Mato Grosso

Últimos dias para se inscrever na 11ª Corrida da Polícia Civil de MT em Cuiabá

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As inscrições para a 11ª Corrida de Cara Limpa Contra as Drogas estão na reta final. Realizada pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Coordenadoria de Polícia Comunitária, a corrida deve reunir mais de 1,5 mil corredores amadores e profissionais, em Cuiabá.

As inscrições, que têm o valor de R$ 100 para policiais civis e público em geral, se encerram no dia 20 de abril – clique aqui para se inscrever.

O evento será realizado no dia 26 de abril (domingo), com largada prevista para as 6 horas, no estacionamento da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), ao lado do Detran, no Centro Político e Administrativo (CPA).

Aberta ao público em geral, a prova contará com dois percursos, de 5 km e 10 km, para ambos os sexos, sendo exigida a idade mínima de 14 anos.

A premiação contará com troféu, medalha e valor em dinheiro para classificação geral masculina e feminina, além da categoria policial civil, também masculina e feminina, do primeiro ao terceiro lugar.

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Também haverá premiação com troféus para os dois primeiros colocados de cada faixa etária.

Entrega dos kits

Os kits da corrida serão entregues nos dias 24 e 25 de abril (sexta e sábado), das 11h às 20h, na Loja Beto Sports do Shopping Estação, na Capital.

Nos kits, contarão camiseta, sacola, chip, número de peito e medalha, que será entregue ao final da prova.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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