atingir 1,040 milhão de toneladas na temporada 2026/2027, superando as 1,020 milhão de toneladas da safra anterior.

O crescimento do consumo, aliado à produção ainda limitada, sustenta a necessidade de importações elevadas.

Dependência externa continua sendo desafio

O cenário projetado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos indica que, apesar dos avanços na produção e na área plantada, o México seguirá dependente das importações para equilibrar sua oferta interna de arroz nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Vendas de máquinas agrícolas e industriais caem em 2026 e acendem alerta no setor, aponta Abimaq

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A indústria brasileira de máquinas e equipamentos iniciou 2026 sob pressão. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram retração nas vendas em março e no acumulado do primeiro trimestre, refletindo um ambiente de demanda mais fraca e maior concorrência com produtos importados.

O faturamento do setor somou R$ 23,8 bilhões em março, queda de 3,4% na comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do trimestre, a receita líquida alcançou R$ 61,7 bilhões, recuo expressivo de 11% frente aos três primeiros meses do ano anterior.

Mercado interno recua e importações avançam

O desempenho negativo foi puxado principalmente pela queda nas vendas no mercado doméstico. A receita líquida interna recuou 0,9% em março e acumulou queda de 12,6% no trimestre, evidenciando a perda de ritmo da demanda nacional.

Em contrapartida, as importações de máquinas e equipamentos cresceram de forma significativa, avançando 21,4% em março e 4,2% no acumulado do trimestre. O aumento reforça a competitividade dos produtos estrangeiros no mercado brasileiro e pressiona ainda mais a indústria local.

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Exportações mostram resiliência, mas com sinais de desaceleração

No mercado externo, o desempenho foi mais estável. As exportações somaram US$ 1,03 bilhão em março, praticamente estáveis na comparação anual. No acumulado do trimestre, houve crescimento de 7,5%, atingindo US$ 2,9 bilhões.

Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras do setor. As vendas para o país totalizaram US$ 709 milhões no trimestre, acima dos US$ 631 milhões registrados no mesmo período de 2025.

No entanto, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve retração de 10,5% nas exportações para o mercado norte-americano. O recuo foi puxado por quedas em segmentos relevantes, como máquinas agrícolas (-32%), componentes (-16%) e equipamentos para logística e construção civil (-13,5%).

Com isso, a participação dos Estados Unidos nas exportações do setor ficou em 24,3% no primeiro trimestre, abaixo do pico de 29,3% registrado em 2023, embora ligeiramente acima dos 23,3% observados em 2025.

Capacidade instalada sobe, mas pedidos indicam fraqueza

A utilização da capacidade instalada da indústria atingiu 79,9% em março, acima dos 77,6% registrados no mesmo mês de 2025, indicando melhora operacional.

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Por outro lado, a carteira de pedidos, importante indicador de demanda futura, apresenta sinais de enfraquecimento. Em março, houve leve alta frente a fevereiro, com 9 semanas de pedidos, mas ainda assim queda de 1,5% na comparação anual.

No acumulado do trimestre, a retração foi de 5,2%, reforçando a perspectiva de um ano mais desafiador para o setor.

Perspectivas para 2026

Segundo a Abimaq, o comportamento da carteira de pedidos indica que a indústria deve enfrentar um período de receitas mais fracas ao longo de 2026. A combinação de demanda interna desaquecida, avanço das importações e incertezas no mercado externo compõe um cenário de cautela.

Para o agronegócio, o desempenho do setor de máquinas é um termômetro importante, já que reflete diretamente o nível de investimento no campo. A evolução desse mercado será decisiva para medir o ritmo de modernização e expansão da produção agrícola nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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