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Febrac reforça importância da rastreabilidade bovina e aponta exigências do mercado internacional

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A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o apoio à rastreabilidade bovina, destacando que o sistema deve se tornar cada vez mais exigido pelos compradores de carne brasileira no mercado internacional. A iniciativa acompanha ações da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul para ampliar o controle sobre os rebanhos.

Exigências internacionais impulsionam rastreabilidade

Segundo José Arthur Martins, vice-presidente técnico da Febrac, alguns mercados já adotam exigências relacionadas à rastreabilidade, considerando o sistema uma ferramenta de transparência e segurança. “Eles estão vendo com bons olhos todo esse projeto desenvolvido pelo Rio Grande do Sul, em parceria com a Secretaria da Agricultura, da qual a Febrac também participa e apoia ativamente”, afirma.

Como funciona o sistema de rastreabilidade bovina

A rastreabilidade permite acompanhar cada animal desde o nascimento até o abate, registrando informações essenciais como:

  • Identificação individual
  • Origem e histórico
  • Vacinação e alimentação
  • Movimentações no rebanho

O sistema oferece controle sanitário rigoroso, transparência na cadeia produtiva e atende às exigências de importadores internacionais. Além disso, facilita respostas rápidas em casos de surtos de doenças.

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Desafios para pequenos e médios produtores

Apesar das vantagens, a adoção do sistema enfrenta entraves, principalmente entre pequenos e médios produtores. Martins destaca que custos elevados e adaptação às tecnologias exigidas ainda são barreiras significativas para esses segmentos.

Rastreabilidade como prioridade para biossegurança

O dirigente da Febrac ressalta que a rastreabilidade deixou de ser um item secundário e passou a ser uma necessidade estratégica. “Ela está diretamente relacionada à biosseguridade e à garantia da segurança alimentar da proteína animal que chega ao consumidor”, pontua.

Projetos-piloto no Rio Grande do Sul

A Febrac acompanha de perto o projeto conduzido pela Seapi, que implementa rastreabilidade em rebanhos selecionados no estado. Segundo Martins, o apoio da entidade é fundamental para testar e consolidar o modelo que pode ser expandido a outros rebanhos e regiões do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Massari Fértil e Morro Verde investem R$ 20 milhões e triplicam produção de fosfato natural em Pratápolis (MG)

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Expansão reforça indústria nacional de fertilizantes

A Massari Fértil e a Morro Verde, após a fusão anunciada em janeiro de 2026, consolidaram posição entre as principais empresas brasileiras de fertilizantes naturais. O grupo alcança faturamento estimado de R$ 500 milhões e capacidade produtiva superior a 3 milhões de toneladas por ano.

Como parte do plano de expansão, a companhia concluiu um investimento de R$ 20 milhões na unidade de fosfato localizada em Pratápolis (MG), voltado à ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo (FNR).

Produção de FNR é triplicada com modernização da planta

Com o aporte, a capacidade produtiva da unidade passou de aproximadamente 400 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas anuais, representando um crescimento expressivo e consolidando a empresa entre os principais fornecedores nacionais de fosfatos naturais para o agronegócio.

O projeto foi iniciado em 2025 e faz parte da estratégia de expansão da companhia, com foco em aumentar a competitividade da indústria brasileira de fertilizantes e reduzir a dependência de insumos importados.

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Investimento gera impacto econômico em Minas Gerais

Além dos ganhos industriais, a expansão deve gerar impactos diretos na economia regional. A expectativa é de criação de empregos diretos e indiretos, fortalecimento da cadeia de fornecedores e aumento da movimentação econômica em Pratápolis e municípios do entorno.

A iniciativa também contribui para o desenvolvimento do setor mineral e industrial ligado à cadeia de fertilizantes, considerado estratégico para o agronegócio brasileiro.

Estratégia busca maior autonomia do agronegócio brasileiro

Segundo o CEO da Massari Fértil e Morro Verde, Sérgio Ailton Saurin, o investimento reforça a preparação da companhia para um novo ciclo de crescimento.

“Estruturamos uma operação mais robusta e eficiente, preparada para sustentar nosso crescimento nos próximos anos e atender às necessidades do mercado interno com mais competitividade”, afirmou.

O executivo destaca ainda a importância estratégica do setor de fertilizantes para o país.

“O Brasil ocupa uma posição estratégica no agronegócio global e precisa avançar continuamente em autonomia e eficiência no fornecimento de insumos. Investimentos como este fortalecem a indústria nacional, geram valor para o produtor rural e impulsionam o desenvolvimento econômico das regiões onde atuamos”, completou.

Fertilizantes ganham papel central no agro brasileiro

A ampliação da produção de Fosfato Natural Reativo reforça o movimento de fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes, um dos pilares estratégicos para a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro.

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Com maior capacidade produtiva interna, o setor busca reduzir gargalos de oferta e ampliar a segurança no abastecimento de insumos essenciais para a produção agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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