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Agricultura de precisão acelera operações no campo e otimiza janela do milho safrinha

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O período entre a colheita da soja e o plantio do milho safrinha é considerado um dos momentos mais estratégicos do calendário agrícola brasileiro. A eficiência nessa transição é determinante para o sucesso da segunda safra, especialmente em regiões como Mato Grosso, Paraná e Goiás, onde o aproveitamento das últimas chuvas do verão é essencial para o desenvolvimento das lavouras.

Janela de plantio exige agilidade e planejamento no campo

A chamada “janela ideal de plantio” do milho safrinha depende diretamente da rapidez com que o produtor consegue finalizar a colheita da soja e iniciar o novo cultivo. Qualquer atraso pode comprometer o potencial produtivo, reduzindo o aproveitamento das condições climáticas favoráveis.

Nesse cenário, a organização das operações agrícolas se torna decisiva, exigindo precisão, planejamento e execução eficiente em curto espaço de tempo.

Agricultura de precisão amplia eficiência operacional

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o uso de ferramentas de agricultura de precisão pode elevar a eficiência operacional em até 20%. Além disso, essas tecnologias contribuem para a redução de desperdícios e melhor aproveitamento de insumos e maquinário.

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Recursos como pilotos automáticos, mapas de produtividade, sensores e sistemas de monitoramento em tempo real permitem maior controle das atividades no campo, garantindo mais agilidade tanto na colheita quanto no plantio.

Tecnologia permite colher e plantar com mais rapidez

Com o suporte dessas soluções, produtores conseguem acelerar a colheita da soja e iniciar o plantio do milho safrinha de forma imediata, reduzindo intervalos e maximizando o uso da janela climática.

Esse ganho operacional é fundamental para mitigar riscos de perdas por atraso, além de aumentar a previsibilidade e a organização das etapas produtivas.

Software especializado otimiza uso das áreas produtivas

Entre as soluções disponíveis no mercado, ferramentas digitais voltadas à agricultura de precisão permitem maior detalhamento e planejamento das operações. Esses sistemas possibilitam a criação de mapas e o gerenciamento das áreas produtivas com base em dados coletados no campo.

Na prática, isso permite ao produtor identificar variações no solo, ajustar a densidade de plantio e realizar aplicações localizadas de insumos, aumentando a eficiência e reduzindo custos.

Sustentabilidade e produtividade caminham juntas

Além dos ganhos operacionais, a agricultura de precisão também contribui para uma produção mais sustentável. O uso racional de fertilizantes e defensivos, aliado ao melhor aproveitamento dos recursos naturais, reduz impactos ambientais e melhora a eficiência do sistema produtivo.

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Tecnologia ganha relevância com avanço da segunda safra

Com a intensificação da segunda safra no Brasil, especialmente do milho, o uso de tecnologias que aumentam a eficiência no campo tende a se tornar cada vez mais estratégico.

Em períodos críticos como o atual, a combinação entre rapidez, planejamento e inovação tecnológica pode ser decisiva para garantir bons resultados e evitar perdas de produtividade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Reino Unido completa depósito de R$ 500 milhões e se torna segundo maior doador do Fundo Amazônia

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O Reino Unido anunciou, nesta quinta-feira (11/6), o segundo desembolso de sua contribuição ao Fundo Amazônia, no valor de 40,7 milhões de libras esterlinas, cerca de R$ 270 milhões. Com o novo aporte, o país conclui a doação de 80 milhões de libras — aproximadamente R$ 500 milhões — anunciada durante a COP28, realizada em 2023. 

O anúncio foi feito durante cerimônia realizada no Palácio do Planalto em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, e da diretora Socioambiental da instituição, Tereza Campello. 

Com a conclusão da transferência dos recursos, o Reino Unido passa a ocupar a posição de segundo maior doador do Fundo Amazônia, atrás apenas da Noruega. O contrato de doação foi formalizado durante a COP28. O primeiro desembolso, realizado em novembro de 2024, foi de 39,26 milhões de libras, equivalentes a R$ 283,9 milhões. 

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, destacou que a contribuição reforça o reconhecimento do Fundo e os avanços do Brasil no enfrentamento ao desmatamento e na proteção da Amazônia. “O Fundo Amazônia retomou sua plena capacidade operacional, apoiando dezenas de projetos de conservação, restauração e desenvolvimento econômico para as comunidades da Amazônia”, pontuou.  

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou que o aporte fortalece um dos principais instrumentos globais de financiamento climático baseado em resultados. “A doação do Reino Unido é um reconhecimento da liderança do presidente Lula na agenda climática e da retomada da política ambiental brasileira. O Fundo Amazônia voltou a funcionar, ampliou fortemente seu ritmo e se consolidou como o maior instrumento financeiro de pagamento por redução de desmatamento florestal do mundo. Esses recursos fortalecem nossa capacidade de apoiar projetos que protegem a floresta, geram renda para as populações amazônicas e ajudam o Brasil a liderar uma nova economia verde, com inclusão social e desenvolvimento sustentável”, afirmou Mercadante. 

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Cooperação internacional 

Desde a retomada do Fundo Amazônia, em 2023, sete novos parceiros internacionais passaram a integrar sua base de doadores. Além do Reino Unido, aderiram ao mecanismo Suíça, Dinamarca, União Europeia, Estados Unidos, Irlanda e Japão. A Petrobras também integra o grupo de financiadores do Fundo. 

A ampliação da base de doadores reflete a confiança da comunidade internacional na governança do Fundo Amazônia e nos resultados alcançados pelo Brasil na redução do desmatamento e das emissões de gases de efeito estufa associadas à mudança do uso da terra. 

Além da contribuição de 80 milhões de libras formalizada na COP28, o Reino Unido anunciou, em 2023, uma nova doação de 35 milhões de libras ao Fundo Amazônia, equivalente à época a cerca de R$ 115 milhões. O aporte reforça a parceria entre os dois países na agenda climática e na promoção de alternativas econômicas sustentáveis para a Amazônia. 

“As doações ao Fundo Amazônia são pagamentos por resultados já alcançados pelo Brasil na redução de emissões de CO2 por desmatamento. É um ciclo virtuoso: o país reduz o desmatamento, recebe recursos internacionais por esse resultado e reinveste em ações que protegem a floresta, fortalecem povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores familiares, estados, municípios e organizações locais”, enfatizou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello. 

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Sobre o Fundo Amazônia 

Criado em 2008 para captar doações internacionais com base nos resultados do Brasil na redução do desmatamento, o Fundo Amazônia transformou os avanços do país na proteção da floresta em cooperação internacional concreta para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.  

Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e gerido pelo BNDES, o Fundo já soma R$ 5,3 bilhões em doações e 153 projetos aprovados, beneficiando mais de 650 organizações, 169 Terras Indígenas, 192 Unidades de Conservação e 260 mil pessoas. 

Os recursos do Fundo Amazônia apoiam ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, produção sustentável, bioeconomia, restauração, regularização ambiental e territorial, fortalecimento institucional e proteção de povos indígenas e comunidades tradicionais. 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected] 
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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