Política Nacional

Adiada votação de projeto que cria novo regime para socorrer ou liquidar bancos

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Discussão e votação de propostas legislativas. Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (REPUBLICANOS - PB)
Hugo Motta (C) anunciou o adiamento durante a sessão do Plenário da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou o adiamento da votação da proposta que cria um novo regime para socorrer ou liquidar bancos (PLP 281/19). Havia previsão de o projeto ser votado em Plenário nesta quarta-feira (18).

Motta afirmou que quem entende do mercado financeiro não contesta a necessidade de votar o texto, mas há uma “nuvem de fumaça” criada em torno do projeto. “Vamos ganhar um pouco mais de tempo para a matéria ser melhor amadurecida. Este tempo será necessário para deixar mais precisos os pontos elencados, para que não tenhamos nenhuma matéria sendo mal compreendida sobre sua necessidade para colaborar com o sistema financeiro”, afirmou.

De autoria do Poder Executivo, o projeto regulamenta o processo de intervenção e falência de instituições do sistema financeiro, do sistema de pagamentos, de bolsas de valores, de seguradoras, sociedades de capitalização e entidades de previdência complementar.

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O relator da proposta, deputado Marcelo Queiroz (PSDB-RJ), pediu o adiamento da votação diante da mudança do governo em relação à aprovação do texto. “Fui surpreendido ontem com pedido para retirar artigos que são o coração do projeto”, disse Queiroz.

Ele citou trecho sobre socorro do governo a instituições em crise, seja por meio de empréstimo ou capitalização temporária. A medida só seria adotada após esgotadas outras alternativas, como o uso dos fundos de resolução (recursos mantidos pelas próprias instituições para situações de crise).

“Acho incoerente botarmos para votar um projeto que veio do governo e hoje tem um pouco de rejeição do próprio governo. Não seria ético da minha parte”, afirmou o relator.

Mais cedo, o deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), vice-líder do governo, explicou que o texto foi “rearranjado pelo Banco Central” no momento em que três instituições financeiras enfrentam processo falimentar. “Estão querendo arrumar uma forma de colocar dinheiro público dentro de banco falido”, disse.

Benevides Filho também criticou a proposta por retirar do Congresso a competência sobre operações de crédito com recursos do Tesouro e transferi-la ao Conselho Monetário Nacional (CMN).

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Regime de resolução
Segundo o texto original do projeto, o processo de intervenção passará a ser conhecido como regime de resolução e, dependendo do setor regulado, Banco Central, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou Superintendência de Seguros Privados (Susep) poderão atuar para preservar o sistema.

Esses órgãos serão as autoridades de resolução.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Cobertura integrada das eleições mobiliza comunicação do Poder Legislativo

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Senado e da Câmara dos Deputados realizaram no último domingo (4) a maior cobertura integrada das eleições já promovida pelos veículos de comunicação do Poder Legislativo. Foram 14 horas de transmissão ao vivo sem intervalos, com a participação de 54 emissoras legislativas parceiras, de todos os estados e do Distrito Federal. O Portal Senado Notícias, produzido pela Agência Senado, alcançou 3,6 milhões de acessos. 

TV Senado, Rádio Senado, TV Câmara e Rádio Câmara entraram no ar a partir das 8h, em uma programação conjunta que contou com a participação das agências Senado e Câmara e das equipes de redes sociais das duas Casas. A cobertura reuniu informação em tempo real, prestação de serviço e acompanhamento da votação e da apuração em diferentes regiões do Brasil. 

Além dos canais abertos, a cobertura também teve forte alcance no ambiente digital. Somadas as transmissões ao vivo das redes sociais do Senado e do YouTube da Câmara, houve mais de 1,8 milhão de visualizações. Desse total, mais de 1,4 milhão foram registradas nas redes do Senado. O TikTok da TV Senado alcançou mais de 897 mil visualizações e 650 mil espectadores únicos, com pico de 10 mil pessoas acompanhando a transmissão simultaneamente.

O perfil @SenadoFederal no Instagram, a cargo do Núcleo de Mídias Sociais (Nmídias), alcançou mais de 13,4 milhões de visualizações para as 66 publicações de serviço ao eleitor no período que antecedeu as eleições. A matéria educativa “Veja o que é fato sobre o voto para o Senado”, do Senado Verifica, serviço oficial de combate à desinformação do Senado Federal, teve mais de 57 mil visualizações. 

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Confira alguns números da cobertura:

Agência Senado

  • 3,6 milhões de visualizações e 2,2 milhões de usuários únicos em 4 de outubro, domingo das eleições
  • 454 mil visualizações na transmissão ao vivo no portal
  • 13,2 milhões de visualizações e 8,3 milhões de usuários únicos desde 1º de agosto

@agenciasenado (Instagram)

  • 7,7 milhões de visualizações e 4,5 milhões de alcance nos dias 4 e 5 de outubro 
  • 12,4 milhões de visualizações e 6,9 milhões de perfis alcançados desde 1º de agosto
  • 792 mil visualizações e alcance de 410 mil perfis para o “card” com o resultado das eleições para o Distrito Federal

@SenadoFederal (Instagram)

  • 13,4 milhões de visualizações e mais de 165 mil curtidas para as 66 publicações de serviço ao eleitor no período que antecedeu as eleições 
  • Alcance de 716 mil para o post “Boca de Urna é crime”, de 3 de outubro, véspera da eleição 
  • 2,7 milhões de visualizações dos “carrosséis” apresentando os candidatos e candidatas ao Senado 
  • Mais de 9 milhões de visualizações dos posts em “colab” com os resultados para o Senado e para presidente da República
  • Mais de 22,6 milhões de visualizações no total dos conteúdos sobre eleições 

Rádio Senado

  • 33 matérias produzidas
  • 69 notícias postadas
  • 8 horas e 47 minutos de transmissão ao vivo até o fechamento das urnas
  • 5 horas e 21 minutos de transmissão ao vivo após o fechamento das urnas
  • 9 flashes na apuração
  • 10 senadores eleitos entrevistados
  • 74 postagens nas redes sociais (5 stories; 41 stories repostados ou em “colab”; 28 cards em “colab”)
  • 2 edições especiais de jornais/boletins
  • 145 rádios parceiras, a maioria FM, transmitindo ao vivo em todos os estados do Brasil (aumento de 26% em relação a 2022)
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TV Senado – TikTok Live

  • 897,4 mil visualizações
  • 650,7 mil visualizações únicas
  • 10 mil espectadores simultâneos
  • 52,9 mil curtidas
  • 14,6 mil comentários
  • 910 compartilhamentos
  • 1,6 mil novos seguidores

Dados relativos apenas à transmissão ao vivo.

TV Senado – YouTube

  • 377,5 mil visualizações (espectadores únicos)
  • 840 curtidas (comentários)
  • 645 compartilhamentos
  • 408 novos inscritos

Dados relativos às duas transmissões (votação + apuração). Dados de espectadores únicos e comentários ainda em processamento.

Senado Verifica

  • Atendimento especial ao cidadão no dia de eleição
  • 135 pessoas pediram a verificação de conteúdos duvidosos e tiraram dúvidas sobre as eleições
  • Dúvidas respondidas ao vivo, durante o programa das eleições
  • 57 mil visualizações para a matéria educativa “Veja o que é fato sobre o voto para o Senado” 
  • Mais de 11 mil views no site para a checagem “É verdade que voto nas eleições valerá como prova de vida do INSS em 2026”. No perfil @senadofederal, o post teve 781 mil views, com 11,6 mil curtidas e 6,5 mil compartilhamentos

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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