Cuiabá

Servidoras de Cuiabá participam de ciclo de palestras sobre autoconhecimento, finanças e saúde

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Servidoras da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão participaram, ao longo de março, de três palestras voltadas ao autoconhecimento, à organização financeira e à saúde íntima feminina. A programação foi realizada nos dias 9, 18 e 23, com os temas “Autodomínio: a força invisível de uma mulher sábia”, “Ordem financeira, o primeiro passo para transformar sua vida” e “Saúde íntima e sexualidade da mulher”. Mais de 70 mulheres participaram, algumas presentes em todos os encontros.

Na noite de encerramento, segunda-feira (23), o tema abordado foi o autoconhecimento da sexualidade, em “Saúde íntima e sexualidade da mulher”, com a fisioterapeuta pós-graduada em diversas áreas, entre elas fisioterapia pélvica e uroginecologia funcional, Marile Camargo de Andrade Belmonte. O assunto agradou e, segundo as participantes, deveria ser повторido para que mais pessoas tenham acesso aos esclarecimentos.

Segundo Marile, a sexualidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, representa um dos quatro pilares da saúde e da vida do ser humano. Ela destacou que a sexualidade envolve diversos fatores e pode interferir inclusive no equilíbrio postural. Também ressaltou que, além do autoconhecimento, é importante considerar o outro na relação.

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“Foi uma palestra com leveza, alegria e muita verdade”, resumiu a palestrante.

Na oportunidade, a diretora de Gestão de Pessoas, Rosi Bussiki, explicou a proposta da programação. “É um mês muito importante para todas nós, principalmente com eventos conduzidos por palestrantes que abordaram temas como autoconhecimento, finanças e sexualidade da mulher. Não se imagina o quanto isso é importante para as servidoras e para o público em geral. O objetivo é promover bem-estar, saúde física e emocional, para que esses conhecimentos também repercutam no ambiente de trabalho e na vida pessoal”, afirmou.

Ela também destacou o impacto das palestras no cotidiano. “Quem não participou perdeu conteúdos importantes, que fazem parte da vida. A palestra sobre finanças, por exemplo, trouxe uma reflexão sobre o cenário atual, com o excesso de consumo incentivado pelas redes sociais, levando muitas pessoas ao endividamento. Foram momentos de repensar hábitos e planejar melhor a vida financeira”, explicou Rosi.

A diretora de Política e Proteção Social, Onilce Helena do Nascimento, avaliou a programação como muito relevante. “Foi muito agradável e de grande importância, principalmente por tratar da saúde da mulher em um mês tão simbólico”, disse.

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Para a gerente do CCI Aidê Pereira, Evânia Alves Tito, os encontros foram oportunidades de aprendizado. “Tiramos muitas dúvidas. Às vezes, a gente deixa de perguntar por vergonha e perde conhecimento. Esse cuidado com si mesma permite crescimento emocional e também ajuda a orientar outras pessoas. A informação é sempre bem-vinda”, afirmou.

Ela também destacou a aplicação prática dos conteúdos. “Gostei muito das palestras, principalmente sobre autodomínio e organização financeira. Anotei várias coisas importantes e já levei esse aprendizado para casa. Foi um mês muito rico. Quem não participou perdeu”, completou.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Oliveira, ressaltou que a programação foi pensada de forma integral. “A ideia foi abordar temas que muitas vezes são difíceis de falar, como a sexualidade feminina, que ainda é um tabu. A saúde e a sexualidade caminham juntas e impactam a vida da mulher como um todo. Trouxemos esse tema com sensibilidade, para que as mulheres compreendam sua importância”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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