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FPA alerta para ajustes na tabela de frete diante da alta do diesel

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) divulgou nota oficial destacando a necessidade de revisão da tabela de frete, diante da alta do diesel, que pressiona diretamente os custos logísticos do setor agropecuário.

Tabela de frete atual não reflete a realidade do transporte

Segundo a FPA, o modelo adotado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não considera fatores essenciais, como:

  • Diferenças regionais;
  • Frete de retorno;
  • Diversidade de cargas;
  • Perfil da frota nacional.

Essas lacunas geram distorsões relevantes e custos logísticos artificiais, impactando especialmente setores de grande volume e margens estreitas.

Transparência e fiscalização são essenciais

A FPA defende maior clareza nos critérios da tabela de frete, especialmente nos sistemas eletrônicos atualmente utilizados, e reforça a necessidade de fiscalização constante, garantindo que os parâmetros estejam alinhados às condições reais de mercado.

Diesel e cenário internacional aumentam pressão sobre transporte

O custo do diesel, que representa uma das maiores parcelas do frete, sofre oscilações influenciadas pelo cenário internacional, especialmente no Oriente Médio. A FPA destaca a importância de uma política de transição energética mais previsível, capaz de reduzir a volatilidade e trazer estabilidade à cadeia logística.

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Revisão do percentual obrigatório de biodiesel é medida urgente

Como forma de equilibrar o custo logístico, a FPA defende medidas imediatas para revisão do percentual obrigatório de biodiesel (B17), garantindo maior previsibilidade e equilíbrio no custo do transporte rodoviário brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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MMA e governo de Alagoas assinam acordo para fortalecer ações de educação ambiental

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o governo do estado de Alagoas assinaram, neste mês de maio, protocolo de intenções para fortalecer as ações de educação ambiental, governança climática e consolidação das políticas nacional e estadual nos municípios alagoanos.

Com vigência de cinco anos, o acordo prevê ações de incentivo à educação ambiental nas cidades alagoanas, criando e fortalecendo as políticas e programas municipais, como os Conselhos Municipais ou Comissões Interinstitucionais Municipais de Educação Ambiental. Além disso, auxiliará no monitoramento e avaliação da educação ambiental, em consonância com o Sistema MonitoraEA.

O protocolo estabelece, ainda, a realização de estudos, intercâmbios e iniciativas voltados à institucionalização de fontes de recursos para a educação ambiental, além do fortalecimento de mecanismos de financiamento para a área, incluindo a análise de instrumentos como Fundo Municipal de Educação Ambiental e o ICMS Ecológico.

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, participou da solenidade de assinatura do protocolo, junto ao secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Alagoas, João Ygo da Costa Araújo. 

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Também estiveram presentes a secretária-executiva do MMA, Anna Flávia Franco, e o diretor do Departamento de Educação Ambiental e Cidadania do ministério, Marcos Sorrentino.

“Além de fortalecer a governança, essa parceria contribui para o enraizamento das políticas Nacional e Estadual de educação ambiental nos municípios de Alagoas”, destacou Sorrentino. 

O MMA atuará nos municípios alagoanos por meio de iniciativas como o Programa Nacional de Centros de Educação Ambiental, o Projeto Salas Verdes, os Centros de Educação e Cooperação Socioambiental, o Circuito Tela Verde, a Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P), e também cursos sobre a Plataforma Educamb, o MonitoraEA, o Programa Nacional de Formação de Gestores, o programa Municípios Educadores Sustentáveis, além de campanhas de educação ambiental, como “Vira o Jogo” e “Junho Verde”. 

Próximos passos

O MMA e a Secretaria de Meio Ambiente de Alagoas já iniciaram a elaboração de um plano de trabalho, contendo as ações estratégicas para a institucionalização da educação ambiental nos municípios alagoanos.

O plano prevê o fortalecimento e constituição de instâncias municipais de educação ambiental, a promoção de estudos e intercâmbios, a cooperação entre as políticas estadual e federal e o monitoramento e avaliação das ações.

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A iniciativa é mais um passo para a cooperação em educação ambiental entre o Governo do Brasil e os estados, buscando tornar a educação ambiental uma política pública presente em todo país. 

Protocolos semelhantes já foram assinados com os estados da Bahia e Sergipe. Há previsão de novos acordos com estados na próxima reunião do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), marcada para 10 de junho, em Brasília (DF).

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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