Política Nacional

Magno Malta registra voto de pesar pela morte do pastor Eliú Faria

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O senador Magno Malta (PL-ES) registrou, em pronunciamento no Plenário na terça-feira (7), que apresentou voto de pesar pelo falecimento do pastor Eliú Faria, ex-presidente da Convenção Batista do Estado do Espírito Santo. Segundo o parlamentar, o líder religioso morreu aos 98 anos, no dia 4 de abril de 2026. O parlamentar destacou a trajetória religiosa e pessoal de Eliú Faria, e ressaltou valores e convivência ao longo dos anos. 

— Tenho uma história de vida com o pastor Eliú, um homem defensor de valores, de princípios, um pregador, um homem que viveu para servir a Deus, um homem que viveu para acolher os amigos, para abraçar até aqueles que se fazem inimigos de Deus, porque ele era um pregador da palavra — afirmou.

O senador também mencionou a criação de uma frente parlamentar em defesa de psicólogos cristãos. Ele afirmou que profissionais da área estariam enfrentando restrições relacionadas à manifestação de crença religiosa no exercício da profissão. O parlamentar declarou que a frente promoverá debates, audiências públicas e ações em diferentes estados para discutir o tema com a categoria.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Comissão aprova campanha nacional sobre doença falciforme

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4177/21, que cria uma campanha permanente de conscientização sobre a doença falciforme.

O texto original, do deputado Ossesio Silva (Republicanos-PE), foi aprovado com emendas do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que excluiu referências a “prevenção”. Garcia explicou que a condição é genética e passa de pais para filhos, não sendo possível evitá-la com vacinas ou hábitos de saúde. Ele ressaltou que o foco deve ser o diagnóstico precoce e o tratamento adequado.

A proposta segue para o Senado, a menos que haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

A doença falciforme altera o formato dos glóbulos vermelhos do sangue, que passam a parecer uma foice, dificultando a circulação do oxigênio. Isso causa crises de dores fortes, cansaço, além de pele e olhos amarelados (icterícia).

Segundo Garcia, manter a palavra “prevenção” poderia sugerir que o Estado buscaria evitar o nascimento de pessoas com essa herança genética, o que seria uma forma de discriminação proibida pela Constituição.

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“A cautela é necessária para preservar a conformidade do texto com princípios estruturantes da Constituição, como a dignidade da pessoa humana e a proteção à liberdade no planejamento familiar”, disse o relator.

Qualidade de vida
No Brasil, cerca de 60 mil pessoas vivem com a enfermidade, que atinge principalmente a população negra. A nova campanha pretende unificar as informações do SUS para reduzir a mortalidade infantil e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

A campanha será coordenada pelo Ministério da Saúde e deverá ser acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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