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Ministério de Portos e Aeroportos amplia inclusão no setor aéreo com bolsas de estudo para alunos de baixa renda

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) participou, na manhã desta sexta-feira (10), do anúncio da concessão de 40 bolsas de permanência para alunos da primeira turma do curso de Mecânicos de Manutenção Aeronáutica (MMA), financiado pelo próprio ministério. A iniciativa, realizada com recursos do Ministério da Educação, prevê o pagamento de uma ajuda de custo mensal de R$ 500 durante todo o período de formação.  

Foram contemplados estudantes com renda familiar de até meio salário mínimo, além de vagas destinadas às mulheres, o que reforça o compromisso do MPor com a inclusão social e com a ampliação da participação feminina no setor aéreo. A manutenção do benefício está condicionada à frequência no curso, o que estimula o engajamento e contribui para a permanência dos alunos.  

A experiência já começa a transformar a rotina e as perspectivas dos estudantes. Apaixonada por aviação, a aluna Yasmin Selieli destaca o impacto do curso e do apoio financeiro em sua trajetória. “Sempre fui muito apaixonada pela aviação e, com cerca de um mês de curso, a gente já aprendeu bastante coisa. Estou achando tudo muito interessante e estou muito motivada. Agora, com essa bolsa assistencial, vai ser ainda melhor, porque isso motiva ainda mais a gente e ajuda bastante”, afirmou.  

Representante da turma, Carlos Seijun ressalta o caráter inclusivo da iniciativa e o ambiente de aprendizado construído entre os alunos. “A gente já tem cerca de um mês de curso e, mesmo no módulo básico, tem sido uma experiência muito importante. Essa é uma oportunidade para pessoas em situação mais vulnerável, mas que querem provar o seu valor e estão apostando no futuro, acreditando que podem ingressar na aviação. Aqui, com colegas de diferentes idades e histórias, todos estão querendo aprender e demonstrar seu valor para a sociedade”, disse.  

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Natural de Natal, e atualmente morando em Brasília, Karina Rodrigues encontrou no programa a chance de mudar de vida. “Quando essa oportunidade surgiu, eu vi a chance de construir o meu projeto de vida, que era viver a aviação. Me inscrevi sem pensar duas vezes e cheguei aqui com um sonho. Vou sair com a sensação de que posso ir para qualquer lugar do mundo, viver a aviação e ser uma profissional qualificada, porque foi isso que o curso me deu: incentivo, motivação e capacitação para um futuro promissor”, relatou.  

Para a diretora de Planejamento e Fomento da Secretaria de Aviação Civil, Julia Lopes, o financiamento da formação de novos profissionais representa a concretização de uma política pública. “Eles estão tendo uma oportunidade que é resultado de um esforço coletivo para aproximar a política pública da realidade. É um investimento direto na formação de profissionais que vão contribuir para o futuro da aviação civil no país”, afirmou.  

A Bolsa Permanência surge como resposta a um dos principais desafios enfrentados por estudantes de cursos técnicos e de qualificação profissional, a dificuldade de conciliar os estudos com a necessidade de gerar renda. Ao garantir apoio financeiro contínuo, o programa cria condições para que os alunos permaneçam em sala de aula com mais estabilidade e foco no aprendizado.  

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Além de impactar positivamente a trajetória dos estudantes, a iniciativa também contribui para o desenvolvimento do setor aéreo. Ao investir na formação de profissionais qualificados, o MPor fortalece a base técnica necessária para sustentar a expansão da infraestrutura e elevar os padrões de segurança e eficiência da aviação civil brasileira.  

A ação faz parte de um conjunto de políticas públicas voltadas à qualificação profissional e à democratização do acesso ao ensino. Nos últimos anos, o MPor tem ampliado investimentos em capacitação, firmado parcerias com instituições de ensino e estruturado programas alinhados às necessidades do setor.  

Assessoria Especial de Comunicação Social  
Ministério de Portos e Aeroportos 

Fonte: Portos e Aeroportos

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Lula e Silveira anunciam R$ 130 bilhões em investimentos para modernizar distribuição de energia elétrica no país

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Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participaram, nesta sexta-feira (7/5), do anúncio de R$ 130 bilhões em investimentos para a melhoria da distribuição de energia elétrica no país até 2030, realizado durante o evento Sente a Energia, em Brasília. Os contratos de renovação contemplam 16 distribuidoras de energia que atuam em 13 estados brasileiros, em conformidade com as novas diretrizes estabelecidas pelo Decreto nº 12.068/2024.

Durante o evento, foram assinados 14 contratos. Outros dois, que contemplam Pernambuco e Espírito Santo, já foram renovados no primeiro trimestre, totalizando os R$ 130 bilhões para os 13 estados. A expectativa é de que sejam gerados mais de 100 mil empregos e que sejam capacitados 30 mil profissionais.

“A renovação desses contratos é a demonstração de que o governo tem confiança nos empresários e que a gente não vai esperar o vencimento para garantir que o serviço continue sendo prestado da melhor maneira. Nós queremos exigir que tudo o que foi acordado seja cumprido, porque no final quem ganha com essa parceria é a sociedade brasileira” afirmou o presidente Lula.

Alexandre Silveira destacou o trabalho realizado pelo Governo do Brasil para garantir investimentos que realmente tragam benefícios às pessoas.
“Hoje, damos um passo histórico para transformar a distribuição de energia elétrica no Brasil com o anúncio de R$ 130 bilhões em investimentos até 2030, a maior rodada de renovação de concessões da história. Estamos alcançando 13 estados, gerando mais de 100 mil empregos e capacitando 30 mil profissionais. Os novos contratos trazem diretrizes que colocam o consumidor no centro das decisões, garantindo mais qualidade, eficiência e respeito no atendimento. Estamos afirmando que bairros mais pobres terão o mesmo padrão de serviço que os bairros mais ricos e, acima de tudo, que o Brasil passa a ter instrumentos mais firmes para responsabilizar distribuidoras que não cumprirem seus compromissos com a população”, afirmou o ministro.

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A renovação acontece a partir do Decreto nº 12.068/2024, que regulamentou a licitação e a prorrogação das concessões de distribuição de energia elétrica e estabeleceu, ao todo, 17 diretrizes para a modernização das concessões de serviço público de distribuição de energia elétrica no país, implementando novas exigências e critérios de qualidade que são essenciais para a melhoria da qualidade de vida da população brasileira. Os antigos contratos, firmados no final da década de 90, eram considerados pouco exigentes com relação aos critérios de qualidade no fornecimento de energia elétrica para os consumidores brasileiros. Agora, as distribuidoras se comprometeram a seguir todas as 17 diretrizes estabelecidas no Decreto.

Satisfação do consumidor

Entre as principais mudanças previstas estão a inclusão da satisfação do consumidor como indicador de desempenho das distribuidoras, a obrigatoriedade de melhoria contínua da qualidade do fornecimento e a definição de metas para recomposição do serviço após eventos climáticos extremos.

O novo modelo também prevê maior fiscalização dos investimentos pelos órgãos responsáveis, ampliação da qualidade do atendimento em áreas rurais e fortalecimento da infraestrutura destinada à agricultura familiar. Além disso, as concessionárias deverão comprovar anualmente sua capacidade financeira e operacional, bem como adotar medidas de digitalização das redes elétricas, proteção de dados dos consumidores e regularização do compartilhamento de postes entre redes de energia e telecomunicações.

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Energia como vetor de desenvolvimento social

Lula e Silveira também assinaram a atualização do Decreto nº 11.628/2023, que moderniza o Programa Luz para Todos (LPT) e amplia o alcance para mais de 233 mil novas famílias. O objetivo é promover o uso produtivo da energia, voltado à geração de renda e ao fortalecimento de cadeias locais, com novos critérios técnicos e monitoramento de resultados. Essas mudanças são fundamentais para o atendimento de famílias que vivem em regiões remotas da Amazônia e que têm na bioeconomia uma importante fonte de renda familiar.

“Com a ampliação, as famílias poderão receber equipamentos mais robustos para gerar renda própria. É mais valor agregado para a produção nas comunidades locais que vai beneficiar milhares de famílias que vivem em regiões remotas na Amazônia e que têm na bioeconomia uma importante fonte de sustento. Na mesma direção, estamos incorporando no Luz para Todos as cozinhas comunitárias, que trarão segurança alimentar para quem mais precisa”, ressaltou.

A atualização do Programa também fortalece o alcance social da política pública, com prioridade para mulheres chefes de família, comunidades que necessitam de infraestrutura voltada à segurança alimentar, conectividade e acesso à água, e famílias em situação de vulnerabilidade.

Sente a Energia (08/05/2026)

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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